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pluri unhas J

craph vs aps

Tempos conturbados para a Associação de Setúbal. Depois de uma vem outra, e outra, num sinal de grande desgoverno naquela casa.
Agora foi a vez do Conselho de Arbitragem bater com a porta, num sinal claro que algo vai muito mal a sul do Tejo.
Depois de ser já público a recusa dos árbitros não dirigirem jogos desde o início de Janeiro, o problema manteve-se, e pior que isso, agudizou-se.
António Realista, o até agora Presidente do Conselho de Arbitragem de Setúbal, cansou-se da “surdez”, tanto da sua própria associação, como do Concelho Nacional e Federação de Patinagem de Portugal e pediu a demissão, com os seus pares a apoiarem esta decisão e a acompanharem-no.
Desde que esta Direcção da APS entrou em funções no ano passado, nunca cumpriu com os compromissos com a arbitragem, não fez até ao momento qualquer pagamento atempadamente, com os árbitros a suportarem todas as despesas. Se os árbitros receberam o mês de Setembro e de Outubro, isso deveu-se à gestão rigorosa deste CRAPH, que acabou por adiantar o dinheiro que lhes era devido, resgatando verbas dos próprios árbitros, um fundo de maneio que nós temos, para despesas desta própria estrutura. Nós para além disso tivemos a decorrer um curso de árbitros onde completaram os trabalhos cinco novos árbitros, e mesmo nisto a APS não participou com qualquer verba, como seria sua obrigação, o que nos deixa tristes porque estes elementos não irão ser aproveitados” começou por dizer António Realista.
Dando seguimento ao seu desalento disse ainda que este desfecho “é a inoperância desta Direcção perante estes problemas todos que nada resolve, nada fala e temos que ser nós a motivar um grupo de Homens que efectivamente adora a modalidade, mas que não pode estar a viver há um ano e tal neste tipo de situação.”
Como consequência deste desfecho “e pelo facto de não existirem órgãos sociais, ninguém pode ser nomeado, com os Clubes FPP e Conselho Nacional a serem todos avisados desta situação”.
Posso adiantar que a FPP está a par disto desde Outubro, e até ao momento nunca tomou qualquer atitude, nem nunca respondeu aos mails que fui entretanto enviando. O próprio Conselho Nacional de Arbitragem também está a par desta situação à algum tempo, e também não adiantam muito. Dizem-nos que compreendem a situação, mas não podem fazer nada".
Magoado com todo este imbróglio, António realista aponta o dedo à FPP.
O mais grave é ver a Federação, que é quem gere a modalidade, deveria ser portanto a Federação a actuar e perguntar à Direcção da Associação de Setúbal, o porquê de isto estar a acontecer e tomar uma decisão”, disse.
A consternação é enorme. “ A Direcção da APS tem uma dívida acumulada para com o CRAPH de Setúbal num valor acima dos 4 mil euros. Nós perdoamos uma dívida de 2500 euros no início da época, os Clubes tem, na sua maioria cumprido com a Associação no pagamento das arbitragens, mas nem assim, nos disponibilizaram verbas”.
A concluir, António Realista diz-se, farto: “não estou para gerir uma organização, onde estou à cerca de 14 anos, onde nunca tive este tipo de problemas com as anteriores direcções, e não estou claramente para conviver com este tipo de situações porque nós, os árbitros, não merecemos”, conclui António Realista.