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FC Porto Fidelidade recebeu e venceu (7-5) o Óquei de Barcelos, na 23.ª jornada do Campeonato Nacional
O FC Porto Fidelidade não desarma na perseguição ao líder Benfica. Na tarde deste sábado, no Dragão Caixa, bateu o Óquei de Barcelos (7-5), na 23.ª jornada, e somou a 12.ª vitória consecutiva no Campeonato Nacional. Depois de terem chegado ao intervalo com dois golos de desvantagem, os azuis e brancos consumaram a reviravolta nos últimos cinco minutos do jogo e ofereceram uma prenda de aniversário ao treinador Tó Neves, que este sábado comemora 49 anos.
Desta vez começamos pelo fim, porque o que interessa é como acaba. Faltavam pouco mais de cinco minutos para a buzina do Dragão Caixa soar pela última vez, quando Reinaldo Ventura fez o quinto golo, o segundo da conta pessoal, e devolveu ao marcador o empate que o Óquei de Barcelos tinha desfeito instantes antes. Jogo frenético: logo a seguir, Vítor Hugo colocou os portistas, pela primeira vez, em vantagem, e provocou a primeira grande explosão de alegria no pavilhão. Em cima do minuto 50, Hélder Nunes ainda teve tempo para imitar o “bis” dos dois avançados portistas e sentenciar um triunfo muito suado e, por isso, muito festejado pelos azuis e brancos, que se mantêm a três pontos do primeiro classificado.
O encontro começou praticamente com uma grande penalidade que Reinaldo Ventura não converteu, logo aos dois minutos. Não aproveitaram os portistas, aproveitaram os barcelenses a quem bastou um quarto de hora para se colocar a vencer por 2-0: primeiro por Hugo Costa e depois por Miguel Vieira. Soaram os alarmes no Dragão Caixa, mas Reinaldo Ventura respondeu e reduziu a desvantagem logo a seguir. O Óquei de Barcelos apostava no contra-ataque e numa defesa recuada e muito consistente, que cortava todos os caminhos para a baliza de Ricardo Silva. Quando o FC Porto Fidelidade conseguia lá chegar, eram os postes ou as defesas do guarda-redes minhoto que negavam o êxito portista.
Mais eficazes, os homens de Barcelos voltaram a alargar a vantagem para dois golos ainda antes do intervalo, num lance de enorme felicidade concluído por José Pereira, e só não chegaram ao 4-1, porque Edo Bosch defendeu um penálti de Luís Querido.
Na segunda parte, os Dragões entraram determinados em dar à volta aos acontecimento e, depois de enviarem mais uma bola aos ferros da baliza barcelense, chegaram ao 2-3, com a assinatura de Caio, após um bela jogada de entendimento ofensivo, que começou em Barreiros e passou por Hélder Nunes. A festa portista, porém, durou pouco tempo, porque logo a seguir, num penálti muito contestado pelo FC Porto Fidelidade, o Óquei de Barcelos fez o quarto. Os azuis e brancos responderam por Hélder Nunes, que abriu caminho para o empate saído, sete minutos mais tarde, do stick de Vítor Hugo. Faltavam oito minutos para o fim, tempo suficiente para os portistas chegarem à vitória, mas foi o Óquei a chegar-se novamente à frente do marcador, por intermédio de Hugo Costa. Depois vieram aqueles cinco minutos à Porto, cruciais para somar uma vitória mais difícil do que, certamente, estariam à espera.

Fonte/Foto: www.fcporto.pt