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O Benfica sagrou-se campeão nacional a duas jornadas do final da prova, ao vencer o FC Porto no “Fidelidade” por 5-1 num Pavilhão esgotado e viver de forma intensa cada jogada deste desafio, que diga-se foi um hino ao hóquei com as duas equipas a procurarem o mesmo objectivo deliciando quem teve a oportunidade de assistir ao vivo este encontro.
O Benfica entrou a todo o gás a dominar e aos 7 minutos deu-se a primeira grande explosão de alegria com Diogo Rafael a inaugurar o marcador.
Partida intensa, de parte a parte com os jogadores dos dois lados a darem tudo com os guarda-redes a mostrarem-se à altura dos acontecimentos negando o golo aos avançados contrários com grandes defesas.
A sete minutos e meio do intervalo, Hélder Nunes, em lance individual, numa seticada fortíssima, coloca o marcador em 1-1, relançando o desafio.
Entrada para a segunda metade tirada a papel químico da primeira, com as “águias” a entrarem com tudo em quadra. Era um Benfica a mandar frente a um Porto a fechar-se bem tentando explorar as falhas defensivas encarnadas, mas a noite era vermelha e Carlos Lopes a dar a Tuco a oportunidade de colocar o Benfica novamente na frente do marcador, coisa que o defesa internacional argentino não desperdiçou, estavam decorridos apenas 3 minutos de jogo.
Tres minutos depois foi a vez de Carlos Lopes fazer o 3-1 a desviar de forma subtil a bola para o fundo das redes de Edo Boch. Er a loucura no Fidelidade, com a formação de Pedro Nunes a jogar claramente para vencer não só a partida mas a querer fazer a festa ainda esta noite.
Hélder Nunes tem a oportunidade de reduzir, mas desperdiça o LD a castigar a 10.ª falta da formação encarnada, decorriam então 9 minutos de jogo. Carlos Nicolia imita o camisola 78 do FC Porto, que é excluído da partida por 2 minutos por ter visto um CA, ao falhar o LD que dispôs.
Mas a entrega e atitude dos encarnados era demasiado evidente e no minuto seguinte, aos 11, “Tuco” bisa na partida numa seticada fortíssima de meia distância que só parou no fundo das redes do desamparado Edo Boch, fazendo o 4-1.
A contagem encerrou a 6 minutos do final da partida com Diogo Rafael a fazer o 5-1, para delírio do público presente.
Até final foi um Benfica confiante a gerir o jogo, perante um FC Porto que percebeu que não era desta que poderia adiar um título aos seus rivais de Lisboa.
No final foi a explosão de alegria, dentro e fora do rinque com o povo benfiquista a festejar efusivamente a conquista do 22.º título nacional dos encarnados, que a duas jornadas do final da prova apenas cedeu pontos em Barcelos, onde empataram então a cinco bolas.

Foto: Jornal "Record"