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O sitio online do Sporting CP lançou hoje um texto muito interessante a recordar tempos antigos do hóquei patins do Sporting CP. Aqui fica o texto disponbilizado no site dos leões:
“Por vezes, uma equipa maravilha não vem só. No Sporting alinhavam elementos de fazer sonhar qualquer treinador de hóquei em patins. Ramalhete na baliza, Sobrinho e Rendeiro na rectaguarda e, por fim mas não menos importantes, Chana e Livramento na frente atacante. O técnico Torcato Ferreira havia juntado este quinteto de luxo para a época de 1976/1977, naquela que seria a época de estreia dos ‘leões’ em competições europeias.
Após duas eliminatórias ultrapassadas com relativa facilidade frente aos suíços do Montreux e os holandeses do Lichtstad, surgiu à formação ‘verde e branca’ o todo-poderoso Voltregà, da Catalunha. “Era uma final antecipada. Eles contavam com elementos de uma classe tremenda e que tinham sido bi-campeões europeus nas duas temporadas anteriores”, recorda Chana, à época, um dos jogadores mais virtuosos do Mundo. Se do lado português tínhamos uma equipa maravilha, do lado catalão não o era menos. Miquel Recio, Miquel Cabanas, Humbert Ferrer, Ramón Nogué e Catxo Ordeig, compunham um dos quintetos mais famosos da história da modalidade.
Na primeira mão, sob uma chuva intensa, o Sporting cedeu por 5-2. “Os catalães estavam mais habituados a jogar com o piso molhado. A bola praticamente não se mexia, tal foi o dilúvio”, explica Chana. Em Lisboa, apesar da desvantagem considerável, o pavilhão encheu. “Era um apoio fenomenal e fundamental para conseguirmos dar a volta a uma eliminatória que já seria difícil de passar com um bom resultado na primeira mão. Com uma desvantagem de três golos, era praticamente impossível”, recorda. Para motivação, o técnico Torcato Ferreira aconselhou os seus pupilos a estarem concentrados, analisarem bem o jogo e a terem sempre presente a calma. “Acabámos por fazer uma partida à beira da perfeição, graças a esta mentalidade incutida pelo Torcato (Ferreira). De facto, só assim seria possível passar a eliminatória. Vencemos por 8-3 com uma ajuda tremenda do público que fez toda a diferença. É um jogo que recordo com grande saudade, quer pelo ambiente, quer pela qualidade das duas equipas que batalharam até ao último segundo, sob níveis de concentração tremendos”, afirma Chana.
Na final a tarefa foi bem mais fácil, como os próprios resultados demonstram. “Jogámos a primeira mão em Lisboa e alcançámos um resultado volumoso que nos permitiu atuar com mais calma na Catalunha”, diz o antigo avançado da seleção e do Sporting. O Sporting acabou por vencer 6-0 em Alvalade e 6-3 em Vilanova, arrecadando a primeira vitória de um clube português em competições europeias, precisamente no ano de estreia do Clube ‘verde e branco’ na Taça dos Campeões Europeus.
“Era um pavilhão cujo ambiente muito nos ajudava. Em jogos de grande dificuldade e principalmente em eliminatórias em que a primeira mão não nos tinha corrido tão bem, era o nosso meio de motivação para fazermos jogos a um nível que talvez com um ambiente menos empolgante, nunca conseguiríamos igualar ou superar. Numa modalidade como o hóquei em patins, em que as pessoas assistem ao jogo bem perto do rinque, os adeptos jogam um papel importante para o desempenho dos intervenientes”, completa Chana.”

Fonte: Sporting CP