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A conceituada Revista Dragões trás em destaque, na edição de novembro, dois jovens jogadores do FC Porto - Álvaro Morais e Diogo Casanova, com o título "Campeões de bola parada."

"Alvarinho" e Casanova foram determinantes para a conquista do Campeonato do Mundo Su20, pois um marcou o livre direto que deu acesso à final com a Espanha, enquanto o outro marcou o penalti que valeu o ceptro mundial, no passado mês de setembro. Ambos atualmente ao serviço do FC Porto e Campeões do Mundo de Sub20, "descreveram como foi vencer a maior competição do escalão ao nível de seleções, revivendo os momentos mais emotivos."

Na referida reportagem os jogadores usam as palavras "Inexplicável" e "Indiscritível" para um sentimento que confessaram ainda não entender na totalidade. "Ainda não caí em mim, mas é óbvio que é excelente e um objetivo para qualquer miúdo desta modalidade. Nós conseguimo-lo." disse Álvaro Morais, enquanto Diogo Casanova falou de uma estreia positiva, "Esta foi a primeira vez que fui a uma prova pela seleção e ser logo campeão do Mundo foi inacreditável. Ainda estou a desfrutar."

Após a fase de grupo, chegou a meia-final frente à Itália, partida em que Portugal esteve a perder e que Alvarinho empatou, fazendo de livre direto o golo que deu acesso ao prolongamento. "O treinador não me ia pôr a marcar o livre dreito, mas passei o dia todo a pensar naquele momento e a verdade é que surgiu mesmo. Foi uma explosão de alegria, porque a equipa merecia, não só pleo jogo que fizemos, mas pelo nosso percurso. Estava com a adrenalina ao mais alto nível e acima de tudo estava confiante. Mas é preciso coragam para assumir o momento."

Seguiu-se a deseja final entre Portugal e Espanha, que Diogo Casanova acabaria por decidir com o penalti decisivo. "Antes de ir marcar perguntei ao árbitro se era o penalti decisivo, para não festejar antes do tempo e ele, surpreendido, disse que sim. Sabia que era um momento importante, mas quis desfrutar. Coloquei-me de forma a que o guarda-redes pensasse que eu ia marcar para um lado e rematei para o outro, a bola entrou e foi uma loucura. Conseguimos mostrar que está aqui mais uma geração que pode triunfar no hóquei em patins". Já Alvarinho, disse não saber o que estava a sentir, "foi uma explosão de alegria. Quase todos os dias ainda vejo fotografias e acabo por guardar sempre um bocado dos meus dias para refletir e pensar. Afinal sou campeão do mundo". 

Saiba mais na edição de novembro da Revista Dragões...

Fonte|Fonte: Revista Dragões - FC Porto 

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