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Foto Facebook Ricardo Pereira

Estivemos à conversa com Ricky Pereira, que está atualmente ao serviço do HA Cambra, a disputar o Campeonato Nacional da 1.ª Divisão. Após passagens por alguns clubes, como a UD Oliveirense, CA Feira e ACR Gulpilhares, tem sido aposta de Ricardo Geitoeira no clube de Vale de Cambra. Fique aqui a conhecer um pouco melhor este guarda-redes de 29 anos e da sua etapa até aos dias de hoje. 

Plurisports (PLR): Como está a correr até agora a temporada?

Ricky: Tendo feito parte das opções do treinador até ao momento, acho que a época desportiva do H.A. Cambra pode ser considerada, até agora, como período de adaptação. Estamos à procura de melhorar e otimizar os nossos processos de jogo para que mais tarde ou mais cedo as vitórias comecem a surgir regularmente. O calendário colocou no nosso caminho algumas das equipa mais fortes do campeonato neste início de época, tem sido difícil pontuar, no entanto, não nos sentimos desmotivados, acreditamos que o melhor está para vir. 

PLR: Quais os objetivos para esta época 2015/16?

Ricky: Quando se fala em objetivos, temos de falar na manutenção como objetivo principal, mas também acho importante falar no trabalho que isso implica. Temos interesse em criar uma identidade para a nossa equipa, teremos de saber sofrer nos momentos de decisão e só um grupo de jogadores em sintonia e harmonia o poderá faze. Portanto, os meus objetivos pessoais passam por contribuir para que isso possa acontecer. 

PLR: Que ainda esperas conquistar ao longo da tua carreira?

Ricky: As conquistas dependem de quem nos rodeia, sozinho ninguém se supera! É tudo uma questão de oportunidade… Sempre fui inconformado perante a derrota, sempre desejei chegar o mais longe possível nas minhas conquistas. Por esta altura se conseguir conquistar o respeito das pessoas pela minha capacidade de trabalho e entrega, ficarei muito satisfeito. 

PLR: Como foi o teu percurso até agora? Quais as melhores recordações?

Ricky: O meu percurso no escalão Sénior dividiu-se entre o H.A. Cambra e o ACR Gulpilhares.

No meu último ano de júnior cheguei ao escalão sénior pela mão do Paulo Castanheira que na altura era o treinador do H.A. Cambra. Foram três épocas fabulosas em Vale de Cambra, a conquista da Taça de Portugal marcou essa minha primeira passagem pelo Clube. No final da terceira época tomei a difícil decisão de aceitar entrar num projeto “ambicioso” do CA Feira, esta experiencia durou pouco mais de dois meses. As coisas não correram bem e o projeto revelou-se um fracasso. 

Em 2009, chego ao ACR Gulpilhares pela mão do “mestre” Fernando Almeida, encontrei uma família, um Clube que na altura tinha uma grande cultura desportiva e excelentes executantes. Aprendi muito com o Fernando, a minha amizade com o Diogo Almeida facilitou a minha adaptação. Foi uma questão de tempo até ganhar o meu espaço na equipa. Depois de mais tês épocas, e sempre com os objetivos do clube alcançados (manutenção na 1ªdivisão), foi inevitável a minha saída, o clube entrou numa crise financeira profunda e perdeu quase toda a equipa. É com tristeza que vejo um clube com tanta história mergulhado na 3ª Divisão!

Em 2012 fui convidado para voltar ao H.A. Cambra, não foi uma decisão difícil de tomar, estava completamente identificado com as pessoas de Vale de Cambra e com o Clube.

O treinador Ricardo Geitoeira, tinha sido meu colega de equipa, enquanto atleta um exemplo. No papel de treinador reconheço-lhe dedicação e identifico-me com as suas ideias. 

PLR: Há quanto tempo jogas hóquei? Como e onde começaste a jogar?

Ricky: Comecei a praticar a modalidade com 6 anos de idade, já lá vão 23 anos dedicados ao hóquei patins. O meu Clube de formação foi a UD Oliveirense. 

PLR: Qual a competição que mais gostaste de participar?

Ricky: Sendo a 1ª Divisão Portuguesa umas das melhores ligas do mundo ou até a melhor do mundo, para mim é um privilégio ter a oportunidade de jogar esta competição. 

PLR: Há algum jogo que guardes na tua memória? O que podes dizer sobre isso?

Ricky: Na verdade, existiram vários jogos que me proporcionaram bons momentos, não consigo identificar nenhum em especial, até porque não sou de ficar muito tempo agarrado ao passado, talvez seja uma forma de me proteger. Assim não me deslumbro com as coisas boas, nem fico preso aos momentos menos bons. Gosto de estar concentrado no presente e com olhos no futuro!

PLR: O que mais te fascina no hóquei? 

Ricky: Os jogadores de hóquei são especiais, não é qualquer um que o pode fazer, tem de se conciliar a patinagem ao aspeto tático e técnico. Como tal, a dificuldade e exigência para a sua prática tornam este desporto fascinante. Depois como acontece em geral no desporto, as amizades que vamos fazendo ao longo da nossa carreira completam esse fascínio. 

PLR: Quais são as tuas expectativas para o futuro? 

Ricky: Para mim o mais importante é dar o máximo em prol da equipa e do Clube, sentir-me feliz onde estou e desfrutar de todas as partidas, até porque o futuro é sempre reflexo daquilo que vamos fazendo no presente.  

PLR: O que te falta ainda conseguir? Quais os teus sonhos?

Ricky: Sempre tive a ambição de jogar nas competições Europeias, infelizmente nunca o consegui, guardo essa esperança.

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