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TomasCast123

O jovem de 23 anos Tomás Castanheira é um goleador de excelência, caraterística que sempre o distinguiu nas equipas em que passou, tendo sido o melhor marcador do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão - Zona Norte. Atualmente no CI Sagres, procura ajudar a equipa a alcançar a 1.ª divisão e embora com noção de que um arranque menos positivo dificultou o objetivo, continua com a mesma ambição de sempre.

Plurisports: Como está a correr até agora a temporada?
Tomás: Penso que poderia estar a correr melhor. Apesar da grande competitividade que existe na 2a Divisão Norte, o Clube Infante Sagres reforçou-se bem e tem o objetivo de subir à 1a Divisão Nacional. Sabemos que neste momento estamos a meio da tabela, mas ainda existe muito campeonato.

PLR: Cumprido o primeiro terço da temporada, quais os objetivos para esta época 2015/16?
Tomás: Os objetivos da subida mantêm-se. Entramos mal no campeonato com algumas derrotas, mas penso que essa fase está ultrapassada e estamos numa fase muito melhor a nível coletivo.

PLR: Como foi o teu percurso até agora? Quais as melhores recordações?
Tomás: Nas Camadas Jovens joguei no Clube Infante Sagres e no Futebol Clube do Porto onde conquistei três títulos de Campeão Nacional (1 de Juvenis e 2 de Juniores). Quando cheguei aos seniores estive dois anos no Hóquei Académico de Cambra na 1a Divisão e no ano passado vim para o Clube Infante Sagres onde jogo até ao momento. Penso que as melhores recordações foram os títulos de Campeão Nacional que mencionei.

PLR: Há quanto tempo jogas hóquei? Como e onde começaste a jogar?
Tomás: Jogo há 18 anos. Comecei a jogar no Futebol Clube do Porto, por influência do meu pai Paulo Castanheira que sempre esteve ligado ao hóquei em patins seja como jogador, treinador e agora presidente.

PLR: Qual a competição que mais gostaste de participar?
Tomás: 1a Divisão Nacional. Uma vez que neste momento estou a competir na 2a Divisão torna o desejo de voltar para a 1a Divisão maior.

PLR: Há algum jogo que guardes na tua memória? O que podes dizer sobre isso?
Tomás: Existem vários jogos que guardo na memória. Mas talvez o que mais me marcou foi na final four de Juniores em 2010/2011 que vencemos (F.C.Porto) o Benfica por 7-3 numa época em que só tivemos vitórias.

PLR: O que mais te fascina no hóquei?
Tomás: Como se costuma dizer: “Jogar hóquei não é para quem quer, é para quem pode”. Esta frase espelha aquilo que eu mais aprecio no hóquei patins que é a conjugação da patinagem com o manuseamento do stick e a tática toda envolvida.

PLR: Quais são as tuas expectativas para o futuro?
Tomás: No futuro espero ver o Clube Infante Sagres a jogar na Primeira Divisão Nacional, lugar onde merece estar. Se não for neste ano, acredito que será muito brevemente pois é um clube que está a criar uma estrutura sólida para se manter a um bom nível. A nível individual, espero continuar a evoluir como tem acontecido até ao momento e sentir prazer em jogar hóquei em patins.

PLR: O que te falta ainda conseguir? Quais os teus sonhos?
Tomás: O facto de ainda ter 23 anos, permite-me ainda sonhar com alguns objetivos e etapas que gostaria de atingir. Obviamente estou muito satisfeito no Clube Infante Sagres, clube do meu coração, mas claro que tenho ambição de jogar num dos “grandes” do hóquei em patins para competir na Liga Europeia e lutar pelos principais títulos nacionais. A presença numa competição internacional a nível de seleções (Portugal ou Moçambique) também é um desejo que pretendo atingir.

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