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De maravilha em maravilha até ao mítico número de sete, tantas quantas as Maravilhas do Mundo Moderno: o hóquei em patins do Sporting CP vai lutar este fim-de-semana pelo sétimo título europeu da história, procurando revalidar a Taça CERS conquistada de forma brilhante no ano passado na Catalunha. “Temos de ser optimistas, respeitando sempre os adversários. Falar assim é fácil para mim, mas a verdade é que somos Sporting CP e este Clube entra para ganhar qualquer troféu em disputa. É essa a nossa história, o nosso ADN”, destaca o técnico Nuno Lopes na antecâmara da competição que arrancará no sábado às 19 horas com o encontro entre OC Barcelos e os italianos do Matera, a que se seguirá a meia-final dos ‘leões’ diante dos espanhóis do Vilafranca (21h45).
Tem tudo a ver sobretudo com a gestão de expectativas e este ano é curioso ver que os papéis estão um pouco invertidos. No ano passado éramos olhados de uma forma desconfiada e não partíamos como favoritos porque esse papel estava sobretudo com o Réus; este ano, é no Sporting e no OC Barcelos, também por jogar em casa, que recaem maiores atenções. No hóquei, o momento faz grande diferença e esta Final Four será muito assim. A nossa forma de jogar este ano é completamente diferente. Na última época, ou ganhávamos ou perdíamos por margens muito curtas, ao passo que esta temporada vemos uma equipa mais ofensiva e com resultados mais dilatados. Existe outra experiência no nosso plantel e temos jogadores que já venceram antes provas internacionais e que nos momentos certos estão ali para decidirem. Mas a vitória nesta Taça CERS será muito pelo espírito, pela entrega e pela atitude da equipa, à semelhança do que aconteceu fora com o OC Barcelos e a Oliveirense, na Supertaça e na segunda parte deste último jogo com a Juv. Viana”, explica o técnico ‘verde e branco’, antes de apontar as chaves dos 25 minutos finais do último jogo que deverão ser transportadas para a Final Four no Pavilhão Municipal de Barcelos: “A equipa já tinha estado muito bem no plano defensivo em Oliveira de Azeméis, onde só não ganhámos por manifesto azar e mais qualquer coisa... Como não podíamos ter uma carga muito grande esta semana, fizemo-la antes do jogo com a Juv. Viana, onde a primeira parte não correu queríamos. No entanto, o segundo tempo teve aquele empenho que estava a faltar um pouco, marcámos seis golos e provámos que, quando as coisas correm bem no plano colectivo, as individualidades começam a aparecer e é terrível para os nossos adversários”.
Em relação ao jogo com o Vilafranca, Nuno Lopes não antevê facilidades, relativiza o actual nono lugar dos espanhóis na OK Liga e destaca também os bons resultados feitos pelo conjunto contra equipas de maior poderio como Barcelona, Vic ou Liceo. “Tem tudo a ver com o assumir do jogo e existem vários casos no Campeonato que também são assim. O Vilafranca é uma equipa tipicamente catalã na sua forma de jogar, com três/quatro jogadores fortes no plano individual e que faz a diferença nas bolas paradas, livres directos e ‘penalties’. Será um adversário organizado, fiel aos seus princípios de jogo e que tentará manter a partida equilibrada para depois fazer a diferença com o Edu Fernández e o Rocasalbas nas bolas paradas. Estamos precavidos para essas situações e tentaremos contrariar isso com o nosso jogo. Olhar apenas para a classificação é um erro porque pode tirar o foco do que é mais importante. Tentaremos não cair nesse erro e estamos preparados para todos os cenários”, salienta, antes de deixar uma palavra para os muitos Sportinguistas do Norte ou que irão rumar para cima no sábado: “É um factor determinante sobretudo para os jogadores, que sentem mais responsabilidade de dar alegrias a quem está com eles em todo o lado”.

Fonte- www.sporting.pt

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