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A equipa sénior de hóquei em patins, que conquistou ontem a Taça de Portugal, entregou hoje o Troféu ao Presidente Pinto da Costa, no Museu do FC Porto.
«Um dia depois de ter sido conquistada na final frente ao Benfica, com uma vitória por 4-2​, a Taça de Portugal de hóquei em patins já se encontra exposta no Museu do FC Porto. Antes de ser colocado na vitrina, o troféu foi entregue pelo capitão Edo Bosch ao Presidente do FC Porto, que felicitou jogadores e treinadores e confessou ter vibrado com o triunfo dos azuis e brancos. “Vibro com todas as vitórias, mas esta teve um significado especial, porque não nos era dado o favoritismo e dentro do campo mostrámos e ensinámos a toda a gente o que é ser uma equipa”, afirmou Jorge Nuno Pinto da Costa.
As primeiras palavras do dirigente máximo dos portistas foram, no entanto, para Ilídio Pinto, o antigo vice-presidente do FC Porto, responsável máximo da modalidade durante várias décadas, que na manhã desta segunda-feira recebeu a visita do plantel que lhe entregou a medalha alusiva à mais recente conquista. “Fiquei muito satisfeito por saber que vocês foram hoje visitá-lo. Durante a minha presidência, ele foi o grande impulsionador dos êxitos do FC Porto, foi o grande obreiro de tudo o que temos feito”, frisou.
Pinto da Costa confessou que vibrou “intensamente” com aquela “vitória à Porto”, por causa de todos, mas sobretudo por causa de Edo Bosch, que esta época coloca um ponto final numa ligação de 18 anos aos azuis e brancos. “Quando virmos esta Taça, pensarei em todos, mas em modo particular no Edo. Queria que todos a ganhassem, mas especialmente ele, porque que desde o primeiro ao último dia dos 18 anos em que foi nosso atleta, esteve sempre a par com as vitórias. Ele não deixa o FC Porto, deixa de jogar no FC Porto, mas vai continuar a ser tanto do FC Porto como eu ou qualquer um de vós”.
Edo terminou a carreira no FC Porto como queria, com uma “grande vitória” que, reconheceu, nunca mais vai esquecer e que também será o ponto de partida para uma nova era de êxitos. “Acordaram o monstro; o mostro vai voltar e, a partir de agora, o Presidente terá que vir muitas vezes aqui, porque esta equipa vai conquistar muitos troféus. Ontem começou um novo ciclo e estarei a torcer pelos meus colegas, que estarão para sempre no meu coração”.
O treinador, Guillem Cabestany, deixou o desejo de poder regressar mais vezes ao Museu, até porque, defendeu, o FC Porto tem potencial para conquistar mais títulos num futuro próximo: “Temos jogadores de qualidade, temos estrutura para isso. Não vou prometer títulos, o que posso prometer é que vamos trabalhar para eles. Se trabalharmos todos os dias, se nos mantivermos unidos, como se pôde sentir ontem, podemos voltar aqui muitas vezes”.
Quem também se despede do FC Porto é o treinador adjunto Renato Garrido, que sai da mesma forma que entrou há quase 20 anos, erguendo um troféu. “No primeiro ano em que cheguei ao FC Porto fui campeão como treinador da equipa de iniciados. Nestes quase 20 anos conquistei um total de 32 títulos. Este foi a cereja no topo do bolo”, referiu o técnico “portuense e portista para sempre”.»

Foto|Fonte: FC Porto

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