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O Jornal "A Bola" realizou uma entrevista a Tó Neves, treinador da UD Oliveirense, em que este fala um pouco da sua equipa e analisa os principais rivais - FC Porto, SL Benfica e Sporting, na semana em que se estreará na Liga Europeia - edição 2016/17.
«Vice-campeã de clubes, a Oliveirense regressa a uma Liga Europeia de má memória neste fim de semana. Mas este ano, o treinador conta com uma equipa muito reforçada no ataque aos objetivos, nos quais se conta o titulo nacional. O clube de Oliveira de Azeméis é considerado um dos candidatos e Tó Neves assume o desafio.

No próximo sábado, arranca a Liga Europeia, que a Oliveirense terminou em segundo lugar na última época. Já esqueceu a final perdida para o Benfica com queixas da arbitragem?
- Não... É um bocadinho difícil. Procuro não pensar muito nisso. Tento esquecer ao máximo.

Este ano é para vencer?
- Uma Liga Europeia é passo a passo. As nossas perspetivas são feitas por etapas. Vamos querer chegar aos quartos de final. Se conseguimos atingir essa fase, vamos querer chegar à final four.

Pelo menos na I Divisão, a Oliveirense é candidata ao titulo...
- Queremos muito ser candidatos ao título, mas dependerá de alguns fatores, nomeadamente do nosso início de campeonato. Queremos estar nos momentos de decisão e interferir com o título. Gostaríamos de chegar à parte final do campeonato em condições ou muito perto dos primeiros lugares para termos uma palavra a dizer. É a isso que nos propomos.

É certo que é uma das equipas mais fortes do campeonato.
- Partiram jogadores que não queríamos que saíssem. Outros saíram por opção. Tivemos de nos reforçar naturalmente. Há joga dores com grande nome internacional, o que nos dá alguma responsabilidade.

Qual a mais valia dos reforços para a equipa?
- O Bruno Fernandes e o Nuno Araújo conhecem bem o campeonato. Embora os outros três reforços sejam espanhóis, dois são provenientes de um campeonato diferente [Pablo Cancela e Jepi Selva], italiano, e só o Jordi Bargalló é oriundo do espanhol. Temos ainda um português da II Divisão. São jogadores com ritmos diferentes, formas distintas de jogar e naturalmente vão trazer coisas novas. O meu trabalho é conhecê-los melhor, entrosá-los no núcleo existente e enquadrá-los no modelo de jogo.

Jordi Bargalló é namoro antigo, desde o tempo do FC Porto...
- Houve essa hipótese. Mas este ano existiu aproximação e interesse do Jordi em vir. É um jogador completo, que aprecio e estou contente por tê- lo perto de mim e na Oliveirense. É uma mais valia para qualquer clube. O currículo dele fala por si, principalmente com a seleção espanhola, pela qual ganhou mais títulos.

Recrutar jogadores espanhóis é a única hipótese de ombrear com o Benfica, o primeiro a fazê-lo?
- Os jogadores portugueses de topo, ou a maior parte, estão nos grandes clubes. Não temos hipótese de recrutá-los. Quando queremos um jogador maturado o mais fácil é procurar um espanhol, argentino ou até italiano. Nesse caso já é possível contratar um jogador de qualidade. Mas a nacionalidade não é relevante. Na análise ao mercado, procuramos jogadores que ofereçam garantias de uma equipa competitiva. Em termos de portugueses, aqueles que interessavam à Oliveirense, que os há no FC Porto, Benfica ou. Sporting, já estavam fechados.

A equipa parte em desvantagem em relação a Benfica e FC Porto, com plantéis mais constantes?
- Em relação a Benfica e FC Porto é uma desvantagem. Mexeram muito pouco, mantêm a estrutura da última época e até de há mais anos. Naturalmente que partimos atrás nesse aspeto. Agora partimos todos com a mesma vontade e os mesmos pontos.

Entre os rivais, destaca o FC Porto, o clube do seu coração?
- Não o escondo - o FC Porto é o clube do meu coração. A par do Benfica, beneficia de estrutura próxima da existente no ano passado. Nós mudámos mais, tal como o Sporting. Mas não nos podemos esquecer de clubes bem apetrechados, como Barcelos, Juventude de Viana, Valongo, Turquel, Paço de Arcos... Equipas com seis ou sete jogadores de qualidade apreciável, contra as quais as ditas de maior dimensão e com o acumular de jogos, poderão passar por apuros, sobretudo fora de casa.

Como perspetiva o campeonato com sorteio condicionado?
- Sou simplesmente contra o sorteio condicionado. Não acho que tenha lógica nem traga benefício ao campeonato. Até porque é mau para todos, nomeadamente as equipas que levam com o quarteto da frente do último campeonato de seguida, tudo no mesmo mês. Se parássemos com este tipo de sorteio agradávamos a todos.

Elite Cup abriu horizontes
As alterações no controlo do jogo introduzidas na Elite Cup merecem a aprovação de To Neves.
«Os 45 segundos [tempo de ataque] e o descontos de tempo pareceram-me brilhantes e funcionaram muito bem. Espero que quem dirige a modalidade esteja atento e faça tudo para implementá-los porque favorecem-na. Nós, pessoas que gostamos de hóquei em patins, damos as ideias e até as pomos em prática. Mas só nos compete isso. Quem dirige é que tem a função de avaliar e aplicar aquilo que foi dito por todos e de forma unânime», reforça o antigo jogador, que não se recorda de ver «dirigentes de clubes, treinadores ou árbitros reunidos numa só sala a discutir o que e importante, a modalidade», como aconteceu á margem da Elite Cup. «Sairam ideias de pessoas que estão no campo para a melhoria da modalidade.»»

Fonte: Jornal "A Bola"Foto: Alfredo Pinho

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