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Helder Nunes Jornada 5 Campeonato Nacional Hoquei em Patins FC Porto Valença 16 10 16

«Hélder Nunes marcou uma “manita”​ na goleada ao Riba d’ Ave: o mérito é do “trabalho coletivo”, aponta
Demorou cerca de nove meses, 294 dias, a repetir uma marca, pouco comum na carreira: a de apontar cinco golos num só jogo. Em abril do ano passado, Hélder Nunes ajudou o FC Porto Fidelidade a seguir em frente na Taça de Portugal com uma manita ao Tigres de Almeirim (12-5). Este sábado voltou a fazê-lo na vitória contundente sobre o Riba d’ Ave (11-2)​ em Famalicão, concelho do distrito de Braga, onde começou a dar os primeiros passos no hóquei em patins. Na verdade, o defesa/médio nem sequer tinha presente na memória a última vez que tal tinha acontecido - “deve ter sido nos juvenis ou nos juniores”, disse ao www.fcporto.pt -, até porque garante que não vive obcecado por golos: “Não me interessa se são muitos ou poucos. Tento acima de tudo realizar uma boa exibição, dar o meu melhor em prol do coletivo, porque sei que se coletivamente estivermos bem, dificilmente nos ganham e é nisso que eu e os meus colegas estamos sempre focados, na força da equipa”. Palavra de capitão.
Os cinco golos que assinou na 13.ª e última jornada da primeira volta do Campeonato Nacional foram, portanto, resultado de “um trabalho coletivo muito bom” desenvolvido durante a semana e que a equipa conseguiu “executar na perfeição neste jogo”. Valeram por cinco, por cada um dos cinco jogadores que iniciaram o jogo e pelos outros cinco que saltaram do banco para o rinque ao longo dos 50 minutos. “Acabei por ser eu a finalizar, mas poderia ter sido qualquer outro dos meus colegas”, acrescenta o dono da camisola 78, que ainda não tinha marcado neste ano civil de 2017 – a última vez tinha sido na receção à Oliveirense, quando fixou o resultado final (6-4) na conversão perfeita e não menos espetacular de um livre direto.
A proeza alcançada no Pavilhão Parque das Tílias permitiu a Hélder Nunes subir ao primeiro lugar do pódio dos melhores marcadores do FC Porto nesta temporada, deixando para trás Gonçalo Alves, que na temporada também marcou uma mão cheia de golos na receção ao HC Braga (11-2) numa partido do Campeonato. O capitão contabiliza, até ao momento, 24 (18 no campeonato, 2 na Liga Europeia e 4 na Supertaça​), ao passo que o colega de equipa soma 20 (15 no campeonato, 3 na Liga Europeia e 2 na Supertaça).
Dentro do plantel não há lugar a qualquer duelo particular, garante: “A única coisa pela qual lutamos todos os dias é para no fim sermos campeões. É uma competição saudável entre todos tanto nos treinos como nos jogos. Se eu puder passar a bola ao lado para o colega marcar, faço-o. Tenho a certeza que todos eles pensam da mesma forma”.
Golos não costumam ser, portanto, tema de conversa no balneário, “à exceção de um ou outro diferente, que não seja habitual”, como o quarto que Hélder Nunes marcou com a ajuda preciosa da sorte naquele jogo. Na retina ficou o primeiro com que inaugurou o marcador no Riba d’ Ave-FC Porto, numa jogada individual em que depois de tirar o adversário do caminho fletiu para a zona interior e rematou sem hipóteses para o guarda-redes - foi o melhor dos cinco, segundo Hélder Nunes. “Quando muito, falamos sobre golos diferentes, sobre números não falamos”, acrescenta.
A equipa de Guillem Cabestany entra na segunda volta do Campeonato na segunda posição, com 34 pontos, a apenas dois do Benfica, primeiro da tabela, que se deslocará ao Dragão Caixa na 24.ª e antepenúltima jornada. O capitão acredita que a luta “vai ser até ao fim”, não a duas equipas mas a quatro, incluindo no grupo a Oliveirense, terceiro classificado, com menos um ponto que os portistas, e o Sporting, com menos seis.»

Foto|Fonte: FC Porto

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