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AE Física D - Parede FC 4-3 (Golo de Ouro)

Realizou-se este Domingo em Torres Vedras, o último jogo dos quartos de final da Taça de Portugal, havendo a curiosidade acrescida de perceber qual das 2 equipas em confronto, iria conseguir ser a única do escalão secundário a chegar à derradeira fase, da 2ª competição com mais prestigio do calendário nacional, e onde já tem lugar marcado SL Benfica e FC Porto (que vão reeditar numa das ½ finais, a final da época passada), para além do SC Tomar, que aguardava com atenção o desfecho desta partida, para assim ficar a saber o seu adversário.
Estavam então lançados os dados, para um excelente espectáculo, o que realmente viria a acontecer, com as duas equipas a mostrarem firme disposição em seguirem em frente na competição, com Fábio Cambão a ser o MVP deste jogo ao apontar três dos golos da Física, o último dos quais o que decidiu a eliminatória para a formação torriense.
Entrou mais forte a Física, mas seria o Parede a ganhar vantagem por intermédio de José Gago, que numa rápida transição ofensiva, consegue desfeitear “Gordini” pela 1ª vez, quando estavam decorridos pouco mais de 7 minutos.
Pouco tempo depois, o Parede tem uma oportunidade soberana para ampliar a sua vantagem, mas Ricardo “Gordini” Miranda não permite que Diogo Pereira, converta a grande penalidade de que dispôs.
A Física, procurava o tento do empate, que viria a obter por intermédio de Garrancho, na transformação de um LD, a punir uma falta de Gonçalo Fernandes sobre André Gaspar, quando este se ia a isolar, tendo o jovem do Parede sido admoestado com cartão azul.
Os últimos 10 minutos do 1º tempo continuaram a ser equilibrados, embora o sinal mais fosse quase sempre da equipa da casa, sendo neste período “Pipas” o guarda redes em destaque na equipa anfitriã, tendo inclusive evitado que Gaspar colocasse a sua equipa em vantagem, ao retirar-lhe o “pão da boca” na sequencia da marcação de mais um livre directo, desta vez na sequencia de um Azul mostrado a José Gago, por carga sobre Fábinho.
O 2º período começou então com o empate a prevalecer no marcador, mas foi “sol de pouca dura” pois o jovem Fábio “Fabinho” Cambão, que viria a ser a chave desta partida, resolveu entrar em acção, e com uma “pedrada do meio da rua” dá a 1ª vantagem do jogo à sua equipa, com Pipas a parecer não ter visto a bola partir.
Este golo, teve o condão de empertigar a equipa do Parede, que rapidamente tratou de ir em busca de um resultado diferente, algo que viria a acontecer por intermédio de Frederico “Fred” Duarte, quando no momento de grande superação, intercepta uma bola na entrada da sua área, acelerando pelo corredor central, de forma imparável até à área adversária, à entrada da qual desferiu um “míssil” que só parou dentro da baliza, restabelecendo de novo a igualdade.
Faltavam ainda 17 minutos para serem jogados e os ânimos estavam ao rubro, quando Fabinho volta a aparecer em todo o seu esplendor, interceptando um passe na sua meia pista e com uma velocidade estonteante, deixando 2 adversários pelo caminho e já na cara do g. redes, finalizando com êxito ao colocar-lhe a bola por entre os apoios, perante o entusiasmo do público que quase lotava o pavilhão.
Pela 2ª vez, o Parede tinha que correr atrás do prejuízo, e na verdade foi isso que fizeram os pupilos de Pedro Gonçalves, que aos poucos foram ganhando ascendente sobre o seu adversário até que finalmente chegaram ao merecido tento do empate, por intermédio de Ricardo Rocha que vido por de trás da baliza, finalizou em “colher” ao 1º poste, um excelente lance de combinação ofensiva da sua equipa.
Seria então com este resultado de 3-3, que se atingiria o final do tempo regulamentar, havendo no entanto que salientar, que ambas as equipas poderiam ter dilatado o seu score, caso tivessem aproveitado as bolas paradas de que dispuseram.
No lado da Física, Garrancho (ainda com o resultado em 3-2) e Gaspar (já nos instantes finais) desperdiçaram os LD que tiveram ao seu dispor. Já do lado do Parede, foi Ricardo Lopes (poucos instantes antes do LD de Gaspar) também desperdiçou a oportunidade de colocar a sua equipa em vantagem.
Com 3-3 no final do tempo regulamentar, teve então de recorrer-se a prolongamento (com Golo de Ouro) para se determinar o vencedor.
E aí, foi uma vez mais “uma estrelinha” de nome “Fabinho” a iluminar o caminho das meias finais á sua equipa, pois seria este jovem que aos 2 minutos deste tempo extra, voltaria a ser o protagonista com uma forte sticada, desferida de ½ distancia, a obter o Golo de Ouro que colocou a Física na Final Four da Taça de Portugal.

Fonte – José Carlos Gaspar * Foto - Vítor Pimenta

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