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«Viagem de Oliveira do Hospital, onde a equipa sénior feminina de hóquei em patins da Sanjoanense foi jogar, até São João da Madeira deveria ter demorado cerca de duas horas, mas durou mais de doze.

A viagem de Oliveira do Hospital até São João da Madeira, onde as seniores femininas de hóquei em patins da Sanjoanense foram jogar, partida que até esteve interrompida pela falta de luz provocada pelos incêndios, deveria ter demorado cerca de duas horas mas durou mais de doze. Devido à calamidade que atingiu o país, a comitiva, apanhada desprevenida sem roupas para mudar e sem comida, ficou retida em Oliveira de Frades.

A nossa sorte foi termos parado num café. O proprietário deu-nos água e comida mas, entretanto, o fumo veio para a cidade, entrou no café e tivemos que ir para as casas de banho, com lenços e camisolas, para respirar, enquanto os pais vinham cá fora apagar fagulhas que podiam incendiar algum carro. Muito perto de nós ardeu uma casa e ficamos assustadas", conta a jogadora Inês Ferreira.

A comitiva permaneceu refugiada até depois das três da manhã, altura em que os pais das atletas conseguiram levar o conjunto para uma pensão. "Ficamos no chão, deram-nos mantas mas eu, pessoalmente, só dormi duas horas. Dormimos com os fatos de treinos, algumas colegas tinham que estar com as lentes de contacto e, de manhã, disseram-nos que tinham reaberto as estradas, não tínhamos água, lavamos a cara com a água que tínhamos comprado na véspera e chegamos a São João da Madeira pelas 10h00", relata a avançada entre tosse e dores de garganta que guarda como mazelas.»

Foto|Fonte: Jornal "O Jogo"

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