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«Continua a polémica e confusão no hóquei em patins europeu. Depois do CERS-RH, comissão europeia da modalidade, ter considerado os equipamentos de Carles Grau (FC Porto), Guillem Trabal (Benfica) e Ângelo Girão (Sporting) «escandalosamente irregulares», por diferentes motivos, eis que duas das mudanças comunicadas no passado sábado foram retiradas.

No comunicado emitido no passado sábado, o CERS-RH dava a conhecer as novas normas para os acessórios usados para a prática do hóquei em patins: capacetes, sticks e peitilhos para os guarda-redes, sendo que o último já tinha sido implementado no último Mundial. Porém, duas das medidas já foram retiradas: sobre os capacetes e os sticks.

«O CERS-RH limitou-se a fazer cumprir nas provas europeias as normas publicadas pela FIRS (Federação Internacional de Patinagem). Contudo, não sendo insensível às críticas e, após conversações com o presidente da FIRS, convocou reunião com a comissão técnica, a qual deliberou, por unanimidade, aprovar os atuais sticks e capacetes, mantendo a proibição do peitilho [aumentado], como a FIRS já fizera no Mundial», referiu Fernando Graça, presidente do CERS-RH, em declarações reproduzidas pelo jornal OJogo.

No que diz respeito aos capacetes, a decisão poderá estar relacionado com um estudo do Labiomep, laboratório de biomecânica da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, que defende que os capacetes aprovados pelo CERS-RH não são seguros para a prática da modalidade.

«Não testámos a máscara [de Carles Grau], mas parece a mais segura. As atuais oferecem riscos, porque os guarda-redes utilizam a cabeça quando defendem, tendo o queixo apoiado, e porque o revestimento à frente não dá garantias face a remates a 136 km/h», afirmou Mário Vaz, responsável do laboratório que realizou o estudo.

Já o stick, continuará como era anteriormente: «a parte inferior tem de ser plana, com comprimento máximo de 115 cm e mínimo de 90 cm, um aro de 5 cm de diâmetro e peso nunca superior a 500 gramas». A proposta do CERS-RH era para que o modelo da pá fosse menos curva, mas a decisão foi retirada.

Em suma, a única das três alterações que se mantém é a proibição do uso do peitilho aumentado para os guarda-redes, usado por exemplo por Ângelo Girão no jogo diante do Quévert, a contar para a Liga Europeia. Esta decisão já vem desde o último Mundial, após ordem da FIRS. Agora, o CERS-RH, segue o mesmo regulamento e no que toca a Portugal, será a Federação Portuguesa de Patinagem a decidir.»

Foto|fonte: Zerozero.pt

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