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«Pedro Henriques garante que não houve «aventuras alimentares» no seu Natal em família, até porque se aproxima um clássico, com o Benfica a receber o FC Porto amanhã, às 18h, na 10.ª jornada do Nacional da I Divisão.

«O Natal foi, como sempre, em família, com as pessoas de quem mais gostamos.Há crianças e tentamos estar com a minha família e a da minha namorada. Comida é quanto baste. Nesta altura do campeonato não há espaço para relaxar» , contou, rindo, antes de mais um treino, assumindo que o melhor presente de final de ano seria mesmo ganhar ao FC Porto e conquistar os três pontos.

«Nada mais, nada menos que isso», disse um dos guarda-redes da equipa encarnada, atual 2.ª, depois de ter cedido a liderança ao Sporting na última jornada.

«Acabar o ano na liderança não depende de nós. O que depende de nós é jogarmos para conquistar os três pontos. É a única coisa em que pensamos esta semana, porque só ganhando conseguimos regressar à liderança e perseguir o objetivo principal que é sermos campeões nacionais.

Temos, neste jogo com o FC Porto, o objetivo igual aos dos outros todos: vencer!», apontou o jogador de 27 anos, numa altura em que o Benfica tem 25 pontos, a 2 do líder Sporting (27), com mais 1 do que o atual campeão FC Porto (24) e mais 2 do que a Oliveirense, em cuja casa cedeu o único empate da época (8 vitórias e 1 empate), na 9.ª jornada.

«O empate da semana passada não abala os objetivos para esta semana e para as seguintes. Foi um jogo com muitas adversidades, nada que não contássemos apanhar... Empatámos num confronto com o adversário direto e candidato ao título. No próximo fim de semana, voltamos a ter um confronto com outro rival direto e candidato ao título. Chega esta fase em que os candidatos se defrontam entre si» , avaliou, garantindo que a equipa está pouco preocupada com o percurso dos dragões, que venceram ao Paço de Arcos na 9.ª jornada, depois de terem sofrido a primeira derrota na ronda anterior, ante o Barcelos. 

«Pouco nos interessa os resultados dos outros. temos um caminho definido e apenas olhamos por nós. Este plantel tem toda a qualidade para o seguir e conquistar o objetivo [ser campeão nacional]», disse o guardião, recusando que a conquista da Taça Intercontinental, em Réus, quatro dias antes do jogo com a Oliveirense, influenciasse a prestação da
equipa da Luz. «A Taça Intercontinental é competição diferente. O objetivo foi traçado e alcançado. Disse, logo depois de termos ganho essa final, que o chip mudaria rapidamente para o campeonato nacional e, neste momento, está cem por cento virado para o jogo com FC Porto.»

Liga Europeia 'vezes' três

Pedro Henriques já tem três Ligas Europeias no currículo: duas conquistadas com a camisola do Benfica, em 2013 e 2016, e outra pelos espanhóis do Reus, em maio deste ano, quando estava a jogar no clube por empréstimo dos encarnados (2016/17).
«Cada uma foi especial pelo contexto. Em 2013, ganhámos ao FC Porto na final, no Dragão. Terá sempre um significado especial para o resto da vida de cada um dos jogadores que conquistou essa Liga Europeia. Em 2016, vencemos em casa [à Oliveirense] no mesmo dia em que a equipa de futebol do Benfica se sagrou tricampeã nacional. Também tem um significado especial. Este ano, jamais esquecerei porque foi numa época de mudança, de risco, de coragem para fazer essa mudança e que acabou da melhor forma possível a nível pessoal, porque conquistei mais uma Liga Europeia. Mas esses objetivos já lá vão! Há muitos mais para conquistar neste clube», apontou o guarda-redes, não descartando voltar a Reus... «Voltarei de certeza, nem que seja de férias», disse, sorrindo.

«A vida de um desportista nunca pode ser planeada por completo e eu gosto de viver cada momento. Agora, nada mais me
passa pela cabeça a não ser estar aqui, a representar o Benfica. Quanto ao Réus, é um clube pelo qual tenho um carinho especial e penso que é recíproco por parte das pessoas de lá. Foi uma época que acabou com sucesso. Uma Liga Europeia é o expoente máximo em competições de clubes a nível europeu... E, no hóquei em patins, quando se fala a nível europeu, significa a nível mundial», sublinhou.

Sem pressão no Benfica ou no Reus

Pedro Henriques já jogou pelos dois... e também já os defrontou como rival No último dia 20, o Benfica bateu o Reus e conquistou a Taça Intercontinental, cerca de sete meses depois de os encarnados terem sido derrotados pelos espanhóis nas meias da final four da Liga Europeia — que o Reus venceria, ao bater a Oliveirense na final. Pedro Henriques estava com a camisola encarnada na Taça e com a do Reus na Liga Europeia... Nada que condicionasse a prestação.
«Na Liga Europeia, o jogo contra o Benfica era igual a qualquer um dos que fizemos frente aos restantes clubes que tivemos de defrontar até ganhar a final. A nível sentimental, se calhar algumas pessoas podem pensar que senti maior pressão, mas não me revi em nada disso! Como bom profissional que me considero — e como qualquer outro colega teria feito — joguei para ganhar. Se não tivessemos ganho, felicitaria os meus colegas, tal como eles me felicitaram», explicou, usando o mesmo discurso para avaliar a final ganha contra o Reus, na Taça Intercontinental.
«Foi mais uma final, um objetivo para conquistar... E se não tivessemos ganho seria porque o Reus tinha sido superior ao Benfica. E receberiam as minhas felicitações», garantiu, dizendo que «foi um ótimo presente de Natal».
«Uma Taça Intercontinental significa que somos campeões do mundo e, para disputar essa Taça, temos de ganhar uma Liga Europeia. Em mais de 100 anos de história do Benfica, o clube tem duas Ligas e, na sequência, duas Taças. É de um valor enorme!' »

Foto|fonte: Jornal "A Bola"

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