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Clubes querem saber se o Tomar terá utilizado irregularmente Alexandre Marques, espreitando a oportunidade de reaver pontos perdidos
A pena de suspensão de um ano aplicada pela ADoP (Autoridade Antidopagem de Portugal) a Alexandre Marques (Sp. Tomar), por incumprimento no Sistema de Informação sobre a Localização, está a causar dúvidas a alguns clubes, tendo levado a Oliveirense a pedir esclarecimentos à Federação de Patinagem de Portugal (FPP), enquanto outros ponderam fazer o mesmo. Tudo porque a pena imposta ao jogador, cujo acórdão foi divulgado pelo Conselho de Disciplina da FPP no passado 2 de maio, retroage a 30 de junho de 2017, tendo, apesar disso, o atleta sido utilizado durante a época em curso, uma vez que, e de acordo com o Sp. Tomar, "nunca foi suspenso preventivamente". A O JOGO, João Araújo, dirigente da Oliveirense, informou ter "enviado à FPP um pedido de esclarecimento", enquanto Marco Afonso, presidente do Paço de Arcos, admitiu: "A FPP terá de se pronunciar. Vamos querer saber qual a sua opinião." Já o Valença e o Turquel não tomaram ainda uma decisão e o Valongo não pretende agir.
Em causa está o facto de os clubes entenderem que podem resgatar pontos perdidos contra o Tomar, alegando utilização irregular do jogador, o que ganha mais relevância num momento em que faltam três jornadas para o fim do campeonato e alguns lutam pela permanência, como Turquel, Paço de Arcos, HC Braga e Valença.
Outra luta é a da Oliveirense, que defende o quarto lugar, último posto de acesso à Liga Europeia, e perdeu em casa com o Tomar, mas também a do Barcelos, eliminado pelos nabantinos nos oitavos de final da Taça de Portugal. A O JOGO, a Direção do clube minhoto apenas afirmou que "a questão está entregue ao departamento jurídico".
Uma eventual penalização ao Sp. Tomar - derrotas nos jogos em que utilizou o jogador e despromoção - não afetaria as contas do título, já que os três grandes venceram sempre os nabantinos. Questionada sobre a movimentação dos clubes, a Direção da FPP foi clara: "Já estamos a trabalhar no sentido de que os clubes sejam, obviamente, esclarecidos."
Os clubes interrogam-se sobre a não suspensão preventiva (segundo as normas da ADoP, não é exigida em casos de incumprimento no sistema de localização) perante uma pena retroativa.

Ivo Santos: "O Tomar nada receia"

"À data do incumprimento, o atleta era do Turquel. Em agosto, quando o inscrevemos, nunca houve impedimentos. Em outubro, o atleta é notificado de um processo de inquérito e nunca foi suspenso preventivamente. O Tomar não receia nada, porque não fez nada de errado. Aos clubes assiste-lhes o direito de fazer o pedido de esclarecimentos que entenderem", esclareceu a O JOGO Ivo Santos, presidente do Tomar, sublinhando: "O atleta em causa até teve uma época complicada, com problemas físicos, e ainda está com acompanhamento psicológico por causa dos incêndios em Oliveira do Hospital."

Fonte – Jornal “O Jogo”