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O “Avô” da Bélgica, de 52 anos, leva com humor a fama, mas põem-se sério ao falar do futuro negro da modalidade no seu país.
A Bélgica havia sofrido até ontem 53 golos em três partidas. Um mais que os anos, 52, que tem Serge Berthels. Primeiro estão as grandes figuras do europeu, como Hélder Nunes, Raul Marín e depois, ele. “Até já vieram meninos pedir-me autógrafos”, diz com surpresa. A fama apanhou-o totalmente desprevenido. “Não esperava tanta atenção para comigo”, admite.
Uma arma com dupla face. Porque está numa seleção que só se diz “de nível pobre”, que há no seu país, como reconhece, mas que pode ser a semente que ajude à renovação e ao recomeço da modalidade. De contrário “o hóquei está morto, na Bélgica em menos de dez anos”.
A situação é preocupante. Ontem houve uma reunião da CERS com representantes da Bélgica e Holanda para tentar criar bases de apoio para o futuro da modalidade nos dois países. É a única forma para que o hóquei cresça, e que em mais países haja praticantes.
E é um facto que na Bélgica está em retrocesso. “Eu jogo porque adoro o hóquei. É o desporto que amo. Mas também porque não há mais ninguém”, disse, acrescentando que “para o próximo Europeu gostaria de voltar, mas como adjunto
Há já 22 anos que a Bélgica não vinha a esta competição, e Berthels de facto, já havia estado na ultima participação do país, e a seleção, já na altura, levava goleadas atrás de goleadas. O ponto de partida não é o melhor mas ao menos há um e em parte graças ao seu sacrifício e dos seus companheiros, que para estar na Corunha, tiveram que pagar do seu bolso as despesas e o alojamento na cidade.
Percebe-se que não é nenhuma brincadeira, ainda que Berthels, sempre amável e com um sorriso, ache graça e não se importe com o facto de lhe chamarem “avô”. “Se o camisola 5 da Bélgica marcar um golo, pago uma rodada”, anuncia o speaker do Pavilhão do Riazor antes da partida frente à Espanha.

Frente à Inglaterra, já lhe custou uma camisola, porque o Belga arrancou um disparo à entrada da área, que mostrou que a qualidade não tem idades. No entanto, no que toca à recuperação, não o pode negar, é agora muito mais difícil. De manhã todos os seus companheiros estavam no “Riazor” a ver o jogo da Holanda. O selecionador Tonny Van Den Dungen, brincou ao dizer que “o Serge está no Hotel, porque tem que descansar”.

Fonte /Foto – www.laopinioncoruna.es