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Na partida mais importante da 16.ª jornada do CN da 1.ª divisão, o SL Benfica recebeu no “Fidelidade” a UD Oliveirense com a formação encarnada a não conseguir superiorizar-se à Oliveirense com a partida a terminar empatada a 3 bolas.
O que se viu nos primeiros minutos em pista foi um Benfica com iniciativa de jogo e com maior posse de bola. A jogar perante o seu público, os comandados por Alejandro Domínguez mostraram logo ao que iam.
Boa combinação entre Adroher e Valter Neves, com o espanhol a receber na área, a rodar sobre si mesmo e a oferecer ao capitão a oportunidade para fazer o 1-0 (3’).
A vencer, esperava-se um Benfica em busca do 2-0, mas a surpresa caiu no Pavilhão Fidelidade minutos depois…
Remate de longe, o esférico fica num emaranhado de pernas, sobrou para Marc Torra que, caso sem ângulo, bateu Pedro Henriques.
Com novo empate no marcador, o ritmo das oportunidades desceu um pouco, mas aos 7’, a Oliveirense voltou a estar perto do golo. Pedro Henriques a meias com o poste evitou o 1-2.
Segundos depois, o Benfica respondeu com novo remate certeiro e festejos nas bancadas da Luz.
Aos 8’, Ordoñez trabalhou bem sobre a defesa da Oliveirense, assistiu Adroher, que atirou a contar.
Com nova vantagem no marcador, o Benfica tentou gerir com bola o 2-1 no resultado através de uma defesa concentrada e saídas rápidas para o ataque.
Bola cá, bola lá, com os ataques a tentarem o golo, mas impedidos por excelentes intervenções de Puigbi e Pedro Henriques, guarda-redes da Oliveirense e do Benfica, respetivamente.
Aos 16’, Ordoñez descaiu para a esquerda no ataque e desferiu um remate ao ângulo superior esquerdo da baliza da turma de Oliveira de Azeméis. Totalmente indefensável para Puigbi.
Com dois golos de vantagem, as águias não baixaram o ritmo e em vários contra-ataques venenosos – alguns em vantagem numérica – poderiam ter feito mais golos. A falta de eficácia e Puigbi foram evitando males maiores para a Oliveirense.
Primeira parte muito bem jogada, com golos e bons momentos na pista do Pavilhão Fidelidade. Mais forte o conjunto da casa que saiu para o intervalo a vencer, por 3-1.
Na segunda metade, a Oliveirense entrou melhor, com maior posse de bola e a tentar em todos os ataques levar perigo à baliza do Benfica. Reduzir o marcador para 3-2 era o objetivo. O Benfica, por seu lado, geria a vantagem, organizando os ataques com paciência.
Aos 31’, Casanovas derrubou Jorge Silva na área e a equipa de arbitragem assinalou grande penalidade para a Oliveirense.
Marc Torra superiorizou-se a Pedro Henriques no frente a frente e marcou o segundo tento do conjunto nortenho.
Ao golo sofrido respondia o Benfica com saídas rápidas para o ataque, mas a sorte nada queria com os comandados por Alejandro Domínguez. Os remates, ora saíam para fora, ora eram travados por Puigbi.
Marc Torra completou o hat-trick aos 37’, com um remate de longe, forte e colocado. Fica a ideia de que Pedro Henriques não vê a bola partir.
Após conseguir o empate, os comandados por Renato Garrido acreditavam que era possível consumar a cambalhota no marcador e contabilizaram sucessivos ataques, com remates defendidos por Pedro Henriques. O Benfica, por sua vez, aos 42’, obriga a Oliveirense a cometer a 10.ª falta e teve direito a um livre direto.
Porém, no momento da verdade, Ordoñez não conseguiu desfeitear Puigbi, com o remate do argentino do Benfica a bater no poste. Sorte para a Oliveirense!
Aos 49’, A bola bateu no patim de Casanovas e os árbitros assinalam grande penalidade. Marc Torra bateu o castigo máximo, festeja, mas não foi considerado golo. Todavia, fica a ideia de que a bola transpõe a linha de golo e entra na baliza das águias.

Fonte/Foto- SL Benfica * Texto- Marco Rebelo