a c e b o o k
  • This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

 

  • Hot
  • Top
  • Outras

FC Alverca termina com ...

Segunda-feira , Mai 23 2022
53

Tiago Almeida deve ...

Segunda-feira , Mai 23 2022
31

Play- Off – Resumo do SC ...

Segunda-feira , Mai 23 2022
18

Hóquei fica mais pobre

Segunda-feira , Jul 30 2018
61970

Patinagem reconhecida ...

Segunda-feira , Nov 09 2015
30699

CM Feminino- Portugal ...

Sábado , Out 01 2016
24906

Taça de Portugal - Saiba ...

Segunda-feira , Dez 04 2017
1735

CN Sub13 Fase Final: CD ...

Segunda-feira , Jun 27 2016
2194

2.ª Sul- Candelária ...

Segunda-feira , Nov 16 2020
644

ventosaterapia

reive

Reinaldo Ventura nunca esqueceu o Barcelos e deixou Itália para regressar ao Minho. Assinou por uma época e diz que está ansioso pelo primeiro jogo
Quando, no final de 2019, Reinaldo Ventura sentiu vontade de voltar a Portugal, não sabia que jogaria de novo no Barcelos. Já tinha dado continuidade a uma carreira recheada de êxitos no clube minhoto e não esconde agora o entusiasmo de vestir de novo a camisola com que conquistou duas Taças CERS (atual Taça WSE). Ventura tem estado em isolamento, em Itália, onde não se joga mais esta época, e o Trissino está em negociações com os jogadores.
Quando tomou a decisão de regressar a Portugal já tinha algum convite?
O meu projeto de vida passava por voltar a casa e tinha isso claro há um tempo. Depois disso, surgiram algumas abordagens e fiquei muito feliz quando surgiu o Barcelos.

Tenciona terminar a carreira no Barcelos?
É um clube que me marcou muito. É uma possibilidade e seria um prazer, mas já deixei de prever o futuro. Não sei o que vai acontecer.

Já disse que gostaria de ser treinador. Vai continuar a treinar na formação?
Tenho o nível três e quero continuar a preparar o futuro. Foi algo que foi falado, mas não está nada decidido.

Quando saiu, imaginou que ia regressar?
Quando decidi ir para Itália, fi-lo também por motivos familiares. Era um projeto que ia permitir passar mais tempo com os meus filhos, o que até então não conseguia, e a ideia de voltar sempre esteve presente. Sempre pensei nisso.

Se fosse hoje voltaria a ir para Itália?
Vivi dois anos maravilhosos em Viareggio. Fui muito bem recebido e fiz muitas amizades. Jamais esquecerei aquela cidade.


O que mais recorda dos dois anos anteriores, em Barcelos?
O amor dos adeptos pelo clube. É algo que me cativa. Eles têm a mesma vontade de vencer que eu tenho. Lembro-me muito da Taça CERS ganha em casa, dos milhares de pessoas que nos esperavam à chegada ao pavilhão e todo o ambiente fantástico que se seguiu. E lembro-me sempre da Taça CERS ganha em Viareggio, da chegada ao aeroporto e das estradas repletas de gente.

Esteve quase toda a vida no FC Porto, dois anos no Barcelos e fala deste clube com enorme carinho. O que o marcou em apenas duas épocas?
Joguei num clube que tinha uma grande rivalidade com o Barcelos e já tive oportunidade de contar que sempre que jogava em Barcelos era insultado; acabou por ser engraçada a empatia que criei quando mudei de lado. As pessoas de Barcelos têm o mesmo amor pelo clube que eu tenho pela modalidade. Senti-me mesmo muito bem em Barcelos.

Na sua mensagem, via Facebook, já falou em ganhar troféus. Ansioso?
Tem de ser sempre uma ambição e um objetivo. Não há outra forma de encarar as coisas: é ganhar, ganhar.

Qual o jogo que mais vontade tem de jogar?
-Fazem-me falta grandes ambientes, mas, mais do que este ou aquele jogo, tenho saudades de jogar e de treinar. Estou ansioso pelo primeiro jogo e por sentir o calor dos adeptos.

Pouco tempo depois de se tornar público o seu regresso a Barcelos, Luís Querido publicou nas redes sociais uma mensagem de apoio. Está pronto para reencontrar um amigo especial e capitão de equipa?
- O Luís jogou comigo no Barcelos, foi meu adversário em Itália e agora estou muito feliz por poder voltar a jogar ao lado de um amigo. Foi uma das pessoas com quem falei, mal se soube que ia para Barcelos.

E vai reencontrar o seu ex-selecionador...
Estou muito grato ao Rui Neto por se ter lembrado de mim. Fico feliz pela coragem de um treinador, ao não olhar ao bilhete de identidade, mas ao que um jogador pode levar à equipa.

Fonte- Jornal “O Jogo”- Foto- Pedro Correia/Global Imagens

4 Quinta