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O HC Marco através do seu Presidente, em entrevista dada ao Jornal online “A Verdade”, mostrou a sua indignação pela decisão da FPP relativamente ao desfecho dos campeonatos nacionais, em particular com a definição de descidas e subidas de divisão.
Perante o Estado de Emergência decretado face à pandemia de COVID-19, ficou definido o término da edição 2019/20 das competições nacionais realizadas em pavilhões
O HC Marco que milita na zona Norte da 3.ª Divisão Nacional jogou pela última vez a 1 de março, no dérbi do concelho de Marco de Canaveses diante da ACD Vila Boa do Bispo.
António Araújo, presidente do clube citadino, mostra-se indignado com a solução proposta pela Federação de Patinagem de Portugal para definir as posições finais do campeonato: uma liguilha entre os dois primeiros classificados de cada divisão e os três últimos classificados da divisão acima (em todas as zonas), segundo a classificação atual.
No caso da Terceira Divisão de Hóquei em Patins - Zona Norte, isto significaria que o líder CD Póvoa (43 pontos) e o vice-líder HC Maia (40) lutariam pela subida com emblemas da Segunda Divisão. Ora, o USC Paredes (40 pontos) e o HC Marco (37) têm menos um jogo disputado do que as duas equipas do topo, pelo que, dada a distância pontual, ainda lhes era matematicamente possível entrar na luta pela promoção caso tivessem disputado essa partida em atraso.
"É uma tremenda injustiça. Neste momento, a oito jornadas do fim, estamos a três pontos da zona de subida. O Maia tem mais um jogo e nós tínhamos vantagem no confronto direto em relação a eles. Tanto nós como o Paredes, se tivéssemos esse jogo, podíamos estar na disputa pela subida", defendeu António Araújo, que acrescenta ainda o facto de, com a solução proposta pela federação, "correr-se o risco de ninguém subir na nossa zona".
À luz destes factos, o dirigente encetou contactos com os responsáveis dos campeonatos das zonas Centro e Sul para que estes adiram à solução alternativa que propõe: "uma liguilha entre os quatro ou cinco primeiros e outra entre os últimos de cada divisão para definir quem sobe e desce. O que defendemos é que haja a garantia de que dois clubes de cada divisão sobem", explicou.
Para finalizar, António Araújo mostra-se preocupado pelo facto dos clubes em risco de despromoção estarem a pressionar a federação para seguir a solução de uma liguilha única entre clubes de ambas as divisões, o que, reforça, seria "injusto".
“Há pressão dos clubes da segunda para apoiar a federação, porque há a probabilidade de não descerem. Um clube da segunda que fez quatro pontos pode manter-se e um clube da terceira com 40 pontos pode não subir. O que queremos é chegar à solução mais justa possível”.

Fonte/Foto – www.averdade.com 

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