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As dúvidas, as incertezas e as injustiças que poderão surgir neste caso, “estranho” e impensável à uns meses, com o surgimento do Covid-19, e consequente términus dos campeonatos nacionais, tem levado a muito celeuma.
Se de um lado muitos tem como justa a decisão da FPP no que toca às descidas e subidas, outros não se conformam, e apresentam argumentos que quer queiramos, ou não, tem “substrato” para colocar dúvidas à propalada “liguilha” que a FPP, pelos vistos quer fazer avançar.
Depois de olhar para os campeonatos europeus, em particular o de Espanha, Itália e França, que perfazem, com o campeonato luso, as quatro melhores provas de clubes europeus, ainda se adensa mais a forma que a FPP quer “rematar” este campeonato 2019/2020.
A OK Liga foi dada como terminada com o Barcelona a ser proclamado campeão, não havendo descidas e fazendo o alargamento para 16 equipas com a entradas dos 2 primeiros classificados da OK Plata.
Em Itália, deu-se por encerrado o campeonato, não se proclamando nenhum campeão, não haverá descidas e a exemplo de Espanha, sobem duas equipas, com o consequente alargamento da prova.
Por fim em França, com 5 jornadas ainda para se jogar, o campeonato foi dado por terminado, o Saint Omer, declarado campeão e aqui as duas últimas classificadas descem e sobem as duas melhores classificadas da 2.ª divisão gaulesa.
Quanto a Portugal, as dúvidas são mais que muitas, e subsistem até à decisão final da FPP.
Nuno Lopes, atual treinador do SC Tomar, equipa que liderava a zona sul da 2.ª divisão, é um dos que mostra a sua indignação e perplexidade com a “geringonça” que a FPP colocou em cima da mesa.
"Defendi sempre o retomar dos campeonatos, e ainda hoje penso assim, e fico com a ideia que dar por terminada as provas, foi uma decisão precipitada por parte da Federação, embora compreenda a decisão da FPP, porque foi uma decisão conjunta com as outras federações, mas na minha opinião, antes de acontecer esta situação com a Federação, o que estava implícito era que o campeonato recomeçaria quando pudesse ser. Na minha opinião a época 19/20 só a encerrava quando estivesse concluída e só depois arrancaria com a época seguinte.
Isto tudo por causa dos critérios que estão em cima da mesa, da confusão que tudo isto vai ser, do número de pessoas e clubes que vão ser lesadas, por causa de tudo isto, e fiquei sempre com essa ideia até ao final da passada semana”, começou por dizer o treinador nabantino.
Mas a entrevista concedida por Pedro Nunes, Tó Neves e João Simões à “HoqueiPT”, acabou por fazer com que Nuno Lopes tomasse então uma posição clara sobre o desfecho de todo este imbróglio. As palavras dos referidos treinadores pesaram de forma incisiva na opinião de Nuno Lopes que mostra o seu desagrado, embora respeite a posição dos três técnicos.
Se a FPP deu por concluída a prova, e diz no comunicado que há descidas, prossupõem subidas, e que os campeonatos estão terminados, isto até tendo por base o “Regulamento Geral de Hóquei em Patins”, em particular o Art.50 no ponto 6.1.1”, ou seja, o SC Tomar está na 1.ª divisão.
Só que a proposta da FPP levou a uma impensável Liguilha, e ainda por cima a realizar na próxima temporada, e que colocará frente a frente os “pretensos despromovidos”, os dois primeiros classificados da 2.ª divisão, e ainda o melhor terceiro classificado das duas zonas!!!”, foi dizendo.
Se é esta a posição da Federação, nós temos que trabalhar em cenários diferentes. Não vale a pena andarmos aqui a chorar sobre leite derramado, a dizer se ficamos em 1.º, com mais pontos porque é inquestionável a nível nacional que o SC Tomar merece estar na 1.ª divisão pela época que realizou.
Não preciso de argumentar nada, porque isso contrapõem com o facto de o campeonato ter sido dado como terminado, embora consciente que matematicamente não tinha ainda subido.
Neste sentido e entendendo a posição da FPP, com os campeonatos concluídos, há duas provas, que é as dos play-offs de subida dos 2.º classificados e o apuramento de campeão da 2.ª divisão, que não pode também ser realizada, seguindo o princípio da conclusão definitiva das provas, porque estas provas estão anuladas. A poder realizar uma delas, a outra também é válida.
Assim e seguindo o meu raciocínio, e sem a possibilidade de apurar o melhor segundo da 2.ª divisão, entendo que o SC Tomar e o SC Marinhense subam diretamente à 1.ª divisão.
Se a FPP quer descer as ultimas duas classificadas, ou quer mante-las e fazer o alargamento, que é essa a ideia que eu defendo, isso fica à sua responsabilidade.
Querem o alargamento, que é o que eu defendo? Acho que devemos alargar para 16 Clubes. Neste cenário não há descidas e no meio de prejudicados e beneficiados a história terminava aqui”, concluiu.

2 Terça