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Edu Castro, treinador do Barcelona, em entrevista a O JOGO, falou de João Rodrigues, ex-Benfica, que está há dois anos no Barça, e Hélder Nunes, ex-FCPorto, que se estreou em 2019/20
Os dedos de uma mão chegam e sobram para contar os portugueses que passaram pelo Barça. Coube a Edu Castro ser treinador de dois dos melhores de sempre e ele fala em "orgulho"
Nunca na história do Barcelona, tinham jogador dois portugueses ao mesmo tempo e muito menos dois campeões mundiais. Edu Castro não lhes poupa elogios, mas também fala da aposta em Xano Edo.

O que acrescentam João Rodrigues e Hélder Nunes ao Barcelona?
- Profissionalismo, qualidade técnica e humana, companheirismo, busca pela superação, ambição desportiva... podia continuar sem parar. São excecionais e adaptaram-se em tempo recorde ao clube, à equipa e à ideia de jogo.

São os melhores jogadores portugueses?
- Em Portugal proliferam jogadores excecionais e eles estão entre os melhores, mas eu evito sempre os termos absolutos do "tudo ou nada", "sempre ou nunca". O que é claro é que Portugal continua a fabricar jogadores de qualidade superlativa e eles são a prova.

Inseridos na nova forma de jogar, inspirada no futebol, como os descreveria?
- Têm uma leitura tática individual e coletiva muito boa. O João adapta-se muito bem ao processo ofensivo da equipa e às finalizações do processo de ataque. O Hélder é essencial para dar continuidade ao jogo como organizador, incorporado nos movimentos de posse continuada, não aberta, e é um passador e finalizador excecional.

Porque não houve na história do Barça mais portugueses?
- Não sei. Podia ter havido muitos mais, mas a mobilidade e as contratações no mundo do hóquei não vêm tanto de trás. Além disso, a Catalunha gera um volume imenso de bons jogadores e também se integraram muitos argentinos que, tradicionalmente, não tinham um campeonato tão forte como o português.
Talvez isso explique algo sobre essa ausência notória.

O Barça também tem Alejandro Edo. Que tipo de guarda-redes é ele? Vê um sucessor para Egurrola?
- O Xano [ndr: filho de Edo Bosch, tem 18 anos, entrou em 2017/18 para a formação do Barça e acaba de ser emprestado ao Calafell] é um guarda-redes excecional. Com os jogadores jovens há que ir devagar, por etapas e observar cuidadosamente a sua evolução. O futuro do Xano dependerá da sua progressão. Aitor [Egurrola] empenhou-se em mostrar-nos que não se pode prever a sua retirada. Estamos a falar de um guarda-redes único e, arrisco-me a dizer, irrepetível.

Porque mudou o Barça a sua forma de jogar?
- Não concebo a alta competição, sem evolução e o objetivo é sermos mais imprevisíveis a cada época. Não mudar, pressupõe o princípio de deixar de ser competitivo.

Fonte- Jornal “O Jogo” * Fotografia: Victor Salgado/FC Barcelona

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