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SC Tomar empatou a 4 bolas frente ao FC Porto num jogo onde o golo que ditou o empate surgiu nos segundos finais apontado por Filipe Almeida, que provocou um autentico balde de água fria à formação portista. Mas já lá vamos.
O Municipal “Cidade de Tomar” recebeu a partida que encerrava a 10.ª Jornada (considerando os jogos que ficaram por realizar fruto do Covid-19) com a equipa do SC Tomar a receber o FC Porto, que vinha de três vitórias convincentes.
Uma primeira parte dividida, e se nos primeiros minutos a equipa leonina até foi mais perigosa, seria o FC Porto, com o correr dos minutos a assumir o jogo e a obrigar a defesa ribatejana a trabalhos esforçados. Mas quase em contraciclo é o SC Tomar que chega ao golo, inaugurando o marcador por “Xanoca” num passe açucarado de “Nery”, faltavam então 2 minutos para o intervalo. Talvez um resultado injusto para o que acontecera dentro de rinque nos primeiros 25 minutos de jogo.
Seria novamente “Xanoca” a elevar para 2-0 numa jogada individual de grande primor técnico logo aos 4 minutos da etapa complementar, perante um FC Porto algo atónico com o que se passava em rinque.
Gonçalo Alves dois minutos depois reduz para 2-1 de GP dando confiança ao conjunto azul e branco que assumidamente quis mudar os rumo dos acontecimentos. Mais pressão sobre a defensiva leonina, que mostrava dificuldades em travar os ataques portistas com o empate a chegar pelo stick de Giulio Cocco aos 17 minutos.
Mas o SC Tomar nem permitiu que a formação de Cabestany festejasse porque “Rubinho” poucos segundos depois colocou novamente os leões a vencer, fazendo o 3-2.
Um FC Porto pressionante, às vezes asfixiante perante um SC Tomar que tinha dificuldades em sair da sua zona defensiva fruto da pressão que os dragões imprimiam ao jogador da bola.
Eis que o SC Toma dispõem, aos 21 minutos, de um LD (10.º falta do FCP) mas “Rubinho” não acerta na baliza de Malian e na resposta é “Rafa” que faz o 3-3 num pormenor técnico individual que surpreendeu Veludo.
O SC Tomar sentiu o “toque” e Gonçalo Alves, de LD (aquando da 10.ª falta do SCT) faz o 3-4, colocando os portistas, pela primeira vez na partida, em vantagem.
Faltavam então 2 minutos para o términus do jogo, e tudo indicava que os Dragões sairiam de Tomar com os três pontos no bornal.
Mas o hóquei tem esta magia, até ao último segundo tudo é possível.
Nuno Lopes sem nada a perder, ou melhor a poder, pelo menos ganhar alguma coisa, já com o minuto final a correr a passos largos tirou o seu guardião, Francisco Veludo, e apostou a “carne toda no assador” ficando com cinco jogadores de campo.
Naquilo que seria última jogada de ataque do SC Tomar, e quando faltavam apenas quatro segundos para terminar o jogo, a bola sobrou, miraculosamente, para Filipe Almeida que no “meio do nada”, e certamente surpreendido, com a “deixa”, teve o discernimento de ajeitar e posteriormente anichar a redondinha no fundo da baliza dos dragões.
Um balde de água fria nas hostes portistas, em contraste com a euforia do banco leonino.
Um empate que deixou um amargo de boca à formação do FC porto, mas que a equipa tomarense tudo fez para merecer. Seria injusto, de parte a parte a derrota, por aquilo que as equipas fizeram, acabando por se justificar esta divisão de pontos, num jogo onde a formação ribatejana, perante um FC Porto “mandão” e senhor em particular na segunda metade também fez pela vida e teve a estrelinha (porque ela embota caia do céu, também se trabalha para que isso aconteça).
Destaque neste encontro para “Xanoca” pela imprevisibilidade, Francisco Veludo, pela segurança que deu à sua equipa, assim como para Gonçalo Alves o mais inconformado, no meio de muitos inconformados do lado dos Dragões.
Após esta ronda o FC Porto soma agora 20 pontos, menos um que a Oliveirense, atual líder da prova com o SC Tomar a subir aos 6.º lugar com 17 pontos.
Na próxima jornada o FC porto recebe a AD Sanjoanense com a formação do SC Tomar a viajar até Viana do Castelo onde defrontará a Juventude de Viana.

Foto- SC Tomar

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