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FC Porto e Sporting CP encontraram-se este sábado no Dragão Arena em jogo a contar para a 21.ª jornada com o resultado final a ficar num empate a duas bolas.

. A partida, que teve Jorge Nuno Pinto da Costa como espetador atento, começou com uma série de homenagens a Alfredo Quintana. Primeiro, os leões ofereceram uma camisola do Sporting com o nome do falecido gigante luso-cubano aos “irmãos” Victor Iturriza e Daymaro Salina. De seguida, os jogadores de ambos os conjuntos ergueram uma faixa para o “Eterno 1”, antes de se cumprir um minuto de silêncio que muito tocou Gonçalo Alves. Mesmo emocionado, o goleador homenageou o amigo Alfredo com dois golos num jogo em que Xavier Malián tudo fez para honrar o guardião por quem a Nação Porto chora, tendo defendido quatro bolas paradas nesta partida e certamente a ser um dos grandes responsáveis pela divisão dos pontos.

Com dez triunfos nos dez encontros anteriores, os detentores do título entraram em pista decididos a vingar a derrota de novembro no pavilhão João Rocha. Logo aos sete minutos, Xavi Barroso dispôs da primeira oportunidade da tarde e esteve perto de inaugurar o marcador do Dragão Arena após jogada estudada. Logo a seguir, Platero é admoestado com a cartolina azul e Gonçalo Alves vê Ângelo Girão negar-lhe o golo três vezes. Ainda em power play, o artilheiro portista disparou à baliza visitante, mas o guardião sportinguista desviou para a trave com os membros inferiores. A meio da etapa inaugural, Gonçalo tornou a colocar Girão à prova a partir da meia distância, contudo o guardião voltou a sair por cima na batalha entre internacionais portugueses. Porém, a cinco minutos do descanso, o 77 portista rematou fortíssimo de longe e Girão foi incapaz de lhe negar o golo outra vez. Depois de fazer o que sabe melhor, Gonçalo Alves beijou a ponta do stick onde tinha escrito o nome do saudoso Alfredo Quintana. Nos derradeiros 64 segundos da etapa inaugural, os Dragões cometeram a décima falta. Na cobrança do livre direto daí resultante, Xavier Malián superiorizou-se ao especialista Ferran Font e manteve a baliza inviolada à ida para o descanso.

No regresso das cabines o jogo manteve-se disputado, com ação em ambos os lados do campo, mas sem que nenhuma tentativa fizesse balançar as redes dos dois conjuntos. Aos dez minutos, o Sporting enviou uma bola ao mesmo ferro que havia negado o golo dos azuis e brancos momentos antes. Enquanto o Sporting se mantinha, há largos minutos, a apenas uma falta de chegar à décima, a equipa de arbitragem assinalou grande penalidade por infração sobre Ferran Font. Só que Malián defendeu o penálti, a recarga de Gonzalo Romero e preservou a folha limpa para os da casa. A décima falta dos leões surgiu imediatamente a seguir, só que nenhum dos árbitros considerou existir qualquer irregularidade. Na sequência desse mesmo lance, o Sporting empata por João Souto. Praticamente na resposta, Gonçalo Alves foi derrubado dentro da área forasteira e voltou a medir forças com Ângelo Girão. Desde a marca de penálti, o goleador não vacilou, desfez um empate de curtíssima duração e repôs a vantagem azul e branca. Pouco depois, após a décima falta dos visitantes, Carlo Di Benedetto desperdiçou um livre direto. O Sporting não perdoou e, na resposta, aproveitou um erro da defensiva portista para fazer o empate no final de dois minutos loucos. O mesmo Di Benedetto viria a cometer a 14.ª falta e o capitão Reinaldo García a 15.ª. Aí, Malián continuou a mostrar por que motivos é considerado um especialista nas bolas paradas e impediu o Sporting de concretizar o livre direto resultante. Poucos segundos depois viria a ser assinalado novo penálti a favor dos lisboetas. O guardião espanhol do FC Porto estava pouco interessado em compactuar com a situação e defendeu tudo, tanto o disparo inicial como a recarga. Últimos minutos de oportunidades soberanas para os dois lados mas o resultado não se alteraria até ao apito final do encontro.

Fonte- FC Porto * Foto- Sporting CP

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