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Treinador da Sanjoanense pede uma definição rápida quanto à transição diretiva no clube e mostra-se orgulhoso pelo campeonato realizado

A época já acabou para a Sanjoanense, que garantiu a permanência na I Divisão de Hóquei em Patins pelo segundo ano consecutivo e terminou a fase regular no nono lugar da prova.

Vítor Pereira, treinador dos alvinegros, não sabe ainda se vai continuar até porque o clube vai a eleições nos próximos meses. Além disso, Pedro Ribeiro, vice-presidente para a modalidade, já disse, em entrevista aos jornais locais, que não vai continuar e está de saída. A transição para uma nova equipa diretiva é algo "urgente", defende o técnico.

"Obviamente um processo eleitoral em junho pode afetar a preparação, pois nessa altura já estarão todos os planteis definidos. Além das mudanças naturais de fim de época, corremos o risco de perder a maioria dos jogadores para outras equipas. Foi-nos comunicado pelo próprio vice-presidente para o hóquei que estará de saída e que a preparação da nova época já não é a seu cargo", adiantou.

No entanto, Luís Vargas, presidente do clube, está a "assegurar a transição". "Será urgente as forças vivas da cidade, aqueles que realmente gostam de hóquei se mobilizem e digam presente para assegurar a continuidade do trabalho realizado em crescendo até agora. A sSanjoanense está num patamar alto do hóquei em patins e todos sabemos o quão difícil foi chegar aqui. Não podemos correr riscos de perder este ritmo e comprometer as gerações seguintes que temos no clube e na cidade. O nome da cidade tem sido elevado com esta modalidade e seria uma pena perder essa referência com tantos sanjoanenses envolvidos", atirou.

"Futuro? Enquanto aqui estiver farei o meu trabalho e colaborarei na minha área de intervenção para que a transição diretiva seja o mais rápida e prática possível. Se vou continuar na Sanjoanense, neste momento não depende só de mim, poderá surgir um vice-presidente, uma lista para o hóquei em patins que prefira outra pessoa no comando técnico da equipa sénior, ou quem venha a ficar possa ter uma visão diferente da minha para o clube e modalidade e poderemos não estar de acordo em relação ao projeto futuro. O que posso dizer é que me sinto bem aqui. No entanto, se for ficar por ficar ou para andar a enganar os adeptos o mais certo é a historia repetir-se e saio pacificamente como sanjoanense que sou", avisou, aludindo a 2015/16, quando deixou o conjunto de São João da Madeira.

Sobre a época, o balanço é "positivo". "Numa temporada tão atípica, com tantos condicionalismos, não só derivado a estarmos a viver uma situação de pandemia, não termos público connosco e as condições que tivemos ao dispor durante a época, o balanço entre o que tínhamos e o que conseguimos foi positivo. Alcançámos aquilo que era o nosso grande objetivo: a permanência. Fizemos um campeonato onde considero que praticamos um hóquei positivo, estivemos presentes na 1947, estávamos a disputar a Taça de Portugal com boas perspetivas de seguir em frente e mais importante para nós o sentimento que dignificámos o nosso clube, a nossa cidade e as nossas gentes", enumerou.


O clube estava apurado para a Taça WS Europa, mas abdicou da presença. Todavia, Vítor Pereira ainda tem esperança de poder marcar presença na competição. "Se fiquei desapontado pela desistência? Ainda estou e ainda acredito que podemos ir. Até ao dia que começar a competição e com tantos ajustamentos e alterações eu acredito, sei que é um pouco "utópico", mas se eu não acreditar quem vai acreditar? Pelo que fizemos a época passada, pelo que nos superamos esta época, acho que a Direção deveria analisar essa situação e com a ajuda da autarquia, que mostrou abertura no inicio da época e das pessoas de São João da Madeira reunir as condições para irmos, nem que fizéssemos um peditório, caso não fosse possível jogar a WSE, ficava para a secção e formação da próxima época. Quem nos ajudasse certamente ia ficar orgulhoso pela prestação em cada jogo que a equipa faria, alem disso será muito difícil estar de 17 de abril a 21 de Agosto sem competir e motivar os atletas para manterem uma dinâmica aceitável", referiu.

No campeonato, a Sanjoanense conseguiu a proeza de empatar, em casa, com Benfica, Sporting e Oliveirense, perdeu por um golo (3-2) com FC Porto e foi derrotada pelo Óquei de Barcelos, mas a jogar em Oliveira de Azeméis, casa emprestada. "Esta é a nossa Sanjoanense. Diziam que a equipa sem público não ia aguentar-se. Esta Sanjoanense com raça, não só na Taça 1947, mas também no campeonato, criou dificuldades a equipas com estruturas enormes quando comparadas com a nossa, isto se existir comparação possível em determinados casos.

Os adversários tiveram de ser competentes para nos tirarem pontos. Pena em determinados momentos termos perdido alguma regularidade, fruto também de lesões, do momento em que estivemos com a situação de confinamento e casos positivos de covid.19, de dificuldades com as instalações e obviamente de sermos uma estrutura amadora e nos faltar detalhes que a este nível fazem toda a diferença. O importante é que dentro de pista tudo fizemos para minimizar as diferenças", terminou.

Fonte- Jornal “O Jogo” * Foto-Tony Dias/Global Imagens

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