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O SL Benfica conquistou a edição inaugural da Golden Cup que se realizou no Riazor em A Coruña, ao vencer na final o OC Barcelos por 5-1.
Um jogo que cedo viu o marcador ser alterado quando Miguel Rocha, aproveitando um passe de Rampulla fez o 0-1, logo aos 2 minutos de jogo.
O Benfica tentou chegar ao empate mas a postura defensiva dos minhotos foi dando para as encomendas, num primeiro tempo pautado pelo equilíbrio e com o resultado a manter-se assim até ao intervalo.
Os primeiros minutos da etapa complementar manteve o mesmo ritmo e o SL Benfica chega ao empate aos oito minutos por Carlos Nicolía numa recarga após um LD favorável aos encarnados.
E seria novamente de bola parada que o Benfica confirmaria a reviravolta no placar, com Ordoñez a fazer o 2-1 de LD após um Azul mostrado a Dário Giménez, corria o minuto 11.
A equipa encarnada motivada e aproveitando algumas desatenções no reduto defensivo dos minhotos chegaram ao 3-1 no minuto seguinte, com Gonçalo Pinto a rematar sem hipóteses para Conti, num contra ataque após o desperdício de um LD por parte do OC Barcelos.
A eficácia das águias falava mais alto. O Barcelos sentiu esta reviravolta, trabalhou para inverter, o rumo dos acontecimentos, mas tinha pela frente um Benfica motivado e bem defensivamente, conseguindo em simultâneo explorar o avanço da formação de Barcelos.
Num jogo de “mata-mata” o Barcelos sabia o risco que tomava, assumiu-o sem pudor, sabendo que poderia ser surpreendido. Votou a ter novo LD aos 17 minutos mas mais uma vez a estrelinha não estava com os minhotos. Dário Gimenez enviou a bola ao ferro e na resposta viu o Benfica aumentar para 4-1 por Manrubia.
Golpe duro nas aspirações da equipa de Rui Neto que acabaria por sofrer o 5-1 aos 20 minutos por intermédio de Pablo Álvarez.
Decididamente era uma tarde com tons de vermelho no Palácio Riazor, com um Barcelos intenso, procurando sempre surpreender, mas a ter pela frente uma Águia astuta, cínica, por vezes e que soube explorar de forma quase eximia as oportunidades que lhe surgiram.
Um triunfo que assenta bem á formação de Nuno Resende, que conseguiu inverter o resultado e a fazer uma segunda parte de grande qualidade, justificando o troféu que se disputava.
No fim a festa foi encarnada num espaço e numa região que é devota à modalidade.

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