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A equipa do Marinhense mantem-se invicta na zona norte da 2.ª divisão, somando 4 vitórias em outros tantos jogos.
No passado sábado deslocou-se a Vila Nova de Famalicão, tendo defrontado a equipa do Famalicense AC, com o triunfo a sorrir aos vidreiros por 3-1.
Num jogo que se esperava equilibrado e onde a equipa forasteira iria ter pela frente um dos melhores conjuntos deste campeonato, o SC Marinhense cedo se adiantou no marcador, quando Tomas Korosec fez o 0-1 aos três minutos.
No minuto seguinte a equipa do Marinhense poderia mesmo ter dilatado o marcador não fosse João Peixoto defender o LD apontado pro Gonçalo Domingues.
Até ao intervalo, várias oportunidades para o marcador se alterar, mas as equipa recolheram aos balneários com o placard a registar 0-1.
O SC Marinhense, a exemplo do que acontecera no primeiro tempo , voltou a marcar cedo, aos cinco minutos, desta feita por David Costa, mas o Famalicense dois minutos depois reduziu para 1-2 por Pedro Silva, na marcação de um LD.
Na resposta veio o 1-3 apontado por Juan Fontan, estavam então decorridos 9 minutos desta etapa complementar.
Até final mais Famalicense, a obrigar a trabalho redobrado à defesa vidreira, mas Marco Gaspar o guardião do Marinhense a estar em destaque ao segurar, uma atrás da outra, as oportunidades que a equipa de Vítor Silva foi criando, em particular dois LD que o guardião da Marinha Grande defendeu.
Triunfo que se justifica pela capacidade defensiva do SC Marinhense assim como pela eficácia em momentos importantes do jogo que valeram três pontos que mantem a equipa da Capital do Vidro na liderança da prova, a par da equipa “B” da AD Valongo.

Foto- António Lopes/ www.hoqueipatins.pt 

Segunda Feira

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O S Alenquer B, equipa que está no lote de potenciais candidatos à subida, sofreu a sua segunda derrota esta temporada ao perder no recinto do GRF Murches por 4-3, em jogo referente à 4.ª ronda do nacional da 2.ª divisão.
Se à partida o Alenquer entrava como clara favorita para este encontro, o que sucedeu foi ver um Murches muito certinho em termos defensivos e a anular de forma inteligente as iniciativas do conjunto de Diogo Ganchas e a aproveitar bem os espaços nas saídas para o ataque. E foi assim que aconteceu o primeiro golo apontado pro Bernardo Pinhal, aos 5 minutos e que colocava o Murches em vantagem.
André Garção empataria pouco depois e “Marinho” teve oportunidade de colocar a equipa do Alenquer em vantagem mas a não concretizar o LD que a sua equipa dispôs. Seria novamente o Murches a adiantar-se no marcador, desta feita por Gonçalo Fernandes aos 16 minutos, com o resultado a manter-se assim até ao intervalo.
Segunda parte mexida e intensa com as duas equipas a procurarem atingir o mesmo objetivo que era o triunfo. Um Alenquer a apostar na meia distância para tentar surpreender a equipa do Murches e é mesmo o Alenquer a chegar ao empate por “Marinho” na marcação de uma GP, aos 7 minutos, mas o Murches nunca se entregou, foi à luta e acaba por fazer o 3-2 por Tomás Cardoso, de GP, estavam então decorridos 15 minutos. Nem houve tempo para grandes festejos, do lado do Murches, porque “Marinho” no minuto seguinte colocou, mais uma vez o empate no placard ao fazer o 3-3.
O tempo corria para o fim, e embora fosse maior a pressão da equipa forasteira, que poderia mesmo ter ganhado vantagem não fosse “Marinho” desperdiçar o LD referente à 10.ª falta do Murches, corria o minuto 23. No entanto acabaria por ser a formação da casa a ser a mais feliz com Tomás Cardoso a fazer o 4-3 à entrada do ultimo minuto da partida. Diogo Ganchas aposta o tudo por tudo e nessa fase final tira o guarda-redes e joga com 5 jogadores de campo, numa tentativa de chegar ao empate, mas infrutifero, com o resultado a fixar-se em 5-4.
Triunfo que se justifica pela entrega da formação de Jorge Silva, perante um adversário mais forte, em termos individuais, mas que claudicou na finalização, acabando por ser penalizada por esse facto.

Foto- GRF Murches

Segunda Feira

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A equipa do SC Tomar recebeu no passado sábado a formação do Oeiras em partida referente à 4.ª jornada do nacional da 2.ª divisão, com a formação tomarense a vencer de forma clara a equipa de Oeiras por 5-1.
Primeira fase do jogo com sinal mais por parte do SC Tomar que confirmou esse domínio com 2 golos apontados por João Sardo aos 8 e 13 minutos respectivamente.
A equipa tomarense mostrava equilíbrio defensivo e ofensivo, a assumir o jogo mas sempre atenta ao seu setor mais recuado, nunca o descorando, e embora a equipa do Oeiras fosse incomodando, sempre que podia o ultimo reduto leonino, percebia-se que a equipa leonina mostrava serenidade e maturidade frente a um adversário de respeito.
O Oeiras reduziria para 2-1 aos 23 minutos, por Diogo Oliveira, mas o SC Tomar mesmo ao suar do gong para o intervalo voltava a mexer no marcador, com Pedro Martins a fazer o 3-1.
O conjunto de Nuno Lopes entrou no segundo período confiante, soube gerir a vantagem que dispunha e aos sete minutos Paulo Passos a aumenta o score para 4-1, deixando ainda mais tranquila a equipa ribatejana.
O Oeiras teve oportunidade de reduzir mas Gonçalo Suíssas a não conseguir enganar Diogo Alves no LD que a formação forasteira dispôs.
Quem não falhou foi Hernâni Diniz que chamado a marcar no LD que o SC Tomar dispôs após a 10.ª falta do Oeiras, não perdoou na cara de “Toni” fazendo aos 23 minutos o 5-1 que praticamente sentenciou a partida.
O Oeiras, já no último minuto voltou a beneficiar de um LD (15.ª falta do SCT), mas mais uma vez o guardião nabantino a negar a oportunidade a Diogo Oliveira.
Triunfo claro e sem “espinhas” da equipa tomarense, perante um Oeiras que veio até Tomar jogar “olhos nos olhos” com a equipa local, mas sem argumentos, pelo menos nesta partida, para surpreender o conjunto de Nuno Lopes que terá feito, por ventura, o seu melhor jogo neste inicio de campeonato.
O SC Tomar mantem a liderança isolado, com 12 pontos, com o Oeiras a descer para a 4.ª posição somando 7 pontos. Na próxima jornada o SC Tomar viaja até Sesimbra onde defrontará a equipa local com a AD Oeiras a receber o Parede FC, naquele que é certamente o jogo mais forte da ronda 8.

Foto- Ricardo Rodrigues

Segunda Feira

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O guarda-redes leonino não poupou nas críticas ao treinador do FC Porto e fala em "circo"
Depois da vitória (3-0) do Sporting diante do FC Porto, Ângelo Girão não poupou nas críticas a Guillem Cabestany. Na antevisão à partida, o treinador espanhol tinha dito que ia ser um "jogo difícil para o FC Porto e para a equipa de arbitragem". O internacional português não gostou da afirmação, nem que os dragões protestassem o jogo.
"O treinador do FC Porto sempre que perde clássicos, a culpa nunca é da equipa dele. Nunca dá mérito à equipa adversária. É ridículo o que está a fazer ao hóquei português! Pergunto se alguma vez perdeu bem em algum lado. Ele que pare para pensar e que pare de ser mau desportista. O ano passado quando perdemos o jogo do título no Dragão, perdemos da maneira que perdemos e não o ouvi a falar dos árbitros", começou por dizer.
Ângelo Girão falou ainda num ambiente de desestabilização para com a equipa do Sporting. O guarda-redes defendeu-se das críticas que fazem à equipa, acusando os jogadores do Sporting de serem agressivos.
"O marketing que foi feito esta semana é deplorável e tem de acabar. Nós recorrentemente contra o FC Porto acabamos com mais faltas de jogo, o FC Porto tem mais bolas paradas e quem acaba sempre com stickadas na cabeça somos nós. [Dizem que] nós somos violentos, mas nenhum jogador deles acaba como alguns dos nossos já acabaram no Dragão", atirou Girão na conferência de imprensa.
"O marketing que andam aí a fazer para tentar desestabilizar o balneário do Sporting… não conseguem! A resposta foi dada dentro de rinque. Gostávamos que o Sporting nos protegesse mais enquanto jogadores e pessoas. A palhaçada tem de acabar de uma vez por todas. Espero que o 3-0 sirva para acabar com este circo e espero que se possa jogar hóquei em patins que é isso que gostava. Tivemos uma moldura humana excelente."

Fonte- Jornal “Record”/ Rafael Godinho * Foto- Sporting CP

Segunda Feira

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A equipa do Riba D´Ave HC, foi a Torres Vedras vencer a equipa da AE Física D por 5-4, num jogo conseguiu uma vitória importante perante um adversário que luta, também no campeonato da manutenção.
Numa partida onde os pormenores podiam definir o vencedor, foi mais lesta, neste capítulo a formação minhota que chegou ao 0-2 com golos de “Miccoli” e Diogo Seixas. Ainda antes do intervalo a formação torriense reduziria para 1-2 com o golo da Física a ser apontado por Rodrigo Campelo, o que deixava tudo em aberto para o segundo tempo.
Mas uma entrada decidida, ou pelo menos mais eficaz da formação de Hugo Azevedo, acabaria por redundar em mais um golo para o Riba D´Ave, apontado logo ao segundo minuto da etapa complementar por Diogo Seixas.
Mais forte em termos defensivos a equipa minhota ia aguentando as investidas da equipa da casa e teve mesmo oportunidade de poder aumentar a vantagem por Hugo Azevedo, mas este a desperdiçar um LD, e acabaria mesmo por ser o Riba D´Ave a fazer o 1-4 por Luís Melo, corria o minuto 16.
Parte final do encontro com uma Física mais pressionante que acabou por lhe render mais dois golos (apontados por Rodrigo Campelo e Pedro Moreira), insuficientes, no entanto, para chegar pelo menos ao empate.
Triunfo importante do Riba D´Ave HC na luta pela manutenção.
Na próxima jornada a AE Física D visita o “Dr. Salvador Machado” onde defrontará a UD Oliveirense com o Riba D´Ave a receber no Parque das Tílias o HC “Os Tigres”

Foto- Beatriz Silva/Riba D´Ave HC

Segunda Feira

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O HC “Os Tigres” somaram a sua segunda vitória, ao baterem o HC Turquel por 5-4, num jogo emocionante e que teve suspense no resultado até aos últimos segundos da partida.
Mais uma vez a jogar no seu recinto, o “Alfredo Bento Calado” que se apresentou bem composto com apoiantes das duas equipas, foi um Turquel mais afoito e sagaz na primeira metade chegando ao 0-2 com golos de André Moreira e Zé Costa. O Tigres respondeu por Filipe Bernardino na marcação de uma GP e não ficou sem resposta porque “Xavi” Lourenço faria aos 22 minutos o 1-3. No entanto ainda antes do intervalo novo golo mas para a formação ribatejana apontado por Miguel Feio de LD após a 10.ª falta do Turquel, fazendo aí o 2-3. Sem tempo para respirar é o Turquel que pode ganhar novamente vantagem mas “Xavi “ Lourenço não consegue concretizar a GP que teve à disposição, faltavam então poucos segundos para o suar do gong para o intervalo.
Segunda parte com um HC Tigres intenso e a ser “empurrado” pelo 6.º jogador, acabaria por confirmar a reviravolta no marcador com Hernâni Domingos a empatar a contenda a 3 bolas e aos 11 minutos foi João Maló, de LD a fazer o 4-3 para o Tigres, estavam então decorridos 10 minutos de jogo desta etapa complementar.
O HC Turquel respondeu no minuto seguinte por intermédio de André Pimenta que empatou a partida a 4 bolas.
Depois de “Xavi” Lourenço” ter voltado a desperdiçar um LD (aquando da 10.ª falta do HC Tigres) é a equipa de Almeirim que volta a ganhar vantagem no marcador quando António Estrela a dois minutos do final do jogo faz o 5-4.
Pouco tempo já para se jogar mas as emoções mantiveram-se em altas, já que logo a seguir é João Maló que poderia praticamente sentenciar o jogo, mas não concretiza o LD que dispôs e já nos segundos finais do encontro foi Vasco Luís a não conseguir o golo que poderia ter dado o empate aos alvinegros, ao não conseguir ultrapassar o guardião da casa, na marcação de um LD.
Segundo jogo em Almeirim e segunda vitória da formação treinada por André Luís, que com este resultado ocupa agora a 8ª posição com 6 pontos, com o HC Turquel a descer para a 10.ª posição e a somar também 6 pontos.
Na próxima jornada o HC “Os Tigres” deslocam-se ao “Parque das Tílias” onde defrontarão o Riba D´Ave HC com o HC Turquel a receber no seu Pavilhão a Juventude de Viana.

Foto- HC Turquel

Segunda Feira

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Pedro Gil sofreu este domingo uma compressão na cervical, com perda de sensibilidade nos dois braços, na vitória caseira do Sporting frente ao FC Porto, por 3-0, mas está recuperado.
Num lance de ataque dos portistas, a abrir a partida, aos dois minutos, Pedro Gil caiu desamparado e bateu com a nuca no chão, obrigando a interrupção do jogo por cerca de seis minutos, que culminou na saída do atleta de maca, ovacionado pelos adeptos leoninos presentes no pavilhão.
Contudo, a lesão não é grave e o jogador já abandonou o hospital, sendo expectável que o treinador Paulo Freitas possa contar com o jogador brevemente.

Fonte- Jornal “O Jogo” * Foto- Pedro Rocha / Global Imagens / Jornal “O Jogo”

Domingo

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O OC Barcelos regressou aos triunfos ao vencer este sábado, no Municipal de Barcelos o CD Paço Arcos por 6-2, em jogo referente à 4.ª jornada do nacional da 1.ª divisão.
Entrou mais decidida a equipa da casa mas foi a formação do Paço Arcos a inaugurar o marcador logo aos 4 minutos por Pedro Batista.
Esse golo não afetou a formação do Barcelos que manteve sempre maior pressão ofensiva, mas era a equipa forasteira a ter as melhores oportunidades a surgirem quase sempre em lances de contra ataque.
As mexidas efectuadas por Paulo Pereira acabaram por dar frutos já que Gonçalo Meira e Zé Pedro seriam os responsáveis pela reviravolta no marcador ainda antes do intervalo.
Segunda metade com um Barcelos a não baixar o ritmo e esse pressing acabaria por ser decisivo para Zé Pedro e Ezequiel Mena aumentarem o score para 4-1, logo nos minutos iniciais da etapa complementar.
Com um Paço Arcos a perder “gás” foi Diogo Rodrigues a adiar, enquanto pôde, o aumentar do marcador para a equipa minhota.
Ainda assim e até ao final da partida o OC Barcelos ainda faria mais dois golos, da autoria de “Ziga” Campos, o novo reforço da equipa de Paulo Pereira e “Alvarinho”. O Paço Arcos já perto do final reduziria por Bruno Frade, que selou o marcador deste encontro em 6-2.
Na próxima jornada o OC Barcelos viaja até Lisboa onde terá encontro marcado no “João Rocha” frente ao Sporting CP, num jogo onde Paulo Pereira não poderá contar com o contributo de “Alvarinho” e Gonçalo Nunes, ambos emprestados pelos Leões e Miguel Rocha, lesionado. Quanto ao CD Paço Arcos jogará no “Casablanca” frente à Sanjoanense.

Foto- OC Barcelos

Domingo

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Guillem Cabestany no final do jogo que se realizou no “Joãoo Rocha” abordou as incidências do encontro, em particular a lesão de Pedro Gil e a confirmação do protesto que o FC Porto alegando erro técnico por parte da arbitragem.
“Antes de mais, desejo que o infortúnio do Pedro Gil não seja nada e que não tenha nenhuma lesão grave. Espero que volte a jogar o mais rápido possível.
Em relação ao jogo, faltou fazer uma primeira parte igual à segunda. Entrámos num ritmo baixo e na primeira apte não conseguimos ser o FC Porto que gostamos. Fomos diferentes na segunda parte, sobretudo em intensidade e concentração, com vontade de comer a pista. Num pavilhão difícil como este, temos de ser mais eficazes na finalização, pois tivemos muitas e boas ocasiões para marcar. Gostávamos de ter mais pontos nesta altura, como é óbvio. Não olhamos para a diferença pontual, pois ainda falta muito campeonato.
Protestámos o jogo, pois fizemos as contas e achamos que a equipa de arbitragem não as fez corretamente. Protestámos o jogo, pois achamos que há um erro técnico relacionado com o tempo quando houve uma situação em que foram dados três cartões azuis. O tempo não foi revisto. Isto não é normal, mas vamos ver o que dá. Achamos que o segundo jogador do Sporting excluído entrou um minuto mais rápido do que devia ter entrado”, afirmou Guillem Cabestany após o clássico no Pavilhão João Rocha.

Fonte- FC Porto

Domingo

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Por um erro arbitral de mau controlo de mesa houve uma indicação para entrada do jogador do Sporting antes de tempo, situação que levou o FC Porto a protestar,
O Sporting-FC Porto, jogo relativo à quarta jornada do campeonato e ganho pelos leões (3-0), ficou marcado por um erro arbitral depois da dupla exclusão a Gonzalo Romero e Giulio Cocco e no final o FC Porto assinou uma declaração de protesto, a qual deverá ser formalizada esta segunda-feira com os respetivos fundamentos.
Aos 43 minutos, quando Romero e Cocco foram excluídos, o FC Porto jogava em power play (superioridade numérica após azul a Ferran Font), o que impedia a aplicação da lei da paridade (só existe paridade quando as equipas têm o mesmo número de jogadores em pista), pelo que o Sporting passaria a jogar com três jogadores e o FC Porto com quatro, mas como não é possível ter apenas três jogadores em campo, os leões podiam meter mais um e a suspensão acumularia por mais dois minutos.
Por um erro arbitral de mau controlo de mesa houve uma indicação para entrada do jogador do Sporting antes de tempo, situação que levou o FC Porto a protestar, entendendo que deveria ter havido cartão vermelho ao banco do Sporting.
O jogo foi interrompido e foi aplicado o artigo 36, fazendo-se recuar o relógio para trás, até ao momento da ilegalidade, algo possível uma vez que a irregularidade foi detetada menos de cinco minutos após o erro.

Fonte/Foto- Jornal “O Jogo”

Domingo