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AndreGilFisica

Estivemos à conversa com o treinador da AE Física, André Gil, que aos 37 anos tem já uma carreira interessante, com passagens pela formação do HC Sintra, Parede FC e CD Paço de Arcos e AE Física. Agora, treinador da equipa sénior da equipa de Torres Vedras, deixou-nos a sua opinião sobre as mais variadas questões.

Plurisports (PLR): A temporada está agora a começar, como correu a pré-temporada e quais são os objetivos para esta temporada?
André Gil (André): A pré-época foi um pouco atípica, uma vez que não nos foi possível ter a equipa completa para a maioria dos jogos treino agendados, por diversas situações que foram ocorrendo ao longo deste período. No entanto, em termos gerais considero que acabamos por alcançar os objetivos que tínhamos inicialmente previsto. Em termos de objetivos para a presente época e tendo em consideração a realidade do clube pretendemos alcançar a manutenção o mais rápido possível.

PLR: O que podemos esperar da sua equipa? Quais as maiores dificuldades que espera encontrar?
André: Podem esperar uma equipa empenhada, com um espírito de sacrifício enorme para alcançar pontos em todos os jogos em disputa. É do conhecimento público que esta é uma das épocas mais exigentes de sempre pela enorme qualidade das equipas participantes, por isso a grande dificuldade passa por nos adaptarmos às exigências desta primeira divisão. Temos consciência que a nossa realidade, pelo menos em termos orçamentais é completamente diferente à maioria das equipas e por isso temos que nos superar todos os jogos se queremos alcançar os nossos objetivos.

PLR: Qual a diferença entre o jogador e o treinador? Qual é mais difícil? Ser jogador ou treinador?
André: Penso que a grande diferença passa pelo facto do treinador ter a necessidade de um conhecimento mais abrangente de todos os momentos de jogo e de tudo o que envolve a preparação e gestão de uma equipa. Embora não sendo fácil responder a esta questão, até porque já deixei de jogar a algum tempo e acabei por não estar num patamar de primeira divisão, parece-me que o papel de treinador é bastante mais exigente a todos os níveis.

PLR: Sente-se concretizado com o seu percurso enquanto treinador?
André: Posso dizer que tive até ao momento um percurso bastante interessante enquanto treinador, tendo passado por todos os escalões de formação, onde aprendi e evolui bastante, e ter tido a oportunidade de defender as cores de clubes com grande tradição na modalidade, como foram os casos do HC Sintra, Parede FC, Paço de Arcos e agora a Física. Posso inclusive revelar que sempre tive como objetivo regressar ao clube que me formou enquanto jogador e pessoa e isso veio a concretizar-se na época passada, estando a desempenhar algo que me satisfaz bastante.

PLR: O que o fascinou na modalidade e o trouxe até ao hóquei em patins?
André: Desde pequeno acompanhei o meu pai em vários jogos de hóquei em patins, quando este desempenhava a função de massagista, penso que foi aí que comecei a gostar da modalidade e decidi que queria experimentar. Foi até hoje...

PLR: Certamente terá algum sonho ou objetivo por concretizar. Quais os seus objetivos pessoais a curto e a médio prazo?
André: Como disse anteriormente o meu regresso à Física era um grande objetivo e para já estou completamente focado neste projeto e não penso muito no futuro.

PLR: Quais os maiores obstáculos que encontra no Hóquei em Patins atualmente?
André: Considero que existem poucos apoios, principalmente nos clubes que trabalham na formação. Outro aspeto a melhorar é a pouca comunicação entre clubes e Federação, penso que a federação devia estar mais próxima destes clubes e perceberem as grandes dificuldades que estes atravessam diariamente, sendo um dever colaborar mais. Acredito que a evolução da modalidade não tem de estar diretamente associada a um aumento das despesas para os clubes... e a verdade é que isso tem acontecido constantemente. Por último e embora tenha existido uma melhoria nesta área, penso que a nossa modalidade merece mais destaque a nível nacional e tem que ter obrigatoriamente mais divulgação.

PLR: Como treinador que mensagem passa a todos os praticantes da modalidade?
André: Em relação aos praticantes gostava que fossem mais dedicados e que trabalhassem diariamente para evoluírem a cada treino e jogo, contribuindo não só para o seu crescimento, mas também para a melhoria da qualidade dos jogos. Penso que essa poderá ser uma das estratégias para aumentar o interesse das pessoas para a modalidade e permitir um aumento significativo de praticantes e adeptos.

Foto: Facebook André Gil | Alfonso Cebeira

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