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SC Tomar e HC Braga a empatarem a 3 bolas no jogo da primeira mão da liguilha de apuramento, deixando tudo em aberto para a segunda mão que se realizará em Braga no próximo sábado dia 13 de Junho, com a formação minhota a partir em ligeira vantagem na luta pela última vaga pela subida.
Partida com inicio equilibrado, e embora fosse o Tomar a ter maior posse de bola, encontrava pela frente um Braga a defender bem os caminhos da baliza de Rodolfo Sobral.
Mas foi a equipa de Vítor Silva a primeira a marcar numa jogada de contra ataque da formação minhota com Ângelo Fernandes a dar o melhor seguimento à bola, estavam decorridos 8 minutos de j ogo.
O SC Tomar tem oportunidade de empatar, aos 12 minutos, mas David Costa desperdiça um LD a castigar um CA mostrado a “Bekas”. Quem não desperdiçou foi André Ferreira que a sete minutos do intervalo consegue aumentar a vantagem para 2-0, para delírio do público afecto ao Braga que teve desde o primeiro instante a apoiar de forma efusiva a sua equipa.
O SC Tomar veio do intervalo disposta a alterar o rumo dos acontecimentos e entrou com tudo, assumindo as despesas de jogo e empurrando a formação minhota para o seu meio rinque.
Se na primeira metade Rodolfo Sobral já tinha mostrado através de uma mão cheia de grande defesas que esta era a sua tarde, na segunda parte do desafio foi enorme na defesa da sua baliza e este empate muito se deve a este jovem internacional que encheu, de forma brutal, a sua baliza.
O SC Tomar dispõem de uma GP mas Luís Silva não consegue desfeitear o guardião minhoto. Mas os ribatejanos tanto insistiram que acabam mesmo por reduzir por intermédio de Filipe Almeida numa seticada fortíssima e que apanhou o Sobral sem hipótese de defesa
estavam decorridos 8 minutos de jogo.
Com os leões de prego no fundo perante um Braga a defender como podia, o empate chega aos 15 minutos por Luís Silva numa picadinha de excelente execução que surpreendeu Rodolfo Sobral.
Era sem dúvidas a equipa da casa a dominar e perante o seu público que “acordou” acabou por chegar mesmo à vantagem aos 18 minutos na transformação de um LD excelentemente executado por Hernâni Dinis, a castigar a 10.ª falta do HC Braga.
Com sete minutos para se jogar, a equipa do Braga acabou por sacudir a pressão que ia sofrendo e equilibrou a contenda, agora perante um SC Tomar mais preocupado em segurar a bola e a tentar ir só pela certa.
O Braga dispõem entretanto de um LD a penalizar a 10 falta leonina mas Márcio Rodrigues a não conseguir desfeitear Daniel Leal.
O golo do empate surge já nos segundos finais (faltavam 30 segundos) numa jogada de ataque minhoto com Ângelo Fernandes a dar o melhor seguimento a uma jogada individual aa surpreender o guardião nabantino.
Empate qua acaba por ser feliz para o HC Braga num jogo onde, em particular na segunda metade a formação de Nuno Domingues foi superior e tudo fez para vencer este encontro.
A maturidade e o saber gerir de forma inteligente as contingências da partida foi o grande mérito da equipa de Vítor Silva que na hora certe conseguiu um resultado que lhe permite olhar com optimismo a segunda mão e tem a um pequeno passo o regresso à divisão maior do Hóquei em Patins.
Contestada por uns e por outros, o certo é que a arbitragem de Jaime Vieira e Ricardo Leão esteve dentro daquilo que se esperava de uma dupla internacional, e que se teve algum ajuizamento menos bom, o que fica na retina é que na esmagadora maioria das situações foi acertiva a sua decisão, e não foi por aí que uma ou outra equipa se possa queixar.

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