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4 Tec Massagem 27 Fev

Nuno Domingues

Terminada a primeira volta do nacional da 2.ª Divisão, fomos falar com Nuno Domingues, o técnico do SC Tomar, o actual comandante da Zona Sul, onde lidera com mais cinco pontos que o HC Sintra o seu mais directo adversário, à entrada da segunda volta da prova.
Quisemos ouvir a opinião deste técnico, que dirige a equipa nabantina desde o meio da temporada de 2013-2014, quando Nuno Lopes se mudou para o Sporting CP. Com muitos anos, primeiro como jogador, agora como timoneiro neste Clube ribatejano, Nuno Domingues, mantem a serenidade de sempre, e deixou-nos a sua opinião sobre o que pensa deste campeonato, dos seus adversários, e aquilo que espera dos seus pupilos no resto que ainda falta decorrer desta temporada.


PLURISPORTS- Que balanço faz do SC Tomar relativamente à primeira metade do campeonato?

NUNO DOMINGUES- Em primeiro lugar, acho que foi positivo apesar de ninguém gostar de perder, acabamos por perder dois jogos, em que não estivemos bem, nomeadamente no jogo de Almeirim que eu acho que estivemos francamente mal, num jogo em que não merecemos ganhar, porque não fizemos nada para ganhar. Em Oeiras acabamos por começar bem, criamos oportunidades para marcar, não o fizemos e quem não marca, sofre. De resto, penso que fizemos o nosso papel como equipa potencialmente mais forte, que nos foi dado esse nome, pela concorrência e pela comunicação social, acabamos por justificar, com mais ponto, menos ponto. Acho que a nossa posição é justa, por aquilo que fizemos na primeira volta, mas agora ainda falta a segunda volta. Em suma cumprimos, fizemos o que tínhamos em mente, embora aquelas duas derrotas não nos tenham deixado contentes, mas sabíamos que não somos imbatíveis e provavelmente vamos perder mais pontos no resto do campeonato que falta.

PLR- Comparativamente à época anterior, e depois de já ter jogado com todas as equipas, que análise faz às mesmas, até ao momento?

ND- Penso que há mais equilíbrio, o ano passado havia, três equipas mais fortes que as outras, para além do SC Tomar, a AE Física, e o SL Benfica- B, eram na prática mais fortes que as outras equipas, este ano está mais equilibrado. Nem nós estamos, não digo tão fortes, estamos a subir agora, tínhamos outros trunfos que agora não temos, tivemos que modificar a nossa maneira de jogar também devido a isso, mas as outras equipas não são tão fortes como a Física, ou o Benfica- B, do ano passado, porque este ano o Benfica- B é composta só por Juniores, e por isso ligeiramente mais fraca, mas nem por isso deixa de ser uma das melhores, mas existe sem dúvidas um maior equilíbrio. Há o Sintra, o Tigres, que tem vindo a subir e que vai continuar a subir porque tem mais jogadores que entretanto ingressaram na equipa, temos o Oeiras que é sempre uma incógnita, se quer subir como diz, tem de ganhar muitos jogos, há um Grândola, que sinceramente esperava mais que aquilo que nos apresentaram no jogo que lá fizemos, mas é diferente jogar para ganhar que jogar sem pressão, e eles acusaram a pressão de ter de ganhar. Depois há sempre aquelas equipas que a jogar em casa são sempre complicadas, o caso do Sesimbra, o CA Campo Ourique. E depois há aquelas que vão andar a lutar para não descer. Penso que o Nafarros é um sério candidato a descer, pelos jogadores que perdeu, pela equipa que tem neste momento, e depois haverá mais umas quantas que em casa vão ter que se bater com as outras para garantir os pontos para a permanência.
Penso que está mais equilibrado na parte de cima, com cinco ou seis equipas com pouca diferença, e na parte de baixo deste grupo o desnivelamento também é menor, comparativamente à época passada.
É sem dúvidas um campeonato mais equilibrado e onde todos podem perder pontos, e vai claramente beneficiar quem for mais regular, que foi o que nos aconteceu nesta primeira volta.

PLR- O SC Tomar é o principal candidato. Não teme que com o decorrer desta segunda volta, a pressão sobre a equipa pelo facto de estar em posição privilegiada de subida, possa influenciar o seu rendimento?

ND- É natural, é uma equipa mais nova, com jogadores, alguns deles, de primeiro ano de seniores, outros de segundo e terceiro ano, que estão a tentar aparecer. É uma equipa nova, mas tem que saber que quem joga em Tomar tem que ter essa pressão, porque esta equipa joga para ganhar, e a minha equipa joga para ganhar e é isso que eu tento puxar deles. Isso da pressão pode ser bom se os resultados forem positivos, mas isso só se vai notar no dia em que perdermos, porque eles eventualmente vão acuar essa pressão, mas eles terão que reagir logo, na jornada a seguir.
Agora a ganhar, é claro que com cada jogo que passe essa pressão vai-se acentuando, com o aproximar do objectivo, mas ainda falta muito, mas há-de haver um ou outro que vai acusar essa pressão, mas isso é normal, e é com isso que temos que viver, por isso é que nós temos um plantel mais equilibrado, comparativamente à época passada, agora com a chegada do Filipe Vaz, temos o Filipe Almeida em fase final de recuperação da sua lesão, e se tudo correr bem, mais um mês já será opção. É mais um com valor, vamos ver como é que ele vai aparecer e isso será bom para nós. Ter concorrência aqui, onde os treinos serão mais competitivos e toda a gente vai ter que lutar por um lugar na equipa. Não há lugares cativos na equipa, é certo que uns jogam mais tempo que outros como em todo o lado, mas essa pressão vai aparecer aqui no treino.
Isso é bom, há uns que aguentam, há outros que não, os que são bons aguentam, os que não são tão bons não aguentam, mas acho que vai ser bom para nós, porque dependemos apenas de nós, vamos ter que trabalhar contra quatro ou cinco equipas, que é diferente que estar a trabalhar só contra uma ou duas, porque vão perder pontos umas com as outras, o que pode ser benéfico para nós, vamos trabalhar para que seja o mais breve possível concretizar o nosso objectivo, sabendo de antemão que nenhum jogo está ganho antes de terminado.

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