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SC Tomar - HC Os Tigres 5-4

O SC Tomar teve que puxar de todos os seus galões, para manter o seu registo caseiro 100% vitorioso no campeonato, perante uns Tigres felinos, que lutaram até ao último segundo do jogo, por um resultado que pusesse fim a essa série vitoriosa, que passou então a cifrar-se nos 2 dígitos, com 10 Vitórias averbadas em outros tantos jogos.
Como seria de esperar, actuando perante o seu público, a equipa "Nabantina" entrou com muita intensidade no jogo, tentando através de uma rápida circulação de bola no ataque, desmontar a teia defensiva adversária. Mas na verdade a organização defensiva forasteira ia prevalecendo, e quando ela falhava, estava na baliza um seguríssimo Carlos "Pilé" Coelho, que ia chagando para as "encomendas".
Aliás é na sequência de uma dupla defesa de "Pilé" que o Tigres sai rápido para contra ataque, com Gaspar a combinar com Paulo Passos e este a desfeitear pela 1ª vez Daniel Leal, inaugurando o activo, quando estavam decorridos 10 minutos de jogo.
Poucos instantes depois Os Tigres podiam ter ampliado a sua vantagem, quando Paulo Passos foi carregado em falta dentro da área por João Lomba, (com este a ser admoestado com cartão azul), mas o mesmo Passos não converte a grande penalidade.
O PWP que se seguiu também foi desperdiçado pela equipa de Ganchas.
A equipa da casa reage em busca do tento do empate e numa ocasião chega mesmo a protestar veementemente, uma situação em que a bola poderá efectivamente ter entrado na baliza de Pilé, mas que não foi considerada como tal por uma equipa de arbitragem, que nessa altura já dava indícios de algum desnorte, tal a disparidade de critérios adoptado por cada um dos árbitros, com a agravante de um deles ter cometido diversos erros, que indiciaram inclusive o desconhecimento das regras do jogo.
É então com o pavilhão ao rubro, ainda a reclamar essa situação anterior, que o Tomar chega ao empate por Filipe Vaz a passe do capitão Ivo, restabelecendo a igualdade a 7 minutos do intervalo.
O jogo mantinha-se na mesma toada de equilíbrio, com o Tigres a apostar essencialmente nas transições rápidas para ataque, estratégia essa que lhes valeria o 2º golo, com Gaspar a finalizar já dentro da área a passe de Paulo Passos, levando dessa forma a sua equipa em vantagem para o intervalo.
Nos primeiros instantes da 2ª parte o figurino de jogo manteve-se idêntico ao da 1ª parte, com a equipa da casa com mais bola, perante um adversário expectante por um erro adversário para o tentar surpreender, mas essa estratégia seria penalizada com o golo do empate, da autoria de João Lomba, que à entrada da área desferiu um remate enrolado, beneficiando da apatia defensiva do seu adversário directo, batendo pela 2ª vez um desconsolado "Pilé".
Poucos instantes depois, surge a 10ª falta do Tigres (por suposta simulação de "Janeka") e o capitão Ivp não desperdiçou a oportunidade para colocar a sua equipa pela 1ª vez em vantagem, disferindo um autentico míssil à baliza adversária, numa finalização que lhe é bem peculiar.
O Tigres não acusa a desvantagem, e tenta ir em busca da recuperação, chegando de novo ao empate por André Gaspar, tb ele a aproveitar a 10ª falta adversária para bater Daniel Leal e restabelecer de novo a igualdade.
Estávamos sensivelmente a meio desta 2ª parte, com o jogo muito equilibrado, quando o Tomar no espaço de 2 minutos sentencia praticamente a partida, obtendo 2 golos consecutivos, ambos da autoria de Hernâni Diniz, que contou com bastante felicidade em ambas as ocasiões, beneficiando de ressaltos da bola nas pernas dos adversários em ambas as ocasiões.
Faltavam 10 minutos para o final, e julgava-se que a partida estaria sentenciada, mas na verdade isso acabou por não acontecer, pois uma forte reacção dos homens vindos da "capital da sopa da pedra" levou a que a incerteza no marcador se mantivesse até aos últimos instantes.

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A 7:30 do final, Janeka é derrubado dentro da área, mas ele próprio desperdiça a grande penalidade, para reduzir a desvantagem.
Os Tigres, arriscam cada vez mais marcando a toda a pista, criando grandes dificuldades ao Tomar, que não conseguia ter bola no ataque.
Apesar de algumas situações flagrantes de golo, a equipa forasteiro ia desperdiçando-as, tendo nesta fase Janeka desperdiçado mais uma bola parada, desta feita um LD na sequência da 15ª falta do Tomar.
Faltavam então 2 minutos para o final, quando Janeka consegue finalmente reduzir para 5-4 após mais uma assistência de Paulo Passos.
O Tigres ainda acreditou ser possível chegar ao empate, e com mais coração que cabeça carregou sobre a baliza adversária, mas sem êxito, cabendo inclusive à equipa da casa a grande oportunidade de ampliar a vantagem, quando dispôs de um LD na sequência da 15ª falta adversária, mas desta feita Ivo não conseguiria desfeitear de novo Pilé.
Em resumo, uma vitória que se aceita da equipa com mais ritmo e mais maturidade, embora o empate não escandalizasse ninguém,dada a excelente prestação dos forasteiros.
Uma nota final, para os veementes protestos, que durante a segunda parte do jogo, foram feitos pelo delegado do Tigres, que levaram inclusive a que a partida fosse interrompida por mais de uma vez, e que alegadamente reclamavam irregularidades no preenchimento do boletim de jogo, mas que não foram atendidas pela equipa de arbitragem.

Fonte/Foto- José Carlos Gaspar

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