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ReinaldoVenturaEuro

Em entrevista realizada pelo Jornal "O Jogo", Reinaldo Ventura aborda as suas expetativas para o Campeonato da Europa, dizendo que é a altura de dar a volta. Recebido com carinho na Seleção Nacional, contagia a equipa com as memórias do último título conquistado por Portugal em 2003. 

«Ontem, à chegada a Oliveira de Azeméis, anfitriã do Europeu '16 (11 a 16 de julho), a Seleção Nacional foi recebida na autarquia com o presidente Hermínio Loureiro a dar as boas vindas e, junto de Reinaldo Ventura, a querer conferir como vai a veia goleadora do avançado. Ele, que foi o segundo melhor marcador do campeonato, que é o mais internacional desta Seleção e o único que esteve no último título de Portugal, foi objetivo: "Quero é ganhar". Depois de há quatro anos, após o Europeu de Paredes, ter decidido abandonar a Seleção, voltou a ser convidado e aceitou jogar outro Europeu em casa. Os colegas já tiveram, publicamente, a oportunidade de mostrar o seu entusiasmos, agora foi a vez do ex-capitão. "Acabou por ser natural. Eles ficaram satisfeitos e eu estou contente por poder ajudar a lutar por um título europeu", disse acrescentando: "Não sou de voltar atrás na palavra. Tinha dito que abandonava. Mas foi um caso especial, falaram-me ao coração e não me arrependo."

Oliveira de Azeméis traz-lhe à memória o título mundial de 2003. Foi feliz no pavilhão Dr. Salvador Machado, que sofreu há dias obras de requalificação, e, a uma semana de reentrar nesta pista de Quinas ao peito, atirou: "Quero voltar a ver este este pavilhão cheio como há treze anos. Eu era mais novo. Tinha menos dores nos joelhos e nas costas (risos). Passou-se muito tempo sem ganhar. Sinto que esta é a altura para dar a volta. 2003 foi incrível. Agora quero ajudar esta equipa a levar o hóquei a um patamar tão mediático como era na altura."

De olhos postos na baliza, Reinaldo Ventura sente-se pronto. Diz que vive "de vitórias e não de golos", porque a ele pouco lhe "importa quem marcar". Contudo, quer queira, quer não, o avançado vais estar nos momentos de decisão. Está "confiante", mas consciente que a Seleção "passará por muitas dificuldades".

Dos crónicos candidatos, Espanha (heptacampeã de 2000 a 2012) e Itália (atual campeã), tem uma opinião. "Espanha, sem Pedro Gil, que é o melhor do mundo, é uma boa notícia para Portugal, mas se é mais fácil? Não, porque mesmo assim tem muita qualidade e a nossa atenção será a mesma", anotou, referindo depois Itália: "Não foi campeã europeia por acaso. Tem grandes capacidades." Se Oliveira de Azeméis, onde Portugal celebrou o seu último título - Mundial '02 - for talismã e a Seleção conquistar o título europeu que escapa desde 1998, Reinaldo Ventura não teme que, perante uma Espanha sem Marc Gual, Pedro Gil e Jordi Adroher, a tentação possa ser desvalorizar. "Acredito que muita gente o fará. Mas o contrário já aconteceu. Espanha ganhou títulos quando Portugal fez a sua renovação. E nem por isso deixou de ser meritório. Se formos campeões europeues será com mérito", terminou.» 

Foto|Fonte: Jornal "O Jogo"

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