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AE Física – Biblioteca IR 8-3

Num jogo que marcava batismo caseiro da Física, neste ano de 2017, os comandados por André Gil, detinham a quase totalidade do favoritismo, perante um adversário que na condição de visitante, o melhor que havia conseguido até ao momento havia sido um empate, totalizando por derrotas as restantes partidas efetuadas nessa condição de forasteiros.
O jogo iniciou-se sem grandes preocupações de ordem defensiva, com diversas oportunidades a surgirem logo nos primeiros minutos, obrigando os guarda-redes a trabalho aturado desde os primeiros instantes de jogo.
Apesar do aparente equilíbrio, iam pertencendo à Física as maiores oportunidades de golo, tendo inclusive Gaspar, aparecido sozinho na cara do guardião adversário, depois de efetuar um roubo de bola na ½ pista, mas não conseguindo inaugurar o marcador.
No entanto esse golo acabaria mesmo por surgir, da autoria de Garrancho, que com um forte e colocado remate rasteiro, culminaria uma excelente movimentação do ataque da sua equipa.
Estavam decorridos cerca de 10 minutos de jogo, e o golo não alteraria muito o cariz do mesmo, até que 5 minutos mais tarde, Gaspar numa rápida transição no corredor esquerdo do seu ataque, elevaria a contagem para 2-0.
Gil solicita o seu tempo técnico, aproveitando tb para lançar na pista o jovem Fábio Cambão, mas seria o BIR a aparecer mais incisivo neste período, com “Gordini” a ser decisivo ao efetuar 2 defesas de elevado grau de dificuldade, que evitaram o golo adversário.
É já na reta final deste 1º período, que Sérgio Nunes pede o seu tempo técnico, tentando condicionar o ataque da Física, ao optar por colocar a sua equipa a fazer marcações diretas a toda a pista, sendo que na nossa opinião, essa estratégia não deu os resultados pretendidos, tendo sido inclusive nesse período que a equipa da casa chegou com mais frequência a zonas de finalização.
Na sequência dessas oportunidades, acabaram por surgir mais 2 golos para a Física, primeiro por Vicente, que na recarga de um penalty por si executado, a castigar um derrube sobre o jovem Cambão, faria o 3-0 e instantes depois por Pedro “Preto” Lourenço, que se estreava assim da melhor forma com a camisola da sua nova equipa, instantes depois de entrar em pista e logo com um golo de belo efeito, a alardear uma técnica apurada.
Ainda faltavam 3 minutos para o final deste 1º período, tempo suficiente para que Vicente fosse de novo chamado à tentativa de conversão de uma grande penalidade, não tendo desta feita conseguido ter o êxito pretendido, e para instantes depois João Lima ser admoestado com o cartão azul, tendo essa ação resultado no LD que resultaria no 1º golo do BIR, da autoria do seu cap. Rafael Monteiro, que na recarga ao livre direto por si executado conseguiria reduzir para 4-1 o resultado, instantes antes das equipas recolherem aos balneários.

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Poucas foram as alterações que o jogo registou, no início desta etapa complementar, com a Física a demonstrar pretender aumentar a sua vantagem, perante um adversário que tentava como podia inverter o rumo dos acontecimentos.
Seria então sem surpresa, que a equipa da casa dilataria a sua vantagem, na sequência de uma grande penalidade a penalizar um derrube a Gaspar, e que seria superiormente transformada por Carlos Garrancho.
Este golo retirou algum ânimo aos homens do “Valado de Frades”, que iam dando cada vez mais espaços ao ataque da Física, que foi desperdiçando, ocasião atrás de ocasião.
Também no banco do BIR os ânimos estavam um pouco exaltados e por certo por palavras dirigidas aos árbitros, um dos elementos do staff da equipa é admoestado com cartão azul, prejudicando a sua equipa que ficaria reduzida a 4 jogadores. No entanto, instantes depois e mesmo em inferioridade numérica, os homens do BIR beneficiam de um LD, na sequência de um cartão azul mostrado a Vicente Alves.
Desta feita, “Gordini” levaria a melhor sobre João Marques, defendendo o 1º remate e a depois a recarga, ficando o jogo a ser disputado num pouco habitual 3 x 3, período durante o qual, e apesar do espaço existente, nada de significativo se passou.
Aproximava-se o jogo dos derradeiros 10 minutos, quando uma perca de bola em zona proibida, por parte da Física, permite que João Marques se isole, e na cara de “Gordini” consiga desta feita levar a melhor, reduzindo para 5-2.
André Gil pede o seu tempo técnico deste 2º período, mas isso não impede o BIR de acreditar que pode ainda conseguir algo mais do jogo, tendo por certo essa crença aumentado, quando Rafael Monteiro bisou na partida, recarregando ao 2º poste e fazendo 5-3.
Estávamos a pouco mais de 7 minutos do final e o jogo ganhava outra emoção, até que o jovem Fábio Cambão obteria o golo que aniquilava em definitivo as esperanças do BIR, após excelente jogada de entendimento com o cap. Vicente Alves (mantendo este estatuto, em virtude de Carlos Godinho, voltar a estar afastado dos ringues, derivado a problemas físicos, que teimosamente não largam este talentoso e experiente jogador).
Com 6-3 no marcador e 4’30’’ para serem jogados, os treinadores aproveitaram para ir rodando alguns dos seus jogadores, registando-se na Física a entrada dos jovens Grilo e Mestre, para além de mais 2 golos, o primeiro da autoria de Vicente, que de forma oportuna aproveitaria um a bola devolvida pelo ferro da baliza, após um 1º remate de Pedro Lourenço.
Mesmo ao cair do pano, seria a vez de tb André Gaspar bisar na partida, desta feita na conversão exemplar de um Livre Direto, que fecharia o resultado em 8-3.
Com este resultado a equipa da Física mantêm a liderança partilhada do campeonato, com o SL Benfica “B”, estando guardado para o próximo fim de semana, o tira-teimas relativo ao 1º lugar, realizando-se na Luz o jogo que no fecho da 1ª volta, coloca frente a frente os líderes do campeonato.
Quanto ao BIR, fechará a 1ª volta defrontando em casa a AD Oeiras, sabendo ser imperioso conquistar pontos, pois são já 4 os que os afastam da “linha de água”.

Texto / Fotos – José Carlos Gaspar

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