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SC Marinhense - AE Física D 7 - 6

A Física iniciava a 2ª volta do campeonato, com uma difícil deslocação ao pavilhão da Embra, onde o SC Marinhense se mantinha invicta, sendo certo que os objectivos dos comandados por André Gil, passariam por tentar quebrar essa invencibilidade caseira.
Dizer ainda que frente a frente se defrontavam respectivamente o melhor ataque (SC Marinhense) e a melhor defesa (AE Física), sendo também esse um motivo de curiosidade acrescida para este jogo.
Foi então, perante uma plateia muito bem composta, com os adeptos do Marinhense a acorrerem em grande número ao pavilhão, que o jogo se iniciou, com as equipas a tentarem desde cedo acercarem-se das balizas adversárias, o Marinhense de forma mais directa e intensa, a Física com o seu estilo mais pausado e paciente.
Acabou por ser a Física a conseguir chegar 1º à vantagem, com Garrancho (em tarde de grande inspiração) a finalizar dentro da área, na sequencia de uma excelente iniciativa individual de Gaspar, quando ainda não estavam decorridos 3 minutos de jogo..
Respondeu de pronto a equipa da casa, com Filipe Vaz a passar por tudo e todos, vendo a sua excelente iniciativa ser abortada apenas, pela grande intervenção de Ricardo “Gordini” Miranda, o guardião da equipa forasteira.
Estavam lançados os dados, para aquilo que se viria a confirmar ser, um jogo frenético.
Como seria de esperar, ainda para mais apoiados por um público vibrante, os homens de Tiago Sousa, assumiram as rédeas da partida e paulatinamente foram ganhando ascendente sobre o seu adversário, com a dupla Pedro Coelho/Filipe Vaz a dar muito trabalho à defesa Torriense.
Com cerca de 12 minutos jogados, os treinadores procedem às primeiras alterações, com Pedro Lourenço a render Gaspar no lado da Física e Dário Santo e David “Esteves” Gonçalves a renderem respectivamente Pedro Coelho e Tiago Barros na equipa da casa.
Pouco tempo depois é pedido o 1º time-out (Física) com o treinador da casa a fazer regressar à pista o seu principal artilheiro (P. Coelho), tentando dessa forma dar ainda mais acutilância ao seu ataque, essa maior ousadia, acabaria por ser recompensada quando Filipe Vaz num remate rasteiro à entrada da área, bate pela 1ª vez “Gordini”, que pareceu surpreendido com o tipo de remate efectuado, que recolocava as equipas em igualdade no marcador.
O jogo aproximava-se rapidamente do intervalo, com algumas situações de golo a surgirem junto de ambas as balizas, numa altura em que o piso começava a denotar cada vez maior índice de humidade o que ia dificultando a aderência das rodas ao mesmo e consequentemente o equilíbrio dos jogadores.
Ainda assim os últimos minutos deste 1º tempo, foram de emoções fortes, primeiro com Garrancho, com uma movimentação vindo por detrás da baliza, a bater pela 2ª vez Rodrigo Santos e a dar nova vantagem à sua equipa, quando faltavam cerca de 4 minutos para o interregno.
Reage de imediato Tiago Sousa pedindo Time-Out, e dando com isso novo élan à sua equipa, que nesta recta final haveria de conseguir chegar pela 1ª vez à vantagem no jogo, com a obtenção de 2 golos, primeiro por Pedro Coelho, que volta a surpreender “Gordini” com um remate rasteiro e vá nos segundo finais, por “Esteves” na conversão de uma grande penalidade a penalizar um eventual derrube de Garrancho sobre Vaz, num lance idêntico a outros acontecidos na área contrária mas que não tiveram a mesma interpretação por parte da dupla de arbitragem.
Foi então com um pavilhão ao rubro que o jogo chegou ao intervalo, com o Marinhense em vantagem por 3-2.
Para o inicio de 2º tempo, as equipas voltaram com a mesma disposição ofensiva, embora com algumas cautelas acrescidas, na medida em que o piso se apresentava cada vez mais escorregadio, principalmente em algumas zonas, onde os jogadores tinham grandes dificuldades em manterem o equilíbrio.
Estavam decorridos cerca de 5 minutos de jogo, quando surge nova grande penalidade contra a Física, desta feita a penalizar uma eventual infracção de João Lima. Chamado de novo à tentativa de conversão, “Esteves” não consegue desta feita converter em golo, permitindo a defesa a “Gordini”.
Embora não tivesse resultado em golo, esse lance teve o condão de retrair a Física, que foi recuando e perdendo agressividade defensiva, tendo no inverso dado novo animo à equipa da casa, que ia procurando cada vez mais dilatar a sua ventagem.
E de tanto porfiar, a equipa da casa voltou a encontrar o caminho do golo, 1º por Dário, que depois de ganhar diversos ressaltos, acabou por finalizar com êxito já no coração da área e cerca de 1 minuto depois, por “Esteves” que beneficiando de alguma apatia defensiva contrária, entra dentro da érea e remata enrolado, fazendo o 5-2, quando ainda faltavam mais de 17 minutos para serem jogados.
A equipa da casa, empurrada pelo entusiasmo do seu público, parecia querer embalar para a goleada definitiva, e isso ficou mais próximo de acontecer, quando Pedro Coelho eleva para 6-2 na conversão exímia de um LD a castigar a 10ª falta da Física, quando ainda faltavam 13’30’’ para o final. Parecia que a vitória já não fugiria aos comandados de Tiago Sousa, mas quem pensou assim enganou-se, pois afinal o vencedor estava longe de estar encontrado, com os homens da Física a acreditarem ser ainda possível inverter a tendência do jogo e de alguma forma demonstrando o porquê de serem líderes do campeonato.
Inicia-se então a recuperação forasteira, primeiro através de uma jogada individual de André Gaspar, que já dentro da área “enrola” para o 6-3, alguns minutos depois o mesmo Gaspar poderia ter reduzido novamente na conversão de um LD, originado num cartão azul mostrado a Orlando por falta sobre Vicente, mas a bola caprichosamente iria embater no ferro da baliza.
Apesar disso a Física, não desiste de “remar contra a maré”, e em mais um lance de contra ataque, Gaspar é autenticamente placado pela cintura por Tiago Barros, com o árbitro a entender marcar “apenas” falta de equipa, num lance em que foi notória a dualidade de critérios que por vezes foi utilizada, quase sempre em prejuízo da Física.
Esta falta de equipa seria a 10ª do Marinhense, e chamado à conversão do respectivo Livre directo, Garrancho não perdoou reduzindo para 6-4.
Faltavam ainda 6 minutos para o final e era claramente a Física quem estava por cima nesta fase, criando sucessivas situações de golo, até que o mesmo acaba mesmo por voltar a acontecer, desta feita por Pedro Lourenço, a desviar dentro da área uma bola a ½ altura e reduzindo para a diferença mínima (6-5).
Faltavam 4 minutos para o final, e os ânimos estavam ao rubro, quando o jovem Grilo que havia entrado instantes antes na partida, é admoestado com cartão Azul, na sequencia de um lance, onde uma vez mais foram evidentes os diferentes critérios utilizados, no hora de sancionar disciplinarmente os jogadores.
Faltavam cerca de 3 minutos para o final e julgou-se de novo que o jogo estaria sentenciado, mas uma vez mais foi pura ilusão, pois “Gordini” levou desta feita a melhor sobre Pedro Coelho, evitando que ele conseguisse converter o LD, e mesmo em inferioridade numérica a Física chegaria ao empate uma vez mais por intermédio de Garrancho.
Faltava pouco mais de 1 minuto para o final, quando a Física repõe o 5º jogador, sendo já dentro do último minuto de jogo que chegaria o golo da “sentença final” deste “jogo de loucos” e que deixaria em ebulição o pavilhão da Embra.
Golo que seria da autoria de Filipe Vaz na sequência de uma sticada de ½ distancia, desferida do corredor direito do seu ataque, com a bola a sofrer uma mudança de trajectória que acabaria por trair Gordini e fechar em definitivo o marcador em 7-6.
Nota de curiosidade para o facto de no próximo sábado, dia 11, se reeditar este duelo, neste mesmo palco (esperemos que o piso esteja em muito melhores condições para a prática da modalidade), em jogo a contar para os 32 Avos de Final da Taça de Portugal.

Fonte / Foto - José Carlos Gaspar

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