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sofia vicente

Sofia Vicente conquistou inúmeros títulos, foi internacional e é uma referência do hóquei em patins, tendo ficado na história por ter “obrigado” a Federação Portuguesa de Patinagem a alterar sucessivamente os regulamentos para permitir que as raparigas jogassem com rapazes. Após anunciar a retirada das pistas, passa em revista a carreira.

REGIÃO DE CISTER (RC) - Que razões a levam a abandonar a modalidade?
Sofia Vicente (SV) - Chega sempre o momento em que se começa a ter outras ideias e objetivos. No caso do feminino, na maioria dos desportos, joga-se porque se gosta, não há outra motivação, e quando há outras prioridades acaba-se por desistir. Até poderia e conseguia conciliar com o hóquei, mas outra das razões que me faz abandonar é a ‘repetitividade’ do campeonato de hóquei feminino, sempre as mesmas equipas, sempre os mesmos jogos, já não me sentia motivada para continuar…

RC- Sente que ajudou a mudar o hóquei no nosso país?
SV - De algum modo sim, mais aos olhos das mulheres. É muito importante para a evolução das raparigas continuar a poder treinar com os rapazes, que na altura essa possibilidade só ia até aos infantis agora as mulheres até já podem jogar na 3.ª Divisão sénior masculina.

RC - Conquistou muitos títulos por HC Turquel e Benfica, mas qual foi o ponto mais alto da carreira?
SV - O ponto mais alto talvez tenha sido há cerca de dez anos, quando fui convocada pela primeira vez para os trabalhos da Seleção Nacional sub-19 e ainda nesse ano convocada para a Seleção Nacional sénior. Equivalente a este momento, e com um sentimento bastante especial e único, foi a conquista do Nacional feminino quando representava o HC Turquel, clube do coração…

RC - Quando iniciou a carreira o que sentia ao defrontar os rapazes?
SV - Quando iniciei não sentia muita diferença, mas ano após ano eles vão-se tornando mais fortes fisicamente, por vezes não era fácil combater isso. Mas nunca me meteu medo. Tinha muita garra, por vezes usava um bocado mais a força para perceberem que não tinha medo deles (risos)…

RC - Que futuro há para o hóquei feminino?
SV - Vejo uma nuvem negra no hóquei feminino, mas espero estar enganada. Como já referi, o hóquei feminino está a chegar a uma fase em que já nada é novo, são sempre as mesmas equipas e atletas. Ainda assim, há pessoas que fazem tudo e trabalham muito pelo bem da modalidade. Peço a essas pessoas que não deixem morrer o hóquei feminino, pois há muitas raparigas nos escalões mais jovens e merecem continuar a praticar.

RC - Vai continuar ligada à modalidade?
SV - Nunca vou perder a ligação a esta modalidade que me acompanhou durante anos, mas agora vai ser apenas como espectadora.

Fonte/Foto – Jornal Região Cister

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