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O Parede FC emitiu um comunicado relacionado com o incidente aquando da partida entre a AJ Salesiana e o Parede FC referente ao campeonato Nacional da 2.ª Divisão, onde um dos jogadores do Parede FC sai ferido num lance onde pretensamente sofre uma agressão de um jogador da Salesiana.
As imagens são elucidativas, mas o parecer do Conselho de Disciplina da FPP depois de ouvidos os intervenientes (jogadores, Árbitros e Clubes), entendeu não haver sanção.
Deixamos aqui na integra, não só o Comunicado publicado pelo Parede FC, como as imagens que levaram o Clube da Parede a reclamar uma penalização ao jogador da Salesiana.
As conclusões ficam assim de forma clara à consideração de cada um.
“COMUNICADO
- Repúdio ao Conselho de Disciplina da FPP - Federação de Patinagem de Portugal, pelo acórdão disponível na ligação: https://drive.google.com/…/0B9IPgzltrIKDYjF3Y2lLaGNtM…/view…
- Repúdio à Associação da Juventude Salesiana por branquear uma agressão gravíssima e indigna.
Estas são as imagens que pensámos que não era preciso divulgar. Mais uma vez, ingenuamente, confiámos nas instâncias e num clube com que temos vergonha de partilhar esta modalidade. Infelizmente, torna-se necessário denunciar esta situação e não compactuar com um dos processos mais graves que já conhecemos no hóquei em patins.
A agressão bárbara, injustificada e gratuita que vemos nas imagens decorreu durante o jogo da 25ª jornada do Campeonato Nacional da 2ª Divisão, entre a AJ Salesiana e o Parede FC.
Sobre a agressão, as imagens dizem tudo. Existe premeditação, pela forma como o jogador André Ferreira, da AJ Salesiana, se prepara para a agressão à frente do nosso atleta Gonçalo Simões Fernandes.
Realçamos também a forma como cai, como mantém as duas mãos agarradas ao stick, direccionando o stick ao sobrolho do nosso atleta com uma das mãos junto à pá do stick.
Depois da agressão, em nenhum momento se preocupa com o nosso atleta. Se de um acidente se tratasse, como tenta provar a ridícula teoria construída pelos responsáveis da AJ Salesiana, certamente que haveria a preocupação por parte do jogador André Ferreira sobre o estado do jogador Gonçalo Fernandes.
O jogador Hernani Domingos ainda se aproveita da situação para rematar na direção da baliza e do nosso jogador, que já jorrava sangue no centro da grande área.
Tirando a senhora massagista da AJ Salesiana, que prestou a devida assistência ao nosso atleta na hora, até hoje, em nenhuma altura o jogador André Ferreira ou qualquer responsável daquele clube se preocupou em se retratar ou em saber em que estado se encontrava o nosso atleta.
A AJ Salesiana e os árbitros desmentem ainda que tenha existido sangue no rinque. Até nas tabelas junto ao banco do Parede FC ficou sangue. A limpeza da pista demorou extensos minutos e sim, houve sangue na pista, como comprova a gravação integral do jogo houve sangue no rinque. Essa mentira ficará na consciência daqueles que a escreveram.
Há ainda toda a atitude dos árbitros, que em nenhuma altura se preocuparam com um atleta que tinha a cara com sangue depois de ser violentamente agredido. A preocupação dos árbitros sempre foi quem é que tinha atirado uma garrafa do banco do Parede FC. Garrafa essa que, se não fosse atirada, o jogo não teria sido interrompido. Pelo menos não tão cedo como deveria.
Perante a inércia e o desprezo da equipa de arbitragem, o Parede FC fez uma exposição ao conselho de disciplina da FPP, acompanhada pelas imagens que aqui divulgamos. Nunca pensámos nós que isso não seria suficiente.
Num acórdão vergonhoso, indigno e mentiroso, o conselho de disciplina garante que não existe agressão. Existe sim um acidente. E porquê?
Em primeiro lugar porque os árbitros, no seu depoimento, se preocupam em sacudir água do capote de uma forma incoerente. Um dos árbitros diz que quem devia estar a olhar para a grande área era o outro. O outro, que é visível nas imagens que está a olhar para o local onde aconteceu a agressão, diz que também estava a olhar para a bola, porque nada faria prever que ia existir uma agressão. O curioso é que ambos reconhecem, indirectamente, que vêem uma agressão nestas imagens.
Em segundo lugar porque a Associação da Juventude Salesiana teclou a mentira sem qualquer hesitação. Os responsáveis deste clube histórico e que tanto divulga os valores da verdade, do amor ao próximo e do respeito pelo adversário antes da vitória, protagonizaram um dos episódios mais negros de uma instituição que merecia mais respeito.
Sem vergonha, ainda conseguem vitimizar o jogador André Ferreira e quase culpar o nosso atleta Gonçalo Fernandes. O facto de repudiarem a exposição que o Parede FC faz, diz-nos que, este clube, actualmente, prima pela mentira e por branquear este tipo de situações.
Curiosamente, a AJ Salesiana ainda apresenta duas testemunhas para atestar a sua mentira. Manuel Salgado, cronometrista do jogo, e Vando Correia, delegado de banco da equipa. Ora, os dois árbitros não viram nada do que se passou, assim como o delegado técnico nomeado para o jogo. Mas o cronometrista e o delegado viram tão bem, mas tão bem, e a uma distância ainda considerável, que são capazes de atestar que o jogador André Ferreira acidentalmente deixou o stick bater na cara do Gonçalo Fernandes, em vez de ter premeditado uma agressão.
O Parede FC não tem outra saída senão fazer a divulgação destas imagens, pois não vai associar-se a um clube que acabou de ficar manchado com o sangue do Gonçalo Fernandes, um jogador que, curiosamente, foi formado na Associação da Juventude Salesiana.
O Parede FC não vai compactuar com a mentira que iliba um jogador que podia ter cegado outro. Uma agressão deste tipo pode mesmo colocar alguém em perigo de vida. O regulamento disciplinar da Federação de Patinagem de Portugal prevê uma sanção mínima de três anos para este tipo de agressões.
Da próxima vez que este jogador fizer algo parecido ou mais grave, esse sangue ficará nas mãos dos responsáveis da Associação da Juventude Salesiana. Da próxima vez que outro qualquer jogador fizer algo parecido ou mais grave, esse sangue ficará nas mãos dos membros do Conselho de Disciplina da Federação de Patinagem de Portugal.
A partir deste momento, qualquer jogador sente que pode agredir outro desta forma, pois vai ficar impune.
O atleta Gonçalo Fernandes ainda hoje tem dores e mazelas na zona do sobrolho. Aos pais dos jovens atletas da Associação da Juventude Salesiana, o Parede FC lança um alerta: pensem se é esta formação que querem dar aos vossos filhos.
Todos sabemos que aconteceu uma agressão. É apenas uma questão de escolhermos se queremos aceitar que ela aconteceu, ou se queremos ficar de consciência pesada e com sangue nas mãos.
Se os árbitros não vêem e as imagens não servem, chegamos a uma alarmante conclusão: ninguém está seguro a jogar hóquei em patins. Toda a gente pode fazer o que quer, desde que os árbitros não vejam ou não queiram ver. Confirma-se, mais uma vez, que o hóquei está morto e, gerido desta forma, não pode ser uma modalidade aconselhável a crianças.”

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