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NelsonFilipeFCP123

<Nélson Filipe, guarda-redes do FC Porto, quer que o desfecho da final-four da Liga Europeia deste fim de semana seja diferente da primeira que o Dragão recebeu, em 2013.

Adepto do clube que representa desde 2006/07, Nélson Filipe quer passar dos festejos portistas no futebol para os do hóquei em patins, que sábado terá a meia-final da Liga Europeia no Dragão, frente ao Sporting (12h30), defrontando-se depois Barcelona e Reus, pelo outro lugar na final de domingo. Em entrevista a O JOGO, o guardião do FC Porto diz estar para já concentrado na meia-final.

Nélson Filipe não esquece 2013: "Temos de pensar que, desta vez, vai ser diferente"

Nélson Filipe, guarda-redes do FC Porto, quer que o desfecho da final-four da Liga Europeia deste fim de semana seja diferente da primeira que o Dragão recebeu, em 2013.

Adepto do clube que representa desde 2006/07, Nélson Filipe quer passar dos festejos portistas no futebol para os do hóquei em patins, que sábado terá a meia-final da Liga Europeia no Dragão, frente ao Sporting (12h30), defrontando-se depois Barcelona e Reus, pelo outro lugar na final de domingo. Em entrevista a O JOGO, o guardião do FC Porto diz estar para já concentrado na meia-final.

Esteve na festa do futebol?

-Não fui ao estádio, festejei na Alameda e não até muito tarde. No sábado estávamos a vir de Lisboa, do jogo em Paço de Arcos, e já vínhamos a festejar o título do futebol.

Foi um bom ensaio para uma festa no hóquei?...

-A final-four vem no seguimento de semanas positivas para o clube. No caso do hóquei em patins, temos conseguido boas exibições e vitórias. Isso galvaniza os adeptos e faz com que apareçam com mais força.

Qual será a influência do fator casa?

-Há duas formas de ver isso. Já tivemos outra final-four no Dragão, mas não podemos pensar pelo lado negativo [derrota com o Benfica na final]. Podemos ter uma ligeira vantagem por jogar em casa. No entanto, não é decisivo ao ponto de dizer que somos os favoritos. Temos muito trabalho pela frente para merecermos esse favoritismo.

Esta época já tiveram um jogo a eliminar com o Sporting, na Taça...

-Só foi decidido nos penáltis e por aí se vê o grau de dificuldade. Foi no pavilhão deles, mas cá não será muito diferente. Vai ser um jogo muito tático, até porque, nestas decisões em dois dias, não há interesse numa intensidade muito elevada. E normalmente, como acontece nesta fase, quem errar menos vai ter mais opções para ganhar. São jogadores que se conhecem bem, jogam uns contra os outros muitas vezes, logo não há muito que se possa fazer para surpreender.

O triunfo em casa que eliminou o Benfica (9-2) mostra que o FC Porto está melhor este ano?

-O que há a destacar é o que fizemos melhor do que nos anos anteriores. Passámos os quartos de final, que era quase um handicap que esta equipa tinha desde que foi formada. Já esse jogo foi atípico. Começou muito bem para nós, já estávamos a ganhar por cinco ou seis ao fim de sete ou oito minutos, e depois conseguimos gerir. Claro que são essas vitórias que nos dão a confiança para enfrentar o que aí vêm. As equipas podem olhar para esses números e ter algum respeito. Se nos guiarmos pelo que temos feito até aqui, é um bom prenúncio, mas o mais difícil ainda está por fazer.

O FC Porto tem um historial de finais perdidas. Qual lhe custou mais?

-É impossível fugir à de 2013, por ter sido em casa e contra o rival de sempre. Semanas antes tínhamos sido campeões contra o Benfica aqui. Ganhámos a meia-final ao Valdagno [n.d.r.: por 9-7], num dos melhores jogos de hóquei que houve no Dragão, do ponto de vista da emoção e para quem estava na bancada. Depois, foi um balde de água fria. Mas agora o foco tem de ser positivo e temos de pensar que, desta vez, vai ser diferente.>

Foto±fonte: Jornal "O Jogo"