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guillemcabestanyojogo

<Guillem Cabestany terminou a conferência de imprensa em lágrimas.

Jogo: "Neste momento sou incapaz de fazer uma análise fria do jogo. Posso falar um bocado das minhas sensações e acho que perante um adversário fortíssimo, acho que conseguimos por muitos momentos sentir-nos superiores a eles. Conseguimos criar muitas ocasiões de golo. Noutras ocasiões conseguimos abrir o resultado, hoje não conseguimos. Mérito da defesa deles. Nós tivemos mais dificuldades do que o habitual para criar boas ocasiões, mas acho que as tivemos. Eles foram mais certinhos do que nós e sem dar conta estávamos a perder 3-0. Obviamente que este resultado podia acabar com o jogo e acho que nos apercebemos disso e acalmamo-nos e voltámos a entrar no jogo. E em jogos deste nível, um erro do árbitro ou um erro do jogador pode destabilizar o jogo. E eu não sei o que poderia ter acontecido no jogo de empatássemos".

Arbitragem: "Os árbitros também erram e nós também errámos três vezes. Não falo habitualmente dos árbitros, não vou atirar a culpa para eles. Podíamos ter feito mais e se calhar quem podia ter feito mais era eu. Talvez dar mais soluções à equipa, de fora, mas não consegui".

Bola entra ou não?: "A da primeira parte não sei, na segunda parte as câmaras não enganam e já vi o lance. A bola está dentro e ponto final. O Héctor foi hábil a tirar a bola da baliza, como qualquer guarda-redes o faria e, obviamente, que psicologicamente era muito importante. Depois controlar os nervos dos jogadores, a tensão e a partir daí complicou-se ainda mais".

Barcelona: "Eu sou o treinador do FC Porto e nestes três anos, com o Barcelona, depois de hoje ainda temos um bom balanço. Antes de vir para Portugal, o treinador do Barça colocou-nos como favoritos. Isto é um jogo psicológico que serve para pouco, mas dava para saber que eles nos tinham e têm muito respeito. Não serve para nada, não serve para ganhar jogos, mas serve para dar conta que esta equipa que perdeu está a jogar bom hóquei".

Final four: "Como treinador, o orgulho é ver as exibições dos jogadores e o trabalho deles e por aí fico muito satisfeito. Eu fui o primeiro que, quando ganhámos ao Benfica e nos classificámos para a final four, a pedir para que a final four fosse aqui. Para os portistas, se calhar era reviver o que aconteceu, mas não me arrependo. Acho que as pessoas podem estar satisfeitas por aquilo que fizemos em campo".>

Foto±fonte: Jornal "O Jogo"