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<Guarda-redes conquistou o seu 21.º troféu desde o regresso a casa.

Nélson Filipe é um exemplo de longevidade no FC Porto. O guarda-redes português chegou ao clube em 2000, ainda com idade de juvenil, saiu para duas épocas de empréstimo na transição para os seniores e fixou-se no plantel azul e branco desde 2006. No domingo, conquistou o seu 21.º troféu desde o regresso a casa. O internacional luso foi a aposta principal de Guillem Cabestany para os jogos da Taça de Portugal e destacou-se na final, contribuindo para a vitória frente ao Valongo (3-2), após prolongamento.

Em entrevista ao fcporto.pt, Nélson Filipe reconhece que o triunfo no último compromisso da temporada teve um impacto decisivo no estado de espírito dos jogadores: “A vitória teve um sabor especial pela época difícil que tivemos. Estivemos às portas de conquistar novamente a Liga Europeia, infelizmente não conseguimos, o campeonato resolveu-se naquele jogo com o Sporting, portanto era importante acabar a época a ganhar. De outra forma, todo o trabalho que realizámos durante a época não se traduziria em nada de concreto. Teríamos chegado longe em tudo mas não teríamos conseguido nenhum título para além da Supertaça conquistada no início da época.”

“Temos noção que um clube como o FC Porto vive de títulos. Por muito que se desenvolva um trabalho positivo, se chegarmos ao final sem traduzir isso em títulos, não chega. No FC Porto não chega. Já estamos habituados a isso e não é algo que nos afete, pelo contrário. Gostamos de sentir essa pressão, de ter essa pressão de ganhar. Para estarmos no FC Porto temos de estar habituados a conviver com isso”, lembra o guarda-redes de 33 anos.

Habituado a um cenário de máxima exigência no FC Porto, o internacional português reconhece que os elogios generalizados ao desempenho da equipa não chegariam para satisfazer treinadores e jogadores: “Sentimos a gratidão do presidente e dos adeptos, que nos deram um apoio importante este ano, quer no Dragão Caixa, quer nos jogos fora. Mas até por isso, queríamos vencer a final como uma forma de retribuir esse apoio, colocando mais um troféu no Museu FC Porto .”

“Para ganhar a Taça de Portugal tivemos de eliminar o primeiro classificado, o segundo, o quarto e depois vencemos o quinto na final. É uma Taça, até por isso, com um sabor muito especial para nós”, salienta Nélson Filipe, recordando as vitórias frente a Sporting, Benfica, Oliveirense e Valongo. Pelo meio, os Dragões afastaram o Riba D’Ave para marcar presença na final.

O guarda-redes português teve a forte concorrência de Carles Grau ao longo da temporada mas respondeu ao mais alto nível quando ocupou a baliza portista. Ter sido a primeira opção na Taça de Portugal não transmite uma sensação diferente a Nélson Filipe. “No hóquei todos os jogadores são utilizados com alguma regularidade, acontece o mesmo com os guarda-redes aqui no FC Porto, portanto todos os jogadores se sentem importantes quando há conquistas. O mais importante é o grupo, não a parte individual. Essa serve apenas para termos alguma satisfação pessoal, mas o mais importante é conquistar títulos com o FC Porto”, diz.

Aos 33 anos, Nélson Filipe prepara-se para a 19.ª época de ligação ao FC Porto, iniciada em 2000, ainda como juvenil. Desde que regressou ao clube, em 2006, conquistou 21 títulos (7 Campeonatos, 6 Taças, 8 Supertaças), mas o guarda-redes esteve ainda ligado a outros três: com idade de júnior, era chamado com regularidade aos trabalhos da equipa principal e jogou no arranque do inesquecível Decacampeonato, entre 2002 e 2004, antes de sair por empréstimo para Académico e Famalicense.

“Tinha um capitão, o Filipe Santos, que dizia sempre para festejarmos cada título como se fosse o último, porque nunca se sabe quando voltaremos a ganhar outro. É isso que estamos a fazer nesta fase mas daqui a duas ou três semanas já estaremos a pensar na próxima época e nos títulos pelos quais iremos lutar no futuro”, conclui o internacional português, em entrevista ao site oficial do FC Porto.>

Foto±Fonte: FC Porto