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Rodrigo Quintanilla, o diretor técnico da seleção do Chile, deixou no ar a possibilidade das seleções chilenas (Seniores, Masculina e Feminina e Sub-20) não marcarem presença no Mundial que se realizará em Barcelona em 2019.
Esta situação foi levantada depois de o Ministério do Desporto chileno ter reformulado o apoio financeiro dado aos desportos de alto rendimento, focando as atenções nos atletas que fazem parte do programa olímpico e que participem também nos campeonatos sul-americanos e pan-americanos.
Como o hóquei em patins não está incluído em nenhum destes certames, é a razão que leva a que o apoio estatal seja menor e coloque em risco a participação do Chile no Campeonato do Mundo sénior, mas também nas provas internacionais das seleções mais jovens.
“Nós dependemos do Plano Olímpico. As nossas viagens são financiadas por ele na totalidade e quando vimos a notícia foi como um golpe para nós”, afirmou Rodrigo Quintanilla, em declarações ao jornal “El Mercúrio”.
Apesar da intenção do governo chileno em melhorar o apoio às Federações desportivas, ainda assim, Rodrigo Quintanilla não acredita que a solução para o hóquei em patins passe por aí porque perante a saída do programa olímpico há mais a perder do que a ganhar.
Isso é utópico. Os PDE [Planos de Desenvolvimento Estratégico] hoje são miseráveis, chegam para pagar os salários e pouco mais. Nós precisamos de cerca de 30 milhões de pesos (cerca de 40.000 Euros) para cada seleção para ir ao Mundial e sem o plano olímpico não podemos ir”, finalizou.

Fonte- zero.zero.pt