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Empate com o FC Porto só foi desfeito no último segundo de jogo.
O Benfica venceu, na noite de sábado, o FC Porto por 4-3, no clássico da 4.ª jornada do Campeonato Nacional de Hóquei em Patins e é agora líder da tabela classificativa. O empate só foi desfeito no último segundo de jogo.
Lotação esgotada no Pavilhão Fidelidade, naquele que foi o segundo clássico do dia. O primeiro sinal de perigo veio dos azuis e brancos – com um remate forte de Rafa logo aos 2’ –, mas foi mesmo o Benfica a chegar à vantagem. Aos 5’, com um remate picado, Jordi Adroher foi mais forte no duelo com Carles Grau e colocou os encarnados na frente (1-0).
Respondeu o FC Porto e, depois de Hélder Nunes atirar por cima da baliza de Pedro Henriques na sequência de um livre direto, Rafa restabeleceu a igualdade, aos 8’ (1-1).
Jogados os primeiros 11 minutos, contra-ataque muito rápido do Benfica, com o argentino Carlos Nicolía a ser derrubado por Hélder Nunes. Jordi Adroher foi chamado a converter o livre direto, mas estava lá, seguro, Carles Grau.
O ambiente ia aquecendo e, aos 15’, o árbitro da partida mostrava mais dois cartões azuis: Poka por falta sobre Diogo Rafael e Carlos Nicolía por protestos. Aliás, foi mesmo na sequência de mais um cartão azul que os encarnados chegaram novamente à vantagem. Giulio Cocco foi sancionado por falta sobre Albert Casanovas, Lucas Ordoñez foi chamado a converter e, com uma execução fantástica, no cara a cara com o guardião portista, não desperdiçou (2-1).
Aos 18’, mais uma grande jogada do Benfica que acabou em golo. Assistência milimétrica de Diogo Rafael para Albert Casanovas, com o reforço espanhol a fintar Carles Grau e a dilatar a vantagem (3-1).
Depois de uma grande penalidade desperdiçada pelos encarnados, reagiu o FC Porto à desvantagem de dois golos e, numa altura em que faltavam cinco minutos para o intervalo, Gonçalo Alves reduziu para 3-2.
Esgotados os primeiros 25 minutos da partida, as equipas recolhiam aos balneários com o Benfica a vencer pela margem mínima (3-2), depois de um primeiro tempo de grande equilíbrio e qualidade, com excelentes jogadas individuais. Um verdadeiro espetáculo de hóquei em patins que deixava tudo em aberto para a segunda metade…
Logo a abrir o segundo tempo (27’), Diogo Rafael ameaçou o 4-2 com um remate do meio da rua, mas estava atento Carles Grau. Início de segunda parte muito físico, com registo de oito faltas marcadas ao Benfica e apenas três aos azuis e brancos.
Aos 32’, mais um cartão mostrado e mais um livre direto a favor do conjunto encarnado. Rafa foi castigado com dois minutos de exclusão por falta sobre Carlos Nicolía, Lucas Ordoñez foi bater, mas o guarda-redes portista levou a melhor.
O FC Porto chegou à igualdade em mais um lance de bola parada. Aos 38', o árbitro assinalou grande penalidade a favor dos azuis e brancos por falta de Pedro Henriques – substituído então por Marco Barros – sobre Cocco. Gonçalo Alves assumiu a marcação do penálti e empatou o jogo (3-3).
Assinalada ao Benfica a 10.ª falta do encontro, os portistas tinham ali a oportunidade de se colocar na frente do marcador pela primeira vez no jogo. Poka foi marcar o livre direto, mas a bola bateu no ferro.
As oportunidades sucederam-se de parte a parte, os lances de bola parada também – com o Benfica a terminar o encontro com 16 faltas contra 8 da formação azul e branca –, e o empate permanecia.
No último segundo, Carlos Nicolía acabaria por definir este clássico. Após uma assistência de Diogo Rafael, o argentino rematou para o 4-3, permitindo ao Benfica dar o salto para a liderança do Campeonato Nacional, agora com os mesmos 10 pontos do Sporting.

Fonte/Foto- SL Benfica