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Guillem Cabestany, treinador de hóquei em patins do FC Porto, concedeu uma entrevista ao Jornal “O Jogo” onde aborda um tema muito sensível, mas central no que toca ao Hóquei em Patins- as Arbitragens.
Cabestany analisa um hóquei a duas velocidades: campeonato forte, árbitros fracos.

Em relação à qualidade das equipas, o campeonato está semelhante aos anteriores?
-Desde que cá estou, há quatro equipas com plantéis espetaculares, outras três ou quatro com bons plantéis e outras que se vão reforçando aproveitando a chegada a Portugal de jogadores vindos de fora, pois esses libertam outros que as equipas de segundo e terceiro nível aproveitam. Portanto, todo o campeonato vai ficando cada vez mais competitivo. Temos um hóquei atrativo e de alto nível.

Mas nesse hóquei existem as discussões de arbitragem. Um estudo feito por O JOGO conclui estar o amadorismo na base dos problemas. Concorda?
-O amadorismo, seja dos jogadores, dos treinadores ou dos árbitros, não está no dinheiro. Posso dizer que dedico agora as mesmas horas ao meu trabalho que já dedicava há oito anos, quando comecei no Vendrell. E se agora posso dormir oito horas por noite, nessa altura dormia cinco ou seis, porque às horas como treinador somava as do meu trabalho. Portanto, uma coisa é aquilo que se ganha, outra é a atitude. Esta deveria estar implícita, mas pode ser ajudada com cursos, formações. Tem de existir uma atitude profissional, independentemente do dinheiro.

Arbitrar um Benfica-FC Porto rende 90 euros, acha suficiente?
-Esse é um assunto muito debatido entre as pessoas do hóquei, não só em Portugal; já tive as mesmas conversas em Itália e na Catalunha. Ainda nesta semana me disseram que na liga espanhola, só por arbitrar - em todos os países há as despesas de alimentação, deslocação e pernoitas -, se recebe 220 euros por jogo. Reafirmo que o mais importante é a atitude, mas com certeza que ordenados melhores permitem não dedicar tantas horas a outras atividades e ter uma situação financeira que leve a ser mais profissional, com preparação física, visionamento de jogos ou conversas com dirigentes dos árbitros. Não faz sentido ganhar-se tão pouco numa competição que é cada vez mais profissional.

Fonte/Foto- Jornal “O Jogo”