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A Direção vem por este meio pedir desculpa aos sócios, simpatizantes, adeptos e, principalmente, aos atletas pelo sucedido no passado sábado relativamente ao jogo de Séniores, a contar para os 16 avos de final da Taça de Portugal para o qual estávamos qualificados.

O motivo do Gulpilhares não ter realizado o jogo da Taça de Portugal foi por falta de Policiamento. Falta de Policiamento essa que deveria de ter sido requisitada com antecedência para o jogo.

A razão que levou a este lapso grave foi a falta de conhecimento sobre o regulamento da Taça. Regulamento esse que indica que é obrigatório a existência de Policiamento a partir dos 16 avos de final (quando a equipas da 1ª Divisão entram na Taça). Acontece que, o Diretor encarregue de requisitar esse mesmo policiamento entendeu que só seria necessário, só e apenas, frente às equipas da 1ª Divisão, e não a partir dos 16 avos.

Mas mesmo este motivo, e a razão do mesmo ter acontecido, tem uma história por trás:
Normalmente, sempre que é preciso policiamento, o árbitro nomeado para o jogo pede toda a documentação, quer seja a requisição policial, quer seja o Alvará e respetivos cartões das empresas de segurança, com meia hora de antecedência. Algo que não aconteceu. Tendo até o árbitro preenchido a ficha de jogo com Delegado de campo (por outras palavras, preencheu a ficha como se fosse um jogo de 3ª Divisão em que não é necessário policiamento e o responsável fora do ringue seria o Delegado de Campo).
Só na hora do início do jogo é que se lembrou e dirigiu-se ao Presidente do Clube a perguntar pela Polícia e que teríamos 15 minutos para a apresentar. A Direção fez todos os esforços possíveis para que se conseguisse dois agentes da autoridade, pelo que nos foi dito que em 15 minutos seria de todo impossível. No terminar desses 15 minutos, o árbitro informa que afinal tínhamos 30 minutos para apresentar o policiamento, mas como 15 minutos já tinham passado, só teríamos direito a outros 15 minutos. Contactou-se mais uma vez a Esquadra de Valadares ao qual obtivemos a mesma resposta. Pedir dois agentes em 30 minutos é possível, em 15 minutos não.

Mas afinal, quem são os culpados? Se há, é obvio que recai no responsável máximo da coletividade, que assumiu desde um princípio toda a responsabilidade (mesmo não sendo ele a pessoa responsável pelas requisições de Policiamento). Tendo os restantes membros da Direção, da Direção Desportiva e do corpo técnico, em solidariedade para com o Presidente, assumido também parte da responsabilidade.

Conclusão, perdemos o jogo por falta de comparência, somos eliminados da Taça de Portugal sem jogar, teremos uma sanção monetária no valor de dois salários mínimos nacionais… Mas pior que tudo isto, é a revolta e a tristeza que nos corrói por dentro, quer a dirigentes, quer a atletas. Não é uma situação fácil de gerir, pois estávamos todos convictos e cientes que iriamos passar, mas o destino assim não o quis.

Este esclarecimento é para as pessoas que merecem o nosso respeito, que nos acompanham, que nos ajudam e que se preocupam com o bem da coletividade. Não é para as pessoas que “só querem saber”, que por vezes mentem quando elogiam e tem invejam quando criticam, mas que nada fazem em concreto. Onde têm estado este tempo todo? Que ideias têm apresentado? Que sugestões têm feito? Pois, é mais fácil apontar o dedo. Esperamos agora que esses críticos tenham aprendido com o nosso erro, e que não se limitem a fazer o que sempre fazem.

Mesmo depois de todo o acontecimento é de louvar a atitude dos sócios que não se deslocaram à bilheteira para serem reembolsados, uma atitude simples, mas muito nobre. Obrigado.

Para terminar, pedimos mais uma vez desculpa pelo sucedido e agradecemos a vossa compreensão, o vosso apoio, as vossas críticas construtivas, o vosso tempo perdido a acompanhar, a poiar e a fazer do Gulpilhares o que ele é hoje. Deixou de ser rico em dinheiro, mas passou a ser rico em pessoas, pessoas que gostam do Gulpilhares e o fazem crescer!

Gulpilhares, uma lenda viva

Fonte: Gulpilhares ( facebook )