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Director do hóquei em patins comentou o estado da modalidade

Depois de se ter reunido com Luís Sénica, presidente da Federação de Patinagem de Portugal (FPP) em conjunto com Miguel Afonso, vogal do Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal, Miguel Albuquerque, director-geral das modalidades do Clube, e Paulo Freitas, treinador da equipa de hóquei em patins, Gilberto Borges, director do hóquei em patins Leonino, comentou os acontecimentos do último fim-de-semana – onde elementos do Sporting CP foram agredidos no Dragão Caixa – e o estado da modalidade actual.

"Esta reunião, que foi longa, já tinha sido solicitada por nós muito antes do clássico no Dragão. O objectivo era apresentar cumprimentos à nova direcção da Federação de Patinagem de Portugal e também dar a conhecer a nova estrutura directiva do Sporting CP. A nossa intenção passava por explicar à FPP o nosso entendimento sobre o estado da modalidade na actualidade e apresentar algumas soluções que achamos pertinentes. A conclusão que posso tirar, com algum ânimo leve, é que saímos com duas mãos cheias de coisa nenhuma. Dou o benefício da dúvida porque acredito nas pessoas quando são novas nos cargos, mas esta estrutura não é nova no seu todo. É uma estrutura que tem muitos anos de permanência nos órgãos federativos. Espero que façam uma reflexão sobre o que apresentámos e vamos esperar", começou por dizer Gilberto Borges no 'Sporting Grande Jornal', programa da Sporting TV.

Para o dirigente, era "óbvio" que Luís Sénica "tinha de estar presente no clássico" e a reunião tinha como principal objectivo "fazer uma análise ao que é a arbitragem, a disciplina e os quadros competitivos". "Entregámos as participações no Conselho Disciplina da parte desportiva e da parte de falta de segurança nos recintos desportivos. Os nossos princípios passam por exigir um clima de suspeição zero e de máxima transparência na modalidade, o que não acontece agora. (...) Está a acontecer uma viciação das coisas, o que tem impacto desportivo", acrescentou ainda Gilberto Borges.

Uma das principais críticas do líder do hóquei em patins do Sporting CP prende-se com a falta de uma reacção da FPP em relação aos incidentes no Dragão Caixa. "Fizemos menção disso na reunião e estranhámos que 72 horas depois o treinador não tenha recebido, pelo menos, um telefonema. Nenhuma das pessoas da FPP se preocupou em vir ter comigo indagar o que se tinha passado. Pelo menos duas pessoas da FPP estavam na tribuna presidencial e estiveram muito perto dos acontecimentos. O Miguel Albuquerque é uma figura pública, é conhecido. Dada a ausência do presidente da Federação, lamento que nenhum dos representantes tenha feito alguma coisa", considerou.

Sobre o que aconteceu na pista, Gilberto Borges é da opinião de que o Sporting CP tem um conjunto superior ao FC Porto e que os campeões nacionais ainda têm hipóteses de revalidar o título. "Saímos vencidos, mas não convencidos. Vi o jogo da tabela e vivi-o intensamente. Cheguei ao intervalo com a sensação de que o podíamos vencer. Merecíamos, no mínimo, um empate. Demonstrámos que temos melhor equipa, melhor colectivo, que temos um hóquei, para mim, mais bonito e homogéneo. Temos equipa para poder revalidar o título. Estou convencido e acredito que o SCP ainda pode vencer ser campeão", disse, afirmando que o Sporting CP foi claramente prejudicado em encontros decisivos.

"Obviamente que sim. Somos a equipa que esteve 13 minutos na Luz em inferioridade numérica. Tínhamos capacidade para vencer em Oliveira de Azeméis, mas não nos deixaram. E estou convencido que, em condições normais, teríamos vencido no Dragão Caixa. Não quiseram. Não fizeram valer a verdade desportiva. Sugerimos que o hóquei em patins, pelo menos nas partidas decisivas, tenha vídeo-árbitro. Falámos de uma situação na Luz que permitia à UD Oliveirense estar na frente do Campeonato Nacional e demos esse exemplo à Federação. (...) Toda a gente viu que há um lance sobre o Pedro Gil [no jogo contra o FC Porto] em que não é assinalada grande penalidade. Esse lance tirou-nos a possibilidade de chegarmos ao empate. De seguida, o Sporting CP tentou tudo e o próprio treinador mudou a estratégia colocando a jogar cinco jogadores de campo. Foi um resultado enganador e que não é justo", lembrou.

Gilberto Borges assegurou ainda que o Sporting CP vai "estar atendo a todos os jogos e a todos os lances". "Como é que há tamanha celeridade nos acontecimentos da Luz, que levaram ao castigo do Ângelo Girão, quando ainda temos castigos para decidir? Devia-se colocar em dia tudo o que está para trás para tentar adiantar caminho. O que nos foi dito é que o Conselho de Disciplina tem um prazo de 30 dias para resolver as situações. Vamos estar atentos a todos os jogos e a todos os lances, porque isto não pode prejudicar apenas uma das partes", frisou.

Fonte- Sporting CP

Foto- Jornal "Record"