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3 Cabeleireiro Inicial

Terronia

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O Hotel “Cristal” na Marinha Grande foi o local escolhido para a apresentação à comunicação social para a realização da Taça da “Cidade da Beira” uma iniciativa conjunta entre o SC Marinhense e o SC Tomar, que irão realizar dois jogos, de forma a angariarem verbas para entregar ao Governo Moçambicano, de forma a minimizar a tragédia que à poucos dias assolou aquele País do Índico.
Uma iniciativa que partiu curiosamente dos dois treinadores, Nuno Domingues (SC Marinhense) e Nuno Lopes (SC Tomar), com os responsáveis dos Clubes a aceitarem logo esta ideia de poder contribuir, dentro das suas possibilidades para contribuir para minimizar a tragédia da Tempestade “Idae”, e que tiveram também o apoio desde a primeira hora das Edilidades da Marinha Grande e Tomar.
Os jogos estão agendados para o próximo ida 6 de Abril (Sábado) pelas 15H30 no Pavilhão da Embra, na Marinha Grande e no dia 10 de Abril (Quarta feira) a partir das 21Hoo no Pavilhão Municipal “Cidade de Tomar”, em Tomar.
Presentes os responsáveis dos dois Clubes, os respetivos treinadores assim como os jogadores Filipe Vaz (SC Marinhense) e Pedro Martins (SC Tomar).
Se o primeiro esteve ainda à poucos dias em representação da Seleção Moçambicana na Taça das Nações Africas, em Lunda, onde a seleção treinada por Pedro Nunes terminou no segundo lugar, já Pedro Martins que esteve na lista dos convocados, por motivos ligados a compromissos com o Clube nabantino, teve que prescindir de poder estrear-se com a camisola moçambicana nesta Taça Africana.
Uma Camisola da Seleção de Moçambique, que foi assinada por Filipe Vaz e Pedro Martins será leiloada de forma a ajudar na angariação de fundos para esta iniciativa.

Ricardo Cardoso (Diretor para o HP do SC Tomar)

Obviamente nós SC Tomar não estamos fora desta situação e vivemos o problema de Moçambique e com um simples gesto envolvendo os dois clubes e os atletas aquilo que queremos é também contribuir para que Moçambique possa sair desta situação. É uma situação que toca no coração de todos, está aqui apenas em jogo uma situação de um Povo que nos é muito querido- Moçambique.

Mário Mendes (Presidente do SC Marinhense)

A exemplo do SC Tomar também vivemos este momento com preocupação e em conversas tidas entre os dois emblemas estamos a desenvolver com a máxima brevidade possível toda a logística inerente a estes jogos. O SC Tomar já contactou a FPP para disponibilizar árbitros de forma graciosa e que foi prontamente aceite, assim como a CM da Marinha Grande também poderá colaborar, nas despesas recorrentes que poderão aparecer.

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Filipe Vaz (Filipe Vaz)

É com enorme tristeza que assisto a esta calamidade que se abateu sobre a beira, e falando sobre a modalidade, muito do material ia do Maputo para a Beira, e há uma grande vontade de desenvolver o HP naquela região. Este infortúnio deita tudo ou quase tudo por terra, e teremos que ser nós com estas iniciativas a poder contribuir com aquilo que podermos para que as coisas voltem à normalidade logo que possível, embora sabendo o quanto será difícil reerguer novamente as infraestruturas e a modalidade, e no próximo mundial queremos representar de forma condigna, Moçambique.
A verdade é que tudo isto está a ser feito de forma célere, estamos, aqui hoje não só para fazer a apresentação desta Taça da Beira” mas também para ultimar outros pormenores importantes no que toca à logística destes dois jogos.

Pedro Martins (SC Tomar)

Para quem não sabe, tenho familiares diretos a viver em Moçambique, felizmente não foram afetados directamente com esta tragédia, mas para além disso, é uma causa que devemos apoiar, que não nos custa muito, ou mesmo nada, fazer dois jogos, quando fazemos cerca de cinquenta numa época, e pode ajudar muita gente, com a contribuição que daqui advir

Nuno Lopes (SC Tomar)

Cabe-nos a nós termos estas iniciativas. Até porque temos o privilégio de termos jogadores pertencentes a esta seleção, estamos numa zona do país, fora do centro das decisões, achamos que era uma boa altura de colocar o hóquei da zona centro no panorama mundial, daí nós conversarmos e chegarmos à conclusão, que era hora de termos esta iniciativa e de fazermos algo por outros que tambémprecisam. No fundo fica-nos bem, mas acima de tudo há quem ficará melhor com esta iniciativa conjunta. O facto de o campeonato parar, é também uma forma de nos mantermos activos, e porque não colaborarmos com quem agora muita necessita.
Altura de colocarmos uma Taça em nome de outros que hoje sofrem, porque é uma forma de ajudarmos e temos essa obrigação moral de o fazer no nosso dia a dia, ajudar quem mais precisa., e é uma forma de dizermos a todos, que os atletas estão solidários e querem, mais que os outros, darem o seu contributo

Nuno Domingues (SC Marinhense)

A presença de um jogador internacional moçambicano no plantel do Marinhense pesou, sem duvidas, e dando continuidade ao que o Nuno Lopes frisou, aproveitando este interregno do campeonato nacional, desde o primeiro momento, e porque há aqui jogadores que irão representar Moçambique, realizarmos estes dois jogos, que serão sempre agradáveis entre dois Clubes Rivais mas Amigos e dar continuidade a preparação das equipas para o que resta do campeonato.