a c e b o o k
  • Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

  • Hot
  • Top
  • Outras

CA Feira começa a ...

domingo , maio 24 2020
421

André Azevedo e João ...

domingo , maio 24 2020
97

Julian Tamborindegui é ...

domingo , maio 24 2020
289

Hóquei fica mais pobre

segunda , Jul. 30 2018
58743

Patinagem reconhecida ...

segunda , Nov. 09 2015
26607

CM Feminino- Portugal ...

sábado , Out. 01 2016
21211

"hat trick" de Gonçalo ...

domingo , Nov. 04 2018
1131

Guillem Cabestany: ...

quinta , Ago. 25 2016
1416

HF- Nafarros soma a 1.ª ...

segunda , Out. 30 2017
1043

pluri unhas J

rventura1

Reinaldo Ventura, jogador português de hóquei em patins dos italianos do Trissino, não vai sair de Itália enquanto a situação da COVID-19 não estiver resolvida, mesmo que a federação decida terminar já o campeonato.
Em declarações à agência Lusa, o internacional português, que está há mais de um mês de quarentena em Itália, explicou que não há ainda qualquer decisão oficial da federação para que os campeonatos terminem já. Mesmo assim, e caso venha a ser anunciada essa decisão, Reinaldo Ventura apenas vai regressar a Portugal quando houver "condições de segurança para transportar a família".
"Ainda não nos disseram nada sobre o fim da época. Vamos aguardar o que vai acontecer. Se a decisão for essa, eu vou continuar aqui até que seja seguro sair. Não vou pegar nos meus filhos e na minha mulher e fazer uma viagem de carro, cheio de incertezas e sem saber se passamos na próxima fronteira. Não vou sair daqui enquanto não houver condições. Não arrisco", explicou o jogador.
Reinaldo Ventura referiu ainda que já ouviu histórias de companheiros de outras equipas que estão a tentar regressar aos respetivos países, uma atitude que acredita ser "de grande risco".
"A situação está tão complicada, que só o simples facto de sair de casa corresponde um grande risco. Entendo que existam jogadores que querem sair daqui e regressar para junto das suas famílias. Mas esta não é a altura. É muito perigoso", admitiu.
O jogador português tenta manter alguma 'normalidade' no dia-a-dia e da família, apesar de estar há mais de um mês em casa.
"Quero que os meus filhos tenham consciência do momento que estamos a viver, mas, mesmo assim, também quero que se mantenham serenos. O meu filho mais velho está a ter aulas online, e isso ajuda muito. O mais pequeno só quer brincadeira e eu acompanho-o", rematou.

Fonte / Foto- www.sapo.pt 

4 Quinta