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Macarena Ramos comenta como pandemia de coronavírus afeta o seu país natal.
A jogadora de hóquei em patins do Benfica, Macarena Ramos, de 23 anos, cumpre em Portugal o isolamento social com o pensamento no Chile, onde o pai e a ex-mulher deste, ambos anestesistas, estão na primeira linha na luta contra a pandemia do coronavírus.

Em entrevista ao 'La Tercera', a hoquista comentou a situação que se vive atualmente no nosso país, mas também do outro lado do Atlântico.

"Em Portugal a situação está bastante controlada, se compararmos os números com a Espanha ou a Itália. Aqui os números também sobem todos os dias, mas não dramático. Portugal reagiu bem. Os clubes e as universidades rapidamente mandaram todos para casa. O alerta foi feito a tempo", afirmou.

Quanto à situação no Chile, Macarena Ramos relata a situação que também conhece bem. "Sim, de facto, o meu pai e a Carlita, ex-mulher do meu pai e mãe de dois de meus irmãos, trabalham em saúde. Ambos são médicos anestesista e trabalham em hospitais públicos. Eles estão a usar máscaras totalmente fechadas, que quase nem dão para respirar. Durante todo o dia, a trabalhar num ambiente muito estressante", conta.

"A Carlita já esteve com pessoas infetadas, mas tentamos não falar muito sobre isso, porque eles estão o dia inteiro com aquilo na cabeça. Alguns dos colegas da Carlita tiveram que voltar para casa devido ao coronavírus. Tanto ela quanto o meu pai sabem que mais cedo ou mais tarde, talvez, eles também fiquem infetados", diz antes de recordar que não vê o pai há quase um ano, não sabendo agora quando o poderá abraçar.

"O meu pai é tudo para mim. Tudo o que consegui foi graças a ele. Não o vejo desde junho do ano passado, até tenho a voz a tremer. Chorei muito quando soube que não vinha, porque estava empolgada por vê-lo, dar um passeio, comer, ver uma série ... Coisas que não posso fazer ao longo do ano. E é difícil, mas sei que haverá uma data muito melhor para nos ver e vamos aproveitar ainda mais. Devia estar em Portugal comigo, mas está a salvar vidas", conta.

"Muitas pessoas reclamam que não podem sair ou estar com os amigos, mas há coisas mais sérias. Quem não quer obedecer à quarentena é egoísta. É uma questão de saúde, de vida ou morte para algumas pessoas", sublinha.

Fonte/Foto- Jornal “Record”

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