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O SC Tomar carimbou a presença no Nacional da 1ª divisão ao bater na Embra, o SC Marinhense por 2-1.
Jogo decisivo para os dois emblemas que chegavam à ultima jornada (depois de terem hipotecado a meio da semana, a subida, com ambas a perderem), a dependerem só de si para alcançarem o objectivo da subida.
Jogo de muitos nervos, intenso, com as duas formações a procurarem o golo.
Primeira parte de equilíbrio embora de maior pendor atacante por parte dos visitantes, que acabariam mesmo por inaugurar o marcador aos 22 minutos por Filipe Almeida.
O SC Tomar não poderia pedir melhor já que ao segundo minuto da etapa complementar aumentou para 2-0 por Pedro Martins.
O Marinhense respondeu rápido ao golo sofrido e pouco depois reduziu para 1-2 por intermédio de “Nico” Carmona.
A vencer, pela margem mínima, a formação de Nuno Lopes foi aguentando as investidas do Marinhense, e com o correr dos minutos, deixamos a ver um hóquei bonito, mas em contrapartida a entrega, de parte a parte, a ser evidente. Se de um lado se via uma equipa a querer gerir o resultado e a tentar aumenta-lo, do outro via-se um conjunto abnegado, de uma entrega total e a procurar de muitas formas chegar à baliza tomarense.
Minutos finais de grande intensidade e pressão, dos dois lados, num rinque a dar então mostras de saturação, fruto da humidade que se fazia sentir, com os atletas a mostrarem alguma dificuldade em patinar, com as quedas a sucederem amiúde.
O SC Marinhense tem uma grande oportunidade de poder chegar ao empate a pouco mais de um minuto do términus do jogo, na marcação de um LD (10.ª falta do SCT), mas Francisco Veludo a negar o golo a Mathias Arnaez.
Foi certamente aí o “clique” que marcou este jogo e decidiu o futuro das duas equipas.
O SC Tomar regressava assim à 1.ª divisão, com o Marinhense, que era, recorde-se o primeiro classificado da zona norte quando o campeonato foi interrompido, viu ali terminar o sonho de também, ele, regressar à elite do HP nacional.

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