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Poderia ter sido qualquer português a escrever mas não. É uma crónica do diário “La Opinion da Corunha”, da responsabilidade de Maria Varela, que deixou tudo claro e transparente como a água, no que toca à competitividade e poderio do Hóquei português face ao de “nuestros hermanos”…
Vale o que vale, mas acima de tudo vale a pena ler e perceber como “eles” nos veem, e entender o porquê de o campeonato português (na perspetiva deles) ser neste momento o mais competitivo na modalidade.
Pela primeira vez no historial, a final four terá só e apenas equipas lusas.

Portugal veste a coroa europeia

Dos autocarros às equipas e ao seu nível competitivo, a superioridade das equipas lusas foi total e só o CE Noia conseguiu empatar com Barcelos

A primeira fase da Liga Europeia de Clubes, que terminou ontem no Luso (Portugal) confirmou o que há anos é uma tendência: o fosso de qualidade entre as ligas portuguesa e espanhola, também ligado ao fosso económico que separa os clubes de ambas lados da fronteira ibérica - com exceção, é claro, do Barcelona.
Bastava dar uma volta pelo hotel de concentração das equipas para ver a diferença, para a qual não era preciso ser especialista.
Ali estacionado, em frente ao enorme edifício que albergou o formato de bolha para os nove Clubes, autocarros do Porto, Barcelos, Oliveirense, Sporting e Benfica. Enorme. Poderoso. Com as cores e serigrafias de seus clubes. Uma declaração de intenções e intimidação sobre rodas. Pacote de marcação.
No auge dos transatlânticos, eles representam. Três clubes de futebol (FC Porto, Sporting CP e SL Benfica). O outro (UD Oliveirense) que é o capricho de um empresário multimilionário e por fim o OC Barcelos, um dos Clubes com mais tradição na modalidade em Portugal.
Talão de cheques, estruturas profissionais, liga competitiva todos os fins-de-semana e grande adeptos - alguns ultras de Barcelos deslocaram-se ontem ao Luso apenas para ver de fora do pavilhão o jogo contra o Porto, uma vez que a competição decorria à porta fechada.
A fórmula portuguesa obriga os Espanhois a refletir. E torna o formato da Liga Europeia que a EHCA quer impor para a próxima temporada mais necessário do que nunca.
A fórmula portuguesa obriga-nos a refletir. E torna o formato da Liga Europeia que a EHCA quer impor para a próxima temporada mais necessário do que nunca.
Durante os três dias de competição, com o passar dos jogos, o sentimento foi unânime. A superioridade portuguesa era total. O Noia conseguiu empatar com Barcelos, mas perdeu com o Porto; O Liceo caiu para o Benfica, tal como o Barcelona, e o Réus desistiu dos dois jogos, frente ao Sporting e ao Oliveirense. Um abismo que começou no formato das equipas. Os portugueses, como o do Barcelona, são compostos por dois quintetos completos de partida. Não importa quem joga desde o início ou começa no banco. O nível nunca desce. O Noia tinha apenas duas rotações. O Reus mais dois e o Liceo, três. O Benfica ainda teve o luxo de deixar nas arquibancadas Carlos Nicolía, considerado um dos melhores jogadores do Mundo. Como Barcelona,

Obrigado por assistir

Mas não é só o dinheiro que faz a diferença. Têm os melhores jogadores e o campeonato mais competitivo, com jogos importantes todos os fins-de-semana e em que não existem as diferenças e passos que há no espanhol, onde o Barcelona só consegue acompanhar o Liceo, no máximo Reus. Em Portugal seria impossível o domínio avassalador e soporífero dos catalães, que no Luso foram vítimas da sua própria fórmula, daquilo que ela fez e promoveu em Espanha. A sua caminhada pela competição nacional não a preparou para a que se passa na Europa. Até agora o Barcelona foi resistindo. Mas no Luso foi a encenação da humilhação.

Final four totalmente portugueses

O Barcelona chegou ao último dia da Liga Europeia como o único sobrevivente espanhol e com opções para entrar nas quartos-de-final em maio. Mas como na véspera frente Liceo, os catalães foram destruídos pelo Benfica, que venceu por 6-2 e certificou uma final totalmente portuguesa a quatro.
Antes foram Porto, Oliveirense e Sporting quem carimbou o passaporte, mais uma vez para o Luso, já que este vai repetir como palco para a final four. Tudo fica em casa.
O primeiro foi o Porto. No Grupo A, o Barcelos só tinha uma pequena opção se vencesse o Porto. As duas equipas portuguesas, de máxima rivalidade, não ultrapassaram o empate (3-3), o que lhes permitiu passar à final aos quatro segundos.
No grupo B as contas eram mais fáceis. Tanto o Sporting como o Oliveirense beneficiaram de um empate. Os dois haviam vencido nos dias anteriores a Reus, tinham a melhor média de golos e quatro pontos permitiriam que um fosse o primeiro e outro se classificasse como o melhor segundo. O jogo foi uma loucura. Em sete minutos, cinco golos marcados. A intensidade foi mantida até os cinco minutos finais em que, com 6-6 no placar, afrouxaram e procuraram não serem surpreendidos.
Uma “entente cordiale” que deixou tudo nas mãos do Benfica, que também lhe chegava o empate mas não se contentou com isso vergando os catalães com uma derrota por 6-2, completando a humilhação de Portugal à Espanha nesta fase de grupos da Liga Europeia de Clubes.

Fonte- www.laopinioncoruna.es 

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